https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/issue/feed Revista Educação em Questão 2020-04-03T16:59:50+00:00 Profa. Marta Maria de Araújo eduquestao@ce.ufrn.br Open Journal Systems <p style="margin: 0px;"><strong>Scope:</strong> A Revista <em>Educação em Questão</em> é um periódico do Centro de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Periódico (<em>on</em>-<em>line</em>), de fluxo contínuo e de acesso aberto, publicado em quatro edições anuais com artigos originais e inéditos de Educação, resultantes de pesquisa cientifica, além de resenhas de livros e documentos históricos.</p> <p style="margin: 0px; text-align: left;"><strong>Área do conhecimento</strong>: Educação <strong>Qualis/CAPES</strong>:A2 <strong>e-ISSN</strong>:1981-1802 <strong>Contato</strong>: <a title="E-mail" href="mailto:eduquestao@ce.ufrn.br" target="_blank" rel="noopener">eduquestao@ce.ufrn.br</a></p> https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/19751 Editorial 2020-02-27T16:09:57+00:00 Marta Maria de Araújo eduquestao@ce.ufrn.br <p>Editorial</p> 2020-02-17T12:00:26+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/18439 Memes em aulas de língua inglesa 2020-02-27T13:49:40+00:00 Paulo Boa Sorte pauloboasorte1@gmail.com Jefferson do Carmo Andrade Santos jeffersonandrade06@hotmail.com <p>Os memes têm sido constantemente criados e compartilhados on-line como textos que retratam as mais distintas realidades, podendo propiciar diversas possibilidades no ensino de disciplinas escolares, como o Inglês. Este artigo tem o objetivo de analisar o uso de memes em aulas de Língua Inglesa por meio da Teoria dos Multiletramentos (LUKE, 2000; COPE &amp; KALANTZIS, 2000, 2008; ROJO, 2012). A metodologia de pesquisa baseia-se em análise documental (LAVILLE &amp; DIONE, 1999) como uma extensão da revisão da literatura (MACHI &amp; McEVOY, 2009). Um panorama teórico é apresentado sobre as concepções iniciais dos memes de acordo com os escritos de Dawkins (1976) e novas leituras sobre esse tipo de texto (LUKE, 2000; COPE &amp; KALANTZIS, 2008; ROJO, 2012; CALIXTO, 2018; AUTOR, no prelo). Como resultado, apontamos os memes como ferramentas direcionadas à construção de aulas de Língua Inglesa com aspectos mais críticos e reflexivos.</p> 2020-02-07T13:27:07+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/18469 A Valorização Docente na (re)construção da Identidade dos Profissionais do Ensino Superior em Angola 2020-02-27T13:53:02+00:00 Arão Chilulo Cutatela cutatela@gmail.com Alfredo Maria de Jesus Paulo pickmaria07@gmail.com Luís Alexandre da Fonseca Tinoca ltinoca@ie.ulisboa.pt <p>O presente artigo tem como finalidade refletir em torno da valorização docente, na (re)construção da identidade dos profissionais do Ensino Superior (ES). Sua elaboração desencadeou-se de uma abordagem qualitativa, inserida no paradigma interpretativo, fazendo alusão e análise do discurso dos autores e de conteúdo, articulados aos documentos normativos e estudos realizados por diversos investigadores sobre a temática em diferentes contextos educativos e sociais de modo geral, realidade dos docentes e vivência dos autores e no ES em Angola particularmente, enquanto campo da atuação de dois dos autores. O âmbito de análise foi de articular as orientações expressas nos documentos normativos e a importância que os diferentes autores atribuem a temática, contextualizada a realidade angolana. As conclusões rementem a compreensão da temática numa visão unilateral reforçando a necessidade valorizar profissionalmente os docentes a nível do ES em Angola.</p> <p>&nbsp;</p> 2020-02-07T13:34:40+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/19826 A investigação educacional desde a óptica histórico culturalista 2020-02-27T13:55:15+00:00 Gloria Fariñas León glofaleon2009@gmail.com <p>No presente artigo reflexiona-se a respeito dos critérios essenciais para desenhar e avaliar a investigação da aprendizagem e o desenvolvimento humano desde o ponto de vista histórico culturalista. Um dos propósitos desta discussão é destacar a contribuição dos pesquisadores deste enfoque em acercar os resultados da investigação às exigências de desenvolvimiento sociocultural atuais e futuras. O enfoque histórico culturalista possibilita-nos o proponho deste repto, também desde uma postura interdisciplinaria, tal como demanda o avanço do pensamento científico contemporâneo. Especialmente, se puntualizan requisitos que precisam ser mais reconhecidos nas investigações deste campo do conhecimento, conformes com as aspirações enunciadas. A análise terá como centro de atenção categorias ou leis desta tradição de pensamento.