https://periodicos.ufrn.br/cronos/issue/feed Revista Cronos 2018-05-17T14:10:09+00:00 Editores Cronos cronosppgcs@gmail.com Open Journal Systems <p style="margin: 0px; min-height: 50px; max-height: 125px; overflow: hidden; text-overflow: ellipsis;"><strong>Scope:</strong> A Revista CRONOS, do Programa de Pós-Graduaçáo em Ciências Sociais/ UFRN é publicada com periodicidade semestral. Sua proposta é a de difundir a pesquisa e a reflexáo acadêmicas relevantes em Ciências Sociais, oriundas de centros de investigaçáo qualificados do Brasil e do Exterior, procurando contribuir ao processo de reflexáo e debate teórico sobre as transformações fundamentais e os desafios que se processam nas sociedades contemporâneas. A cada número da revista um dossiê temático anunciará a problemática em discussáo, seguidos de artigos inéditos num movimento pluridisciplinar.</p> <p style="margin: 0px; text-align: left;"><strong>Área do conhecimento</strong>: Interdisciplinar <strong>Qualis/CAPES</strong>:B3 <strong>e-ISSN</strong>:1982-5560 <strong>Contato</strong>:<a title="E-mail" href="mailto:cronosppgcs@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">cronosppgcs@gmail.com</a></p> https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/14218 Editorial 2018-05-16T18:42:25+00:00 Boaventura Sousa Santos cronosppgcs@gmail.com Itamar Morais Nobre cronosppgcs@gmail.com Zéu Palmeira Sobrinho cronosppgcs@gmail.com Vânia Vasconcelos Gico cronosppgcs@gmail.com Ana Carmem Nascimento Silva cronosppgcs@gmail.com Editorial 2018-05-16T18:42:25+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/14220 Integrando el papel de la agencia en los estudios sobre género y gabinetes ministeriales 2018-05-16T18:42:26+00:00 Lúcia Martelotte cronosppgcs@gmail.com <p>Aunque con un grado de desarrollo inferior al alcanzado por los análisis sobre<br />género y Poder Legislativo, en las últimas décadas se han multiplicado los esfuerzos por indagar en el papel de las mujeres en el Poder Ejecutivo. Las investigaciones centradas en las mujeres en los gabinetes responden generalmente a diseños cuantitativos, en los que el énfasis está puesto en identificar el tipo de factores que obstaculizan la llegada de las mujeres<br />a las posiciones ministeriales, así como el peso relativo de cada uno de estos<br />factores. Sin embargo, pasados casi veinte años desde que comenzaron a explorarse estos fenómenos, poco se sabe aún acerca de la capacidad de agencia de las mujeres que efectivamente lograron sortear dichos obstáculos y acceder a posiciones ministeriales. En la primera parte del trabajo se ofrece una sistematización de la literatura sobre género y poder ejecutivo en general y sobre mujeres en los gabinetes en particular. En la segunda parte se presentan argumentos que ponen de manifiesto la necesidad de incorporar la capacidad de agencia de las mujeres, junto con propuestas acerca de cómo definir e introducir este concepto y sus consecuencias en los análisis sobre género y gabinetes.</p> 2018-05-16T18:42:26+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/14221 Genocídio na Democracia brasileira 2018-05-16T18:42:26+00:00 Fernando Conceição fernconc@ufba.br <p>Aponta-se que um dos fenômenos mais preocupantes da atualidade da democracia no Brasil, e que pode ser estendido aos países da América Latina e do Caribe, é o alto índice de assassinatos, abalando pela criminalidade a vida dois cidadãos, que se sentem desprotegidos pelo Estado que se autodenomina democrático de Direito. O noticiário das chacinas já não provoca reações de indignação na sociedade, que vai se resignando a essa realidade. Discutem-se essas questões a partir de um ensaio e referentes clássicos multidisciplinares<br />e estratégia de pesquisa, da revisão bibliográfica complementada pela analise de dados estatísticos do mapa da violência. Parte-se das hipóteses que os discursos hegemônicos que