https://periodicos.ufrn.br:443/educacaoemquestao/issue/feedRevista Educação em Questão2021-03-04T14:49:47+00:00Alessandra Cardozo de Freitaseduquestao@ce.ufrn.brOpen Journal Systems<p style="margin: 0px;"><strong>Scope:</strong> A Revista <em>Educação em Questão</em> é um periódico do Centro de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Periódico (<em>on</em>-<em>line</em>), de fluxo contínuo e de acesso aberto, publicado em quatro edições anuais com artigos originais e inéditos de Educação, resultantes de pesquisa cientifica, além de resenhas de livros e documentos históricos.</p> <p style="margin: 0px; text-align: left;"><strong>Área do conhecimento</strong>: Educação <strong>Qualis/CAPES</strong>:A2 <strong>e-ISSN</strong>:1981-1802 <strong>Contato</strong>: <a title="E-mail" href="mailto:eduquestao@ce.ufrn.br" target="_blank" rel="noopener">eduquestao@ce.ufrn.br</a></p>https://periodicos.ufrn.br:443/educacaoemquestao/article/view/23805Editorial2021-02-25T13:02:08+00:00Marta Maria de Araújo eduquestao@ce.ufrn.br<p>Editorial</p>2021-02-09T23:51:39+00:00Copyright (c) https://periodicos.ufrn.br:443/educacaoemquestao/article/view/24018Pedagogía social y educación social2021-02-25T13:01:48+00:00Valentín Martínez-Otero Pérezvalenmop@edu.ucm.es<p>Este artigo enfoca a pedagogia social, o campo científico, e a educação social, a atividade profissional. Embora a atenção oficial que ambos recebam seja muito diferente de acordo com os países, eles gozam de reconhecimento crescente na América Latina. A pedagogia tradicionalmente limitava a educação à família e à escola nos primeiros estágios da vida, mas a práxis educacional se estende por toda a vida. A educação social permite a formação permanente do indivíduo em diversas áreas: animação sociocultural, lazer e tempo livre, educação de adultos, educação especializada, etc. Ao revisar os aspectos marcantes do trabalho socioeducativo, é imprescindível fazer referência a modelos de intervenção, esquemas teóricos de alcance prático. Aqui, são revisados seis modelos de uma perspectiva flexível, aberta, dialógica e integrativa: psicodinâmico, cognitivo-comportamental, intervenção em crise, humanístico, crítico e sistêmico.</p>2021-02-11T12:33:00+00:00Copyright (c) https://periodicos.ufrn.br:443/educacaoemquestao/article/view/23365Por um diálogo com a fotografia digital ambiental desde a educação primária2021-03-04T14:49:47+00:00Victor Amarvictor.amar@uca.es<p>A fotografia digital é um recurso que se utiliza pouco na educação primária. A educação ambiental é um conteúdo que se explica de modo pontual no currículo. Quer dizer, vamos propor o diálogo como primeira ferramenta pedagógica, aliás, da escuta ativa e sua vinculação à cultura slow, como a intenção de que o aluno e o professor possam tomar seu tempo para mirar e admirar, para realizar e compartilhar uma fotografia. E nossa proposta didática passa por ser feita com o celular e se continue com coloca-lhe voz à fotografia, fazer que ela se descreva. Mais sem esquecer que uma fotografia digital ambiental diz muito de quem fê-la, de sua sensibilidade, de sua proposta e de sua motivação. Em certo modo, inovar pode se interpretar na aula como um passo prévio à motivação. E a fotografia digital ambiental em educação primária vai dá-nos grandes lições magistrais.</p>2021-03-04T11:46:50+00:00Copyright (c) 2021 Revista Educação em Questãohttps://periodicos.ufrn.br:443/educacaoemquestao/article/view/23212A educação de surdos no Brasil no século XIX e o legado de países europeus2021-02-25T13:02:13+00:00Cássia Geciauskas Sofiatocassiasofiato@usp.brPaulo Vaz de Carvalhopcjanas.vazdecarvalho@gmail.comOrquídea Coelhoorquidea@fpce.up.pt<p>A educação de surdos teve início em muitos países a partir do século XIX por meio da influência do Instituto Nacional de Surdos de Paris, fundado no século XVIII. Foi o caso do Brasil com a fundação do Imperial Instituto dos Surdos-Mudos, em 1857, no Rio de Janeiro. Outro país que inaugurou este tipo de educação no mesmo século foi Portugal, porém com outra linhagem, a sueca. Assim sendo, este estudo objetiva destacar as possíveis influências que o Imperial Instituto dos Surdos-Mudos do Brasil recebeu do Instituto Nacional de Surdos de Paris e do Real Instituto de Surdos-Mudos e Cegos de Lisboa, em relação à proposta pedagógica e trabalho de reabilitação. A pesquisa possui uma abordagem qualitativa e é do tipo documental e bibliográfica. O estudo possibilitou compreender que o Instituto brasileiro assimilou vários aspectos do legado europeu, entre eles elementos do currículo e formação profissional para os alunos surdos.