</p> 2020-02-07T13:36:29+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/18932 Juventude LGBTQI+ e a educação 2020-02-27T13:56:06+00:00 Maria Heloisa Melo Cardoso heloisa.cardoso@ifs.edu.br Dinamara Garcia Feldens dfeldens@hotmail.com Marizete Lucini marizetelucini@gmail.com <p>A ordem normativa da escola, a disciplina e o controle da juventude, caracterizam a Pedagogia conservadora de Herbart, que ainda se mantém presente nas salas de aula brasileiras. Assim, este estudo tem o objetivo de abordar a noção de educação desenvolvida por Herbart, especificamente no que diz respeito ao governo das crianças, e a compreensão da condição da juventude LGBTQI+ sob o enfoque das políticas inclusivas. Para tanto, percorre-se uma discussão conceitual, desenvolvendo um estudo explicativo conduzido à luz das reflexões teóricas que, pela abrangência de origem e de foco, representam uma amostra variada da produção relativa à temática aqui apresentada. Os resultados obtidos evidenciam que a normalização da sexualidade é traduzida por regras sociais que influenciam a sociedade e todos que dela fazem parte, inclusive a escola. Este estudo aponta as políticas inclusivas como um possível caminho a percorrer, pela escola, para lidar com as diferenças no campo do gênero e da sexualidade.</p> 2020-02-07T13:37:24+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/18105 O estatuto do trabalho do professor da escola: 2020-03-05T12:45:09+00:00 Valdeniza Maria Lopes da Barra dabarra@yahoo.com.br <p>De que modo o trabalho do professor da escola comparece no itinerário de institucionalização do estágio no âmbito de políticas e práticas de formação de professores, no intercurso que compreende a Resolução n.9 de 1969 até a política nacional recente de formação de professores no Brasil (PIBID, Residência Pedagógica)?&nbsp; Esta questão é tratada a partir de documentos de natureza normativa, revisão de literatura e dados de pesquisa envolvendo professores da escola básica/supervisores de estágio, estudo documental de PPP de escolas (campo de estágio) das redes federal, municipal e estadual. A hipótese é a de que há uma naturalização do trabalho desempenhado pelo professor da escola. A falta de reconhecimento do estatuto deste trabalho colocaria o estágio numa zona de invisibilidade que o ameaça, ao mesmo tempo que dele se subtrai as principais características transplantadas para programas paralelos à formação inicial.</p> 2020-02-07T13:38:31+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/19288 As finalidades dos sistemas de educação brasileiros 2020-02-27T13:57:47+00:00 Antonio Chizzotti anchizo@uol.com.br <p>Este artigo analisa as finalidades da educação escolar. Os debates eleitorais expuseram, nas tensões da retórica, um conjunto discrepante de opiniões sobre as finalidades e as responsabilidades da educação escolar. Os discursos dos candidatos, dos educadores e dos pesquisadores e a participação de diferentes grupos sociais nas discussões sobre educação trouxeram para o espaço público a importância da educação escolar para a construção do projeto político do Estado brasileiro. Esta pesquisa sintetiza essas manifestações e faz uma análise bibliográfica das finalidades da educação para explicitar quais são as finalidades fundamentais dos sistemas de ensino nacionais. O artigo analisa as três finalidades prospectivas da educação definidas na Constituição Brasileira: o pleno desenvolvimento da pessoa, o preparo para o exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho. São questões antigas, permanentes e sempre atuais nos sistemas nacionais de educação, historicamente fundamentais para construir-se um Estado e uma sociedade democrática, que garanta a Educação Básica universal para todos os brasileiros.</p> <p>&nbsp;</p> 2020-02-07T13:39:47+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/19125 Jornada de trabalho e docência 2020-02-27T13:58:28+00:00 Adriana e Silva Sousa adrianaess.2016@gmail.com Dante Henrique Moura dantemoura2014@gmail.com <p>Este estudo tem como objetivo analisar os desdobramentos da instituição da hora-atividade no trabalho do professor do ensino médio da rede estadual do Piauí, dentro do contexto das políticas educacionais implementadas no Brasil nas duas últimas décadas. Para isso, realizou-se uma revisão de literatura, com auxílio de uma pesquisa documental, sobre a jornada de trabalho dos professores da educação básica no país e as políticas educacionais que regulamentam a hora-atividade. Em seguida, analisam-se os dados de entrevistas semiestruturadas realizadas com: dois gerentes das Gerências Regionais de Educação da Secretaria de Estado da Educação do Piauí, 20 professores de ensino médio e um integrante do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica Pública do Piauí. Os resultados mostram que o avanço no cumprimento da hora-atividade se confronta com as condições de trabalho ainda inadequadas nas escolas, com a ingerência na organização pedagógica do tempo de trabalho do professor e com os baixos salários.