naturalizariam o status quo da violência nessas<br />sociedades pós-coloniais é reflexão que se impõe a partir do imaginário de senso comum acerca do perfil das vítimas em potencial dos homicídios e se os donos do poder, em obediência à tradição secular do Estado brasileiro – patrimonialista, cartorial e herdeiro de uma visão epistemológica fundada no racialismo – são cognitivamente incapacitados para agir na direção de superar o problema. Conclui-se que a população que mais morre são os pobres, negros (ou pretos) e prostitutas, e que isso não causa indignação, pois costuma-se propalar no Brasil, que essas são vítimas históricas preferenciais da violência em um país construído pela violência do escravismo colonial, de família patriarcal e conservadora, entretanto esse fenômeno do genocídio da juventude negra obstrui a qualidade da democracia no Brasil, sendo os estados de maior incidência a Bahia, seguido da Paraíba.</p> 2018-05-16T18:42:26+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/14223 ECONOMIA SOLIDÁRIA NO BRASIL: Elementos de uma dialética e dialógica do fracasso – causas possíveis, correções necessárias, desafios inevitáveis 2018-05-16T18:42:28+00:00 Edson Marques Oliveira cronosppgcs@gmail.com <p>Realiza-se um estudo de caso sobre economia solidária entre Brasil e Portugal,<br />tendo como ponto de partida uma experiência prática de incubação de tecnologias sociais e empreendimentos, na Unioeste, Paraná Brasil e Universidade de Coimbra, em Portugal. Ao estudar as causas do fracasso, identificou-se princípio e conceito da dialética e da dialógica do fracasso, e considerou-se esse momento como oportunidade de aprendizagem e não de derrota. Os principais resultados apontam que os princípios de autogestão,<br />cooperação e solidariedade são afetados pelos processos de individualização<br />gerados pela lógica do hiperconsumo, desequilíbrio entre competição e<br />cooperação, distorção da ética da autenticidade, processo acentuado de satisfações pessoais, acima das realizações e necessidades<br />coletivas, os quais comprometem a cooperação e a solidariedade numa<br />perspectiva emancipatória, gerando assim um paradoxo da cooperação e seu<br />enfraquecimento e fragilizando o sentido de solidariedade no contexto contraditório da sociedade do consumo, impondo a necessidades de correções necessárias e confrontos inevitáveis.</p> 2018-05-16T18:42:28+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/14224 A AMÉRICA COMEÇA NOS PIRINEUS: As relações Ibéricas na “raia” portuguesa e a fronteira da Europa com a América Latina 2018-05-16T18:42:29+00:00 José Luiz Moura Filho zecamoura@smail.ufsm.br <p>Discute-se o arranjo institucional denominado Euroregião Galiza/Norte de Portugal, para contribuir no processo de integração em curso na América do Sul – MERCOSUL - tomando-se por parâmetro a atual organização política, econômica e socio-espacial de aglomerados transfronteiriços como Chuí/Chuy, na fronteira do Brasil com o Uruguai. Teoricamente centrar-se-á nas categorias “cooperação sem governo (central)” e “complementar para competir”, que pautam a cooperação<br />transfronteiriça naquela porção da UE, sem descuidar de conceitos caros ao ordenamento territorial como “região”, “fronteira” e “cultura”, historicamente relativos e fugazes em momentos como o<br />que vivem os Estados-Nação, na presença de fenômenos como a globalização. A investigação da ocorrência de metodologia de análise socio-espacial semelhante àquela consistente na dialética entre os<br />circuitos superior e inferior da economia urbana (Milton Santos, 2004), flagrante no espaço paradigmático através da presença de free shop e vendedores ambulantes, poderá contribuir para a superação do<br />dilema “integração regional x concorrência local”. Parte-se da concepção de uma “cultura de fronteira” como elemento de integração das realidades territoriais