Revista Cronos https://periodicos.ufrn.br/cronos <p style="margin: 0px; min-height: 50px; max-height: 125px; overflow: hidden; text-overflow: ellipsis;"><strong>Scope:</strong> A Revista CRONOS, do Programa de Pós-Graduaçáo em Ciências Sociais/UFRN é publicada com periodicidade semestral. Sua proposta é difundir a pesquisa e a reflexáo acadêmicas relevantes em Ciências Sociais oriundas de centros de investigaçáo qualificados do Brasil e do Exterior, procurando contribuir ao processo de reflexáo e debate teórico sobre as transformações fundamentais e os desafios que se processam nas sociedades contemporâneas. A cada número da revista um dossiê temático anunciará a problemática em discussáo, seguido de artigos inéditos num movimento pluri/transdisciplinar.</p> <p style="margin: 0px; text-align: left;"><strong>Área do conhecimento</strong>: Interdisciplinar <strong>Qualis/CAPES</strong>:B3 <strong>e-ISSN</strong>:1982-5560 <strong>Contato</strong>:<a title="E-mail" href="mailto:cronosppgcs@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">cronosppgcs@gmail.com</a></p> pt-BR Revista Cronos 1518-0689 Apresentação https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/20103 <p>Apresentação da edição</p> Josineide Silveira De Oliveira Maria Da Conceição De Almeida Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 3 4 A Chave é a Questão https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/20104 <p>Nota sobre a ilustração.</p> Paulo Azevedo / Pazciência Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 6 6 Ética Complexa, Ciência e Sujeito Bifurcações na Interface Homem-Máquina https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/20105 <p>Busca-se no presente artigo compreender o caráter ambivalente da ciência. Partimos do pressuposto de que existe uma complexidade intrínseca no cerne da ciência, a qual perpassa seus fundamentos éticos. Essa ambivalência torna-se mais evidente quando o homem passa a intensificar o uso de dispositivos no contexto da sociedade global contemporânea. Tal conjuntura origina bifurcações no modo de interação do humano com o não humano. <br>Palavras-chave: Ética. Ciência. Bifurcações. Dispositivo. Contemporâneo.</p> Andrezza Lima de Medeiros Maria Rita Pereira Xavier Orivaldo Pimentel Lopes Júnior Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 7 22 Ciência, Objetividade e Conhecimento https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/20106 <p>Caracterizando-se por um modo de perceber e compreender a realidade a partir de teorias, pesquisas, regras, princípios, conceitos e métodos que lhes são próprios, a ciência foi se consolidando como uma linguagem universal, podendo ser vista como uma narrativa que se construiu sobre a vida e os fenômenos do mundo e que ao longo da história se estabeleceu entre nós. O presente texto tem como ponto de partida algumas inquietações, entre elas: o que é que a ciência tem? Será a ciência suficiente? A ciência é científica? Essas são as interrogações que nos colocamos para refletir e problematizar sobre ciência, objetividade e conhecimento. <br>Palavras-chave: Ciência. Objetividade. Conhecimento.</p> José Gledson Nogueira Moura Louize Gabriela Silva De Souza Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 23 28 Para Uma Antropologia do Caos https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/20108 <p>Neste artigo é apresentado um diagnóstico do presente na intenção de contribuir para uma antropologia do caos, perspectiva aberta pelos estudos de Claude Lévi-Strauss sobre a civilização ocidental. Para tanto, a noção de progresso e o valor da tecnologia que nortearam os projetos da civilização são problematizados. Por fim, propomos a reforma do pensamento e a construção de uma ética ecosófica planetária para superar os impasses da atualidade. <br>Palavras-chave: Antropologia. Civilização. Progresso. Tecnociência. Caos. Ecosofia.</p> Lucas Fortunato Rêgo De Medeiros Francisco Jadson Silva Maia Alexsandro Galeno Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 29 40 Dos Estudos Feministas as Experiencias Trans https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/15924 <p>O presente artigo objetiva discutir, a partir dos estudos de gênero e sexualidade, os principais aportes e contribuições que impulsionaram o surgimento das categorias ‘travesti’ e “transexual” da maneira que estas são concebidas no Brasil. Para isso, serão apontadas e problematizadas as características basilares que as identidades coletivas do século XX fizeram eclodir na academia e nos movimentos sociais e políticos, dentre as quais se destacam o movimento feminista, o levante de Stonewall e as políticas públicas calcadas nas campanhas de prevenção a AIDS. Por fim, serão elencadas as singularidades que permeiam as travestilidades e transexualidades e suas intersecções com as demais (trans)categorias.