</p>2021-02-09T23:46:53+00:00Copyright (c) https://periodicos.ufrn.br:443/educacaoemquestao/article/view/23300A Fundação Victor Civita e a rede de entidades públicas e privadas na educação2021-02-25T13:02:05+00:00Cristiane Lopes de Sousacrixxlopesaf@gmail.comRonaldo Marcos de Lima Araujoronaldolimaaraujo@gmail.com<p>Neste artigo realiza-se um estudo sobre a articulação de diversas entidades privadas e públicas com a Fundação Victor Civita, que são expressas através da análise dos Editoriais de Estudos & Pesquisas Educacionais. Objetiva-se analisar a relação existente entre as entidades privadas e a Fundação Victor Civita no âmbito educacional. Utiliza-se o materialismo histórico dialético como base teórico-metodológica a partir de Kosik (1976) e Kopnin (1993), e a pesquisa documental para análise dos editoriais com base nas técnicas de Bardin (1977). Defende-se a tese da existência de uma rede de entidades privadas que se articulam à Fundação Victor Civita por intermédio dos editoriais de pesquisa, a fim de viabilizar estudos que ratificam o conteúdo do projeto orgânico de dominação da elite brasileira, o qual visa à manutenção das desigualdades existentes. Constatou-se a presença significativa da Fundação Victor Civita na articulação em rede do empresariado brasileiro, que fortaleceu o projeto orgânico, reafirmou os objetivos e viabilizou a aprofundamento da influência desses grupos nas políticas educacionais.</p>2021-02-10T12:25:09+00:00Copyright (c) https://periodicos.ufrn.br:443/educacaoemquestao/article/view/22747Hibridismo na gestão escolar2021-02-25T13:02:00+00:00Fabio Perbonifabioperboni@ufgd.edu.brRegina Tereza Cestari de Oliveira reginacestari@ucdb.br<p>O artigo apresenta resultados de pesquisa que analisa as percepções de diretores escolares sobre a gestão das escolas, elegendo como foco de análise as escolas públicas da cidade de Dourados – MS, captadas por meio de entrevistas, ancorada em abordagem qualitativa. Observou-se que coexistem, no trabalho dos diretores escolares, ao menos três fontes de influência: a) o patrimonialismo do qual derivam práticas clientelistas na gestão da coisa pública; b) a gestão democrática consolidada como princípio constitucional da educação pública, e; c) a Nova Gestão Pública que se apresenta no campo discursivo como novo padrão de eficiência a ser adotado em todos os âmbitos da administração. Constata-se a existência de um amálgama das três fontes de influência, nas percepções dos diretores sobre a gestão escolar. Localiza a presença de concepções e práticas clientelistas historicamente presentes nas instituições escolares em convivência com elementos da gestão democrática e da nova gestão pública. As percepções identificadas traduzem um hibridismo das concepções, recebendo influências díspares destas três fontes, ainda que seja perceptível uma recusa do patrimonialismo.</p>2021-02-10T12:27:40+00:00Copyright (c) https://periodicos.ufrn.br:443/educacaoemquestao/article/view/23046No recreio2021-02-25T13:01:56+00:00Debora Brederdeborabreder@hotmail.comGirlaine Vieira Weberwebergir1@yahoo.com.br<p>Este artigo propõe uma reflexão sobre um rito escolar no qual os corpos (in)dóceis de meninas e meninos podem, supostamente, se expressar com mais liberdade: o recreio. O que é o recreio, esse intervalo mágico, barulhento e alvoroçado que rompe momentaneamente um <em>continuum</em> feito de prescrições e proscrições? A partir de um olhar etnográfico, percebemos que o recreio também é feito de regras, nem sempre explícitas, que separam, classificam e hierarquizam, concorrendo para o trabalho incessante de adestramento dos corpos na escola. Os jogos e brincadeiras que nele ocorrem são generificados, assim como os espaços nos quais se desenrolam. Da quadra ao pátio, a sanção normalizadora recai de formas distintas sobre os corpos de meninas e meninos, segundo o gênero da transgressão e as transgressões de gênero. Entretanto, apesar da vigilância constante, meninas e meninos resistem, desviam, inventam: tensionam e deslocam as fronteiras de gênero em seus jogos e brincadeiras, testando, de forma lúdica, outras formas de ser e de estar no mundo.</p>2021-02-10T12:47:25+00:00Copyright (c) https://periodicos.ufrn.br:443/educacaoemquestao/article/view/23067Famílias e instituições: questões institucionais e educacionais 2021-02-25T13:01:53+00:00MARCOS ESPERmarcos.esper@usp.brLucila Nascimentolucila@eerp.usp.br2021-02-10T12:49:54+00:00Copyright (c) https://periodicos.ufrn.br:443/educacaoemquestao/article/view/21807A educação católica no século XX2021-02-25T13:01:51+00:00Thassiana Aparecida de Paulathassianapaula@hotmail.comPaula Cristina David Guimarãespauladavid@ufsj.edu.br2021-02-11T12:30:59+00:00Copyright (c) https://periodicos.ufrn.br:443/educacaoemquestao/article/view/21816A escola do futuro2021-02-25T13:01:43+00:00Heberth Souzahp.souza@globo.comKatriane Coutokcouto97@gmail.comMaria Eduarda Andradeandrade.maria2000@hotmail.com2021-02-19T13:48:50+00:00Copyright (c) 2021 Revista Educação em Questão