envolvidas, sobretudo quando articulam<br />Estados Nacionais em blocos, como o MERCOSUL e a UE. Naquele caso  observa-se que a ação estatal voltada ao desenvolvimento urbano responde a pressões do circuito superior, aprofundando assimetrias nos espaços urbanos compartilhados. A complementaridade entre os circuitos da economia urbana nestas cidades aparece como solução que, somada à ação do Estado para dispersão no território de equipamentos sociais, possibilita a (re)apropriação, pelas populações locais, dos espaços tomados pelo econômico. Isso acaba por conformar uma nova identidade, portadora de valores que estão na base de uma comunidade, objetivo maior a ser perseguido por projetos de integração e desenvolvimento regional. A relação com a UE, então, se dá em razão da similaridade de condições jurídico-políticas (poder local/tradição municipalista) e de indicadores socioeconômicos, restando, pois, analisar os arranjos político-institucionais indispensáveis.</p> 2018-05-16T18:42:29+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/14225 Reflexões sobre as legislações e práticas de proteção social no Brasil e em Portugal para o enfrentamento à violência contra meninas (crianças e adolescentes) de 2000 a 2015 2018-05-16T18:42:30+00:00 Nivia Valença Barros cronosppgcs@gmail.com Rita de Cássia Santos Freitas cronosppgcs@gmail.com Maria Izabel Valença Barros cronosppgcs@gmail.com <p>Reflete-se sobre as práticas de proteção social e a legislação brasileira e portuguesa, no que tange ao enfrentamento a violência contra meninas (crianças e adolescentes), nos primeiros anos do século XXI (2000<br />– 2015). Ao analisar tais ações destacamos o caráter sexista e excludente, ainda presentes, sem, contudo, menosprezar,<br />os avanços obtidos para este segmento social pós-redemocratização do Brasil nos anos de 1990, e em Portugal, pós 25 de abril de 1974. Para apresentar tal temática efetuamos uma análise das legislações<br />que foram desenvolvidas neste período e as focalizamos como resultante de pressões de movimentos sociais e como uma importante forma de enfrentamento a violência contra meninas. E, neste mesmo sentido destacamos algumas das ações de proteção social realizadas no período como um elemento fundamental para o combate a tais violências e, em especial, destacamos as ações e articulações do movimento feminista em ambos os países. </p> 2018-05-16T18:42:30+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/14227 EDUCAÇÃO E EMANCIPAÇÃO: a perspectiva da Lei Federal 10.639/2003 2018-05-16T18:42:32+00:00 Benjamin Xavier Paula benjaminx@ces.uc.pt <p>Aborda-se a implementação da Lei Federal 10.639 de 09 de janeiro de 2003, bem como, seu arcabouço jurídico normativo, o Parecer CNE/CP nº 3/2004 e a Resolução CNE/CP nº 1/2004 seus significados e intenções, numa perspectiva teórico-metodológica que busca<br />articular uma educação antirracista com os pressupostos éticos e estéticos de uma educação para a emancipação social, amparado na perspectiva dos conceitos de Boaventura de Sousa Santos (2010),<br />Paulo Freire (2007) e Ana Maria Saul (1988), bem com, nos referenciais radicadas na experiência africana das diásporas, como disposto em Joseph Ki-Zerbo (2010), Elisa Larkin Nascimento (1996; 2008; 2009), Cheikh Anta Diop (1974, apud NASCIMENTO, 1996); Kabengele<br />Munanga (1986; 2000; 2003; 2006), Neuza Santos Souza (1983), Frantz Fanon (2008), Abdias do Nascimento (2002), Carlos More<br />(2007), Molefi Kete Asante (1987; 1989;1990), Jacques D’Adesk (2001), Dagoberto José Fonseca (2008), Luiz Alberto Oliveira Gonçalves; Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva (2000), e os dados empíricos da<br />pesquisa levantados a partir da pesquisa bibliográfica e pesquisa documental.