https://periodicos.ufrn.br/cronos/issue/feed Revista Cronos 2022-06-07T16:27:31-03:00 Editores Cronos cronosppgcs@gmail.com Open Journal Systems <p style="margin: 0px; min-height: 50px; max-height: 125px; overflow: hidden; text-overflow: ellipsis;"><strong>Scope:</strong> A Revista CRONOS, periódico oficial do Programa de Pós-Graduaçáo em Ciências Sociais/UFRN, é publicada semestralmente desde o ano 2000. Sua proposta é difundir a pesquisa e a reflexão acadêmicas relevantes em Ciências Sociais oriundas de centros de investigaçáo qualificados do Brasil e do Exterior, procurando contribuir ao processo de reflexáo e debate teórico sobre as transformações fundamentais e os desafios que se processam nas sociedades contemporâneas. A cada número da revista um dossiê temático anunciará a problemática em discussão, seguido de artigos de temática livre inéditos, num movimento pluri/transdisciplinar. A CRONOS aceita submissão de artigos em fluxo contínuo para avaliação pelo sistema duplo-cego.</p> <p style="margin: 0px; text-align: left;"><strong>Área do conhecimento</strong>: Interdisciplinar <strong>Qualis/CAPES</strong>:B4 <strong>e-ISSN</strong>:1982-5560 <strong>Contato</strong>:<a title="E-mail" href="mailto:cronosppgcs@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">cronosppgcs@gmail.com</a></p> https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/29124 EDIÇÃO COMPLETA 2022-06-07T16:23:24-03:00 Cronos Editores cronosppgcs@gmail.com <p>Edição completa</p> 2022-06-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Cronos https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/28654 PÓS-DEMOCRACIA? 2022-04-06T12:51:12-03:00 Juan Carlos Monedero juancarlos.monedero@gmail.com <p>Em tempos de crise, a compatibilidade entre capitalismo e democracia volta como um ponto de interrogação. A financeirização da economia, a desregulamentação econômica e a capacidade de lobby das grandes empresas são fatores que limitam a capacidade de gestão do Estado. Da mesma forma, a cartelização dos partidos políticos, a saturação audiovisual, o imaginário consumista hegemônico e a assunção do “capitalismo popular” pelas classes médias enfraqueceram o compromisso do pós-guerra com os valores socialdemocratas. Isso leva a um olhar nostálgico sobre a “democracia” perdida. Mas por trás da “pós-democracia” há um processo de maior profundidade: a centralidade da “pós-política”, que neutraliza o elemento central da democracia: o conflito.</p> 2022-06-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Cronos https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/28662 MIGRAÇÃO E RELIGIÃO 2022-04-07T16:00:33-03:00 Orivaldo P. LOPES JR. orivaldojr@yahoo.com.br <p> <span class="fontstyle0">Desde os anos 1980, o Brasil se tornou um país emissor no processo migratório internacional, e os Estados Unidos foram um de seus focos principais. Desde então, as Igrejas Evangélicas, especialmente as Pentecostais, tornaram-se uma parte significativa da população brasileira. Ambos os processos estão interligados, pois, na medida em que o Brasil se afastava de uma estrutura social tradicional, sua população ia se sentindo cada vez mais livre para experimentar novas religiosidades e viver em outros países. A imigração brasileira para os Estados Unidos se concentrou em algumas cidades e regiões como Boston, New York, Florida e Newark (New Jersey). Nesse último caso, a presença portuguesa desempenhou um papel fundamental, devido à questão linguística. No verão de 2000, fizemos um levantamento meticuloso junto às 20 igrejas evangélicas de brasileiros e uma Assembleia de Deus de Portugueses em Newark. Em julho de 2013, as igrejas alistadas na pesquisa de 2013, em Newark, foram revisitadas e novas descobertas foram agregadas. Das 21 igrejas de fala portuguesa em 2000, o número cresceu para 130. Exceto algumas delas, a maioria das congregações está perdendo a segunda geração de imigrantes brasileiros. Os pastores e as comunidades religiosas tem tido um papel importante na construção de um ambiente acolhedor e salutar para os imigrantes. Igrejas são a principal fonte de ajuda antes que os imigrantes aprendam a recorrer ao apoio público e social. Entretanto, tendências a um fechamento social e político e o conflito entre os líderes eclesiásticos tem enfraquecido o impacto dessas mais de cem igrejas em Newark.