</p> Tarcisio Dunga Pinheiro Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 41 54 O Método Complexo e o Seu Tempero Vivo https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/15664 <p>A ciência na busca por respostas para compreender as diversas variáveis que cercam os humanos no universo cosmológico, reconheceu a necessidade de articular e religar saberes de várias áreas do conhecimento, implicando em recusar uma ruptura entre a cultura científica e a das humanidades. Assim sendo, conhecer o conhecimento é tarefa essencial de um cientista reflexivo, capaz de compreender o humano em sua complexidade. Acredita-se que a arte seja a chave para ir de encontro com a objetividade do conhecimento e aquilo que é de subjetivo do humano, pois, como já dizia Edgar Morin, em toda obra de arte há um pensamento profundo sobre a condição humana. A arte, em especial a literatura, pode ser considerada objeto de conhecimento e um meio adicional e potente para compreender os questionamentos profundos da condição humana, uma vez que possibilita um pensar voltado para a subjetividade do indivíduo ou da coletividade, rompendo assim com o pensamento pragmático. Dessa forma, pode-se alcançar uma forma de conhecer o conhecimento se deslocando de um campo para outro, realizando correlações entre as ciências, sendo a literatura uma via para tal movimento. Conhecer os limites da ciência nos faz refletir não mais sobre o que estamos buscando, mas onde queremos chegar. Nesse sentido, sujeitos reflexivos dispostos a encarar o método científico como uma estratégia ou ensaio, estão comprometidos com o pensamento complexo que está em constante construção e auto-organização.</p> Viviany Moura Chaves Alex Galeno Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 55 62 Sete Interrogações Para a Ciência Contemporânea https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/20113 <p>Neste artigo, a ciência, a mídia e a cultura produzidas pelo capitalismo são colocadas em perspectiva por uma reflexão ensaística, questionadora e cética. Temas atuais como aparelhamento das ciências, desenraizamento do presente e poluição imagética são tratados como efeitos de potências destruidoras inerentes ao poderio da civilização capitalista. <br>Palavras-chave: Giftschrank. Ciência Aparelhada. Produção de Ignorância Sistematizada. Desenraizamento do Presente. Fundamentalismo.</p> Norval Baitello Junior Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 63 68 How Can We Enter in Dialogue? https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/20114 <p>Can we really dialogue?</p> Basarab Nicolescu Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 69 79 La Dimension Spirituelle de la Formation Existentielle https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/20115 <p>Les recherches sur l’autoformation existentielle visent à comprendre comment nous nous formons tout au long de la vie (GALVANI, 2010). Poser la question de l’autoformation existentielle c’est questionner la dimension formatrice des différents moments d’apprentissage, de travail, de voyage, d’amours, de naissances et de morts, etc. C’est explorer les différentes temporalités depuis la maturation lente et quasi invisible des expériences immergées dans le quotidien; jusqu’aux transformations bouleversantes qui surgissent des expériences limites</p> Pascal Galvani Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 80 95 Interrogação Científica Para a Contemporaneidade: Entrevista com Maria da Conceição de Almeida e Alexsandro Galeno de Araujo https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/15741 <p><em>Em um diálogo para a revista CRONOS, a antropóloga Maria da Conceição de Almeida, professora doutora titular do Departamento de Fundamentos e Políticas da Educação da UFRN, também ligada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, e o professor doutor Alexsandro Galeno de Araújo Dantas, do Departamento de Graduação e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFRN discutem sobre os desafios da ciência, do intelectual e da universidade para enfrentar as questões colocadas pela sociedade contemporânea. </em></p> Fagner Torres de França Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 132 146 O Desenvolvimento do Conhecimento Contemporâneo https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/5429 <p>O presente trabalho consiste em uma breve reflexão do panorama científico atual. Revendo os preceitos teorematizados da lógica cartesiana vigente durante anos, evidencia seu declínio e contestação. Novas abordagens e perspectivas se delineiam diante do crescente trabalho dos investigadores científicos na busca de uma melhor compreensão da natureza complexa do real. Este trabalho utiliza uma série de textos e busca tecer um alinhavo reflexivo que possa nos aproximar do contexto científico atual que cada vez mais admite a opacidade do real. As ideias de Gaston Bachelard tomadas por este trabalho ajudam a entender a construção de um novo espírito científico, espírito fundamental para a compreensão de uma realidade complexa e opaca. Finalizando, o estudo reflexivo conta com exemplos de importantes teóricos, em diferentes áreas do conhecimento, que têm adotado uma nova postura e um novo espírito científico. Em suma, este trabalho ajuda-nos a rever o mito da verdade absoluta.