</p> <p>Palavras-chaves: Jornada de trabalho. Ensino médio. Docência. Hora-atividade.</p> 2020-02-07T13:41:49+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/19150 Onze teses sobre a relação entre psicologia educacional e pedagogia escolar 2020-02-27T13:59:06+00:00 Giselle Modé Magalhães gisellemagalhaes@ufscar.br Lígia Márcia Martins ligia.martins@unesp.br <p>O objetivo do presente texto é problematizar a relação entre a ciência psicológica – em sua subárea educacional, e a ciência pedagógica destinada às instituições escolares naquilo em que ambas subsidiam o trabalho pedagógico. Colocamos em tela o enfoque histórico-cultural naquilo em que advoga a natureza do ensino desenvolvente, questão que se implica, a nosso juízo, na necessidade de aclaramento acerca da identidade e especificidades das referidas ciências ao terem a escola como <em>lócus</em> de suas implementações práticas. Para tanto, temos como eixo organizativo deste artigo as contribuições de Dermeval Saviani em seu texto <em>Onze teses sobre educação e política,</em> escrito em 1983. Por analogia ao estudo de Saviani, apresentamos aqui onze teses sobre a relação entre psicologia educacional e pedagogia escolar, as quais analisam as especificidades e semelhanças de cada uma destas ciências, assim como as posiciona na prática social. Concluímos com uma unidade mínima de análise, qual seja: é a psicologia educacional que se subordina à pedagogia escolar, e não o contrário.</p> 2020-02-07T13:42:41+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/19042 Perspectivas Pedagógicas em Nietzsche: diálogo, agonismo e o cultivo de si. 2020-02-27T13:43:10+00:00 Lucia Schneider Hardt luciashardt@gmail.com <p>Este estudo de caráter bibliográfico tem como propósito destacar o lugar e a importância do diálogo na obra de Nietzsche e conectá-la com a ideia de agonismo, também importante na obra do filósofo e desenvolvida por Acampora, para refletir sobre a importância dessa conexão para a educação. Tanto a disputa quanto o diálogo nas práticas educativas são procedimentos de enfrentamento da violência, produzindo valores, padrões de medida e sentidos para a convivência humana. A ideia do diálogo e de disputa solicitam uma ideia de cultivo de si desenvolvida por Nietzsche e que inaugura outra pedagogia, que nos coloca no lugar de quem é convidado a evitar a ossificação de uma perspectiva na forma de tirania e ativar em cada um seu processo de individualização, que em alguma medida é um antídoto à sedução ao rebanho para então inventar rotas de fuga criando performances para um pensar e agir mais livres.</p> 2020-02-07T13:43:44+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/18889 Ensino da didática no curso de licenciatura em pedagogia 2020-02-27T14:01:31+00:00 Joana Paulin Romanowski joana.romanowski@gmail.com Juliana Domit Mallat jumallat@hotmail.com Enderson Lopes Guimarães enderson2ufpr@yahoo.com.br <p>O artigo focaliza o ensino de didática a partir da análise das ementas da disciplina da década de 1970 a 2018 em um curso de pedagogia. Compreende a Didática como área do conhecimento que expressa a relação teórica e prática no processo de ensino e aprendizagem. Analisa a relação entre os diferentes períodos da formação de professores e o ensino de Didática em um curso de licenciatura em Pedagogia. Para isso realiza uma pesquisa de abordagem qualitativa (Ludke e André, 2013) alicerçada em estudo documental e bibliográfico. Os aportes de estudo incluem Gatti, Martins, Romanowski, Veiga, e outros que discutem a didática no contexto das políticas educacionais e da formação de professores. Os dados indicam que o ensino de didática expressa mudanças de abordagens determinadas pela organização social e política, das pesquisas e da prática pedagógica o que influencia seu ensino e resulta um conhecimento poderoso na formação dos professores. &nbsp;</p> 2020-02-07T13:45:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/18936 Reflexões iniciais sobre a origem da