</span> </p> 2022-06-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Cronos https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/29123 RAISON ET IMAGINATION CHEZ GASTON BACHELARD 2022-06-07T16:17:47-03:00 Ana Laudelina Ferreira Gomes analaudare@gmail.com <p><span class="fontstyle0">Il s’agit de la construction d’une problématique sur la relation entre le réel et le rationnel, l’expérience et la raison, autant dans l’épistémologie que dans la poétique bachelardienne. Dans le premier cas, l’immédiat doit céder de l’espace au construit, dans le second, à travers la notion de rythme, l’homme est intégré à la nature et non déduite à celle-ci. Ainsi, dans la poétique bachelardienne, l’image correspondrait à un rythme, crée une image poétique qui, en termes temporels, comme dit J.J. Wunenburger, produit, en même temps, permanence et différence, continuité et discontinuité. En prenant en compte cette<br>notion de rythme, nous pouvons penser que, pour Bachelard, autant la science -comme phénoménotechnique-, que la poésie -comme métaphysique instantanée- sont sous les signes de la répétition et de la nouveauté. Dans la science, par la voie du rationalisme appliqué, où, selon Bachelard, rationalisme et empirisme se dialectisent. Dans la poésie, cette association répétition-nouveauté arrive par deux voies, celle de l’imagination des matières élémentaires et celle de la phénoménologie de l’imagination. Ainsi, nous pouvons penser que, tandis que dans l’épistémologie bachelardienne, répétition-nouveauté (rythme)<br>en science est engendrée par la raison -dans sa fonction d’agressivité et de turbulence sur la connaissance déjà accumulée et sur l’inconnu- ; dans la poétique bachelardienne, elle est produite par l’imagination, comprise comme faculté de déformation du réel, ou, comme le veut Wunenburger, comme inversion du réel.</span> </p> 2022-06-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Cronos https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/29062 A DEMOCRACIA NA PÓS-MODERNIDADE 2022-06-01T16:30:43-03:00 Tiago Tavares tiagotavaresufrn@gmail.com Ângelo Girotto angelogirotto@gmail.com José Antônio Spinelli Lindoso spinellih@uol.com.br <p>O presente artigo realiza uma releitura do estado da democracia, notadamente no Brasil, a partir das obras de Antonio Gramsci e Norberto Bobbio. Dialogando com a noção de pós-modernismo, adentra no debate sobre a redemocratização brasileira&nbsp; , propondo questões acerca da democracia nas disputas pela hegemonia. Conclui que a democracia passou a incorporar a estragégia dos atores políticos contra-hegemônicos, tornando-se palco privilegiado das disputas pela direção da sociedade civil.</p> 2022-06-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Cronos https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/26467 PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE NO CAPITALISMO CONTEMPORÂNEO 2021-10-15T21:34:18-03:00 Lucas Fortunato lucasfortitude@gmail.com Alex Galeno alexgalenno@gmail.com Fagner França fagnertf@yahoo.com.br <p>A crise que, desde a década de 1970, o capitalismo vem tentando contornar é, além das evidentes crises econômicas e políticas, a crise da subjetividade. Essa é sem dúvida uma problemática fundamental das atuais sociedades que precisa ser analisada e compreendida em toda sua extensão. Acompanhando o ritmo tecnológico, o capitalismo contemporâneo tornou-se, no decorrer dos anos, gradativamente maquinocêntrico. Cada vez mais, os sujeitos são inseridos em circuitos de homens e máquinas conjugados. Na concepção de Gilles Deleuze e Félix Guattari, as sociedades neoliberais, marcadas pelo modo de produção pós-fordista e por um sistema voltado para o consumo, desenvolveram um regime de produção de subjetividade maquínica. Em paralelo à sujeição social, montou-se um regime de servidão maquínica generalizado. Nas atuais sociedades ocidentais, as subjetividades são produzidas na convergência desses dois regimes. Porém, esse processo não ocorre sem resistências. Há que se considerar as subjetivações políticas, caracterizadas pelas rupturas, criações e potências do desejo, que dinamizam micropolíticas irredutíveis aos processos de dominação em vigor. Nesse ensaio, apresentamos algumas reflexões e problemáticas sobre essas questões, principalmente, à luz dos autores Gilles Deleuze, Félix Guattari e Maurizio Lazzarato.</p> 2022-06-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Cronos https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/29098 EDITORIAL 2022-06-03T16:40:03-03:00 Cronos Editores cronosppgcs@gmail.com <p>Editorial</p> 2022-06-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Cronos https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/29099 EXPEDIENTE 2022-06-03T16:41:36-03:00 Cronos Editores cronosppgcs@gmail.com <p>Expediente</p> 2022-06-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Revista Cronos