<br /><br /></p> 2018-05-16T18:42:32+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/14228 SEXUALIDADE E PARTO: em busca do elo perdido 2018-05-16T18:42:33+00:00 Lia Luz liahluz@gmail.com <p>Tendo-se como base metodológica a sociologia das ausências e a sociologia das emergências proposta por Boaventura de Sousa Santos, este artigo realiza uma cartografia simbólica teórica e prática<br />sobre a relação entre sexualidade e parto. Na parte inicial, debate-se como o paradigma hegemônico da biomedicina, o chamado modelo tecnocrático, conforme categorização proposta por Davis-Floyd,<br />foi dissociando o parto da sua natureza sexual. Em seguida, aborda-se a sexualidade do parto a partir de uma revisão da literatura que incluiu o resultado de pesquisas acadêmicas mais recentes sobre a temática, criando uma base teórica que situa o parto enquanto evento inerentemente sexual. No campo empírico, a temática é abordada a partir das narrativas e da percepção pessoal de mães<br />da comunidade intencional de Tamera, no sul de Portugal, escolhida como lócus de pesquisa por manter uma cultura de (amor e) sexualidade livre e também por incentivar os partos domiciliares planejados,<br />dois ingredientes fundamentais para permitir a religação do elo entre sexualidade e parto. Tal etapa foi conduzida com o propósito de identificar como as mulheres vivenciam ou expressam sua sexualidade<br />no trabalho de parto e parto. Conclui-se que o parto é um evento intrinsecamente sexual, bastante marcante no ciclo sexual das mulheres, além de ser considerado extremamente empoderador, com consequências não apenas para a vida sexual, mas para a vida delas como um todo.</p> 2018-05-16T18:42:33+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/14229 A tradição do Festival de Caretos de Salsas ou os relatos da mudança social 2018-05-16T18:42:34+00:00 Savina Lafita cronosppgcs@gmail.com <p>Numa perspectiva que permite analisar a festa dos Caretos de Salsas como fonte de discursos e práticas de género, este trabalho, que situa a festa num processo mais amplo de revitalização e patrimonialização<br />das festas de inverno no nordeste de Portugal, pretende refletir sobre a maneira como a mudança semântica que a performance sofreu interpela as memórias individuais colaborando no processo de mitificação da tradição.</p> 2018-05-16T18:42:34+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/14230 Humano cão que não chacoalha o rabo 2018-05-16T18:42:34+00:00 Gustavo Castro cronosppgcs@gmail.com Poiesis 2018-05-16T18:42:34+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/14231 A sociologia das ausências e das emergências em sala de aula 2018-05-16T18:42:35+00:00 Ana Laudelina Ferreira Gomes cronosppgcs@gmail.com <p>SANTOS, Boaventura de Souza. A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência. Para um novo senso comum. Vol. 1. 4a. ed. São Paulo: Cortez, 2002.</p><p><br />SANTOS, Boaventura de Souza. A gramática do tempo. Para uma nova<br />cultura política. Vol. 4. 2ª. Ed. São Paulo: Cortez, 2008.</p> 2018-05-16T18:42:35+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/14232 ESTADO Y PARENTESCO COMO FORMAS DE ARTICULACIÓN SOCIAL EN EL ANTIGUO EGIPTO: nuevas investigaciones históricoantropológicas sobre dinámicas políticas, económicas e ideológicas 2018-05-16T18:42:35+00:00 Horacio Miguel Hernan Zapata horazapatajotinsky@hotmail.com <p>CAMPAGNO, Marcelo (Ed.). Estudios sobre parentesco y Estado en el Antiguo Egipto. Buenos Aires: IHAO-FFyL-UBA/Ediciones Del Signo, 2006. 228 páginas.</p> 2018-05-16T18:42:35+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/14233 Expediente 2018-05-16T18:42:36+00:00 Revista Cronos cronosppgcs@gmail.com Expediente 2018-05-16T18:42:36+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/14279 Dossiê Diversidade de saberes sobre a América Latina II 2018-05-17T14:10:09+00:00 Revista Cronos, v.18, n. 2, jul./dez. 2017 cronosppgcs@gmail.com Revista Cronos, v.18, n. 2, jul./dez. 2017 2018-05-16T18:42:36+00:00 ##submission.copyrightStatement##