Diálogos Sonoros
https://periodicos.ufrn.br/dialogossonoros
Universidade Federal do Rio Grande do Nortept-BRDiálogos Sonoros2764-8257<p>A revista está licenciada sob a licença Creative Commons<a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/"> Atribuição – Não comercial 4.0 Internacional (CC BY-NC 4.0)</a> que concede aos usuários a permissão para ler, fazer download, copiar, distribuir, imprimir ou referenciar o texto integral dos artigos sem solicitar previamente a autorização dos editores ou autores. </p>Memória, retórica e improvisação em L’Art de Préluder..., de Jacques-Martin Hotteterre, París 1719 e no Versuch..., Berlín e París, 1752 de Johann Joaquim Quantz
https://periodicos.ufrn.br/dialogossonoros/article/view/38813
<p>Aspectos retóricos da utilização da memória na construção do flautista galante e do flautista eloquente. As estratégias de composição "em tempo real" de prelúdios no tratado de Hotteterre e o método de ornamentação e improvisação no tratado de Quantz sob a perspectiva da memória.</p>Gabriel Pérsico
Copyright (c) 2025 Diálogos Sonoros
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-04-022025-04-023128Jogos de improvisação no ensino coletivo do violoncelo
https://periodicos.ufrn.br/dialogossonoros/article/view/38605
<p>O objetivo deste artigo é relatar parte de uma pesquisa de mestrado realizada na Universidade de São Paulo nos anos de 2017 e 2018 e algumas reflexões que se originaram a partir da sua elaboração e implementação. Tal pesquisa discutiu a utilização de 10 jogos de improvisação direcionados ao ensino coletivo do violoncelo e sua aproximação com as poéticas da música contemporânea. Foi utilizada a abordagem qualitativa da pesquisa-ação, com base em Flick (2009), Tripp (2005) e Thiollent (2005). O campo empírico foi constituído por três projetos de ensino coletivo do estado de São Paulo: o Instituto Baccarelli, o Projeto Guri e o Instituto Fukuda. A produção dos dados aconteceu por meio da observação participante, com a escrita de um diário de campo, de entrevistas e de questionários. A forma de análise utilizada foi a triangulação dos dados, conforme indicado por Denzin (2000). Entre os resultados apresentados, foi considerado que os jogos puderam promover a aproximação dos estudantes com as poéticas da música contemporânea; desenvolveram a proatividade crítica e o empoderamento criativo dos estudantes; promoveram a integração, novas formas de escuta e novas maneiras de abordar o instrumento; e se mostraram uma estratégia possível para a iniciação coletiva ao violoncelo. Entre as considerações destacam-se a construção coletiva da experiência musical propiciada pelos jogos. O papel do professor de instrumento musical como mediador das atividades foi evidenciado, situando-se fora do lugar comumente a ele atribuído. Foi notável, ainda, o papel das atividades coletivas de improvisação no desenvolvimento de posturas éticas, críticas e cidadãs.</p>Marta Brietzke
Copyright (c) 2025 Diálogos Sonoros
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-04-022025-04-023121Capa
https://periodicos.ufrn.br/dialogossonoros/article/view/39673
Copyright (c) 2025 Diálogos Sonoros
https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
2025-04-022025-04-02311