</p> Ivair Fernandes de Amorim Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 96 114 Percepções da Disciplina de Sociologia Entre Alunos do 3° Ano do Ensino Médio https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/13253 <p>Este artigo faz uma análise discursiva da percepção da disciplina Sociologia entre alunos do 3° ano do Ensino Médio de uma escola pública do Piaui. Partiu-se do pressuposto teórico de que a Sociologia deve problematizar a vida do aluno, sua existência no mundo real, com suas implicações nos diversos campos da vida. Fruto de pesquisa de conclusão de curso, seu problema foi: qual a percepção que os estudantes do 3° ano do Ensino Médio da Unidade Escolar Barão de Gurgueia têm sobre a disciplina Sociologia? Para analisar aspectos envolvidos nesta problemática, a metodologia utilizada constou de uma abordagem que envolveu a pesquisa qualitativa, com entrevistas feitas entre os estudantes, e como método de interpretação a análise de conteúdo. Os resultados achados no campo de pesquisa revelaram que alguns alunos têm uma certa compreensão sobre o que seja o objeto da Sociologia na escola enquanto outros não o compreendem. Do mesmo modo, uma parte deles acredita que a disciplina dialoga com a vida cotidiana dos mesmos, mas, diferentemente, outra parte não identifica essa interação entre a Sociologia e suas experiências sociais. Desse modo, a contextualização curricular ainda se configura como um desafio fundamental no ensino da Sociologia.</p> Luciano de Melo Sousa Edvaldo Gonçalves do Nascimento Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 115 131 Por um Novo Mundo Que há de Vir e Vida Da Pedra https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/15628 <p>Essa submissão originalmente se tratava apenas da prosa poética "Por um Novo Mundo Que há de Vir" do senhor Paulo Dorian Pereira de Carvalho, porém, uma vez se tratando do tópico "Prosa Poética", a mesma será publicada juntamente com o texto "Vida Da Pedra" da autora Cláudia Moreira.</p> Paulo Dourian Pereira de Carvalho Claudia Moreira Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 148 155 No Tempo das Cat´ástrofes https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/15621 <p>Resenha do livro "No tempos das catástrofes: Resistir à barbárie que se aproxima" de Isabelle Stengers.</p> Lucas Fortunato Rêgo de Medeiros Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 156 157 O Pensamento Pós-Colonial e a Problemática da Representação das Vozes Subalternas https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/17254 <p>"Pode o subalterno falar?" é considerado um texto relevante não apenas para os estudos pós-coloniais, mas ainda “para os estudos culturais e para a crítica feminista ao indagar as formas de repressão dos sujeitos subalternos, interrogando a própria cumplicidade dos intelectuais contemporâneos nesse processo.”&nbsp; (ALMEIDA, 2010, p. 19). A autora Gayatri Chakravorty Spivak é indiana e nasceu em 1942 em Calcutá, sendo considerada hoje uma das principais referências da epistemologia e das perspectivas feministas e dos estudos pós/decoloniais. A autora acadêmica e literária é uma crítica da interpretação histórica “falogocêntrica” - imperialista e marxista - para ela o feminismo ocidental “burguês” pode ser considerado cumplice do capitalismo internacional na opressão e exploração de mulheres do mundo em desenvolvimento.&nbsp;Para Spivak (2010), a tarefa do intelectual pós-colonial deve ser a de criar espaços por meio dos quais o sujeito subalterno possa falar para que, quando ele ou ela o faça, possa ser ouvido(a). Para ela, não se pode falar pelo subalterno, mas pode-se trabalhar contra a subalternidade, criando espaços no quais o subalterno possa se articular e, com consequência, possa também ser ouvido. Recomendamos a pequena e complexa obra para estudiosos das áreas de gênero e estudos pós/decoloniais de todas as áreas de atuação, especialmente das Ciências Sociais e Ciências Humanas, sejam graduados ou não, e também para não acadêmicos que tenham interesse pelos assuntos nele abordados.</p> Maria Laís dos Santos Leite Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 158 162 EXPEDIENTE https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/20116 <p>EXPEDIENTE</p> Revista Cronos Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 163 164 Dossiê Interrogações Científicas Contemporâneas https://periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/20117 <p>Edição Completa</p> Revista Cronos Copyright (c) 2020 Revista Cronos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2020-03-16 2020-03-16 20 1 01 164