prática colaborativa e a educação especial 2020-02-27T14:02:11+00:00 Alejandra Cesarina Rodriguez Paz alerodpaz@gmail.com Sonia Lopes Victor sonia.victor@hotmail.com <p>Com o movimento de inclusão escolar dos alunos público-alvo da educação especial na escola regular, a colaboração entre o professor de sala regular e o da educação especial revela-se como uma das práticas para garantir o direito à educação desse público. Nessa direção, este trabalho visa a fortalecer a discussão no Brasil a respeito dessa temática pela via de sua problematização. Realiza um ensaio crítico a fim de evidenciar o termo em estudos internacionais que indicam sua origem e sua vinculação epistemológica. Por conseguinte, o texto aborda as seguintes temáticas: terminologia e conceituação; ensino em equipe; colaboração na educação especial; consulta escolar colaborativa; e coensino e ensino colaborativo. Ao final, observa que os diversos modelos de colaboração parecem estar alinhados ao conceito utilizado pelas organizações/empresas, com o intuito de resolver problemas correspondentes ao modo de produção capitalista e atingir a eficácia do processo de ensino.</p> 2020-02-07T13:45:50+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/18921 O saber profissional do professor que ensina matemática 2020-02-27T14:02:55+00:00 Bruna Lima Ramos Giusti bruna_lramos@hotmail.com Wagner Rodrigues Valente ghemat.contato@gmail.com <p>O texto analisa um caderno de normalista elaborado na década de 1950, junto do estudo de um manual pedagógico de referência na formação de professores. A questão norteadora é dada por: Que apropriações são realizadas dos manuais, que referenciam cursos de formação, incorporadas no texto do caderno de normalista, de modo a constituírem elementos de um saber profissional do professor para ensinar aritmética nos primeiros anos escolares? Na análise, utilizam-se ferramentas teórico-metodológicas integrantes de estudos sobre o saber profissional do professor, bem como estudos vindos da História Cultural. São mobilizadas categorias como matemática a ensinar e matemática para ensinar. Os resultados apontam para elementos do saber profissional do professor que ensina matemática, presentes no caderno, e que estão ligados a uma pedagogia da matemática, entendida como conjunto de orientações amplas aos professores. A partir dessa formação, o futuro docente, em sua prática pedagógica, deveria elaborar saberes para aplicá-los aos conteúdos de ensino da aritmética.</p> 2020-02-07T13:46:31+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/19424 Contando histórias de quem “dormiu para sempre”: 2020-02-27T14:03:32+00:00 Rosa Maria Hessel Silveira rosamhs@gmail.com Patrícia Aparecida Machado patriciaa.machado@bol.com.br Bruna Rocha Silveira bruna.rochasilveira@gmail.com <p>A morte não é, correntemente, considerada um tema adequado para se falar com crianças. Assim,&nbsp;é comum ser tratada em narrativas infantis através de analogias que tentam amenizar emoções e sentimentos como dor, sofrimento e perda. Nesse artigo, articulamos o campo da literatura infantil – especificamente os estudos sobre o tema da morte nas obras para crianças - os estudos sobre a morte e sobre narrativas infantis. Analisamos&nbsp;narrativas produzidas por crianças de uma turma de 4º ano de escola pública após uma sessão de leitura compartilhada da obra&nbsp;<em>Menina Nina</em>, de Ziraldo, cuja temática central é a morte. A leitura da obra motivou as crianças a&nbsp;contarem suas próprias histórias em relação ao tema, com elementos de seu cotidiano, como a violência e a religiosidade. Entendemos que a leitura e a conversa sobre o tema são importantes ferramentas para a expressão das emoções das crianças sobre&nbsp;a morte, a perda e o luto.</p> 2020-02-07T13:47:15+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/19127 Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI 2014-2019) nos Ifets: o perfil dos agentes elaboradores 2020-02-27T13:44:30+00:00 Anne de Matos Souza Ferreira dematossouza@gmail.com Wilma de Nazaré Baía Coelho wilmadenazarebcoelho@gmail.com <h1>Este artigo pretende traçar o perfil acadêmico e profissional dos agentes elaboradores do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) de 12 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifets) e identificar o lugar ocupado por esses atores na elaboração de tal documento. Após a identificação dos PDIs vigentes durante o período analisado (2014-2019), 204 agentes elaboradores foram contabilizados. Recorremos à técnica de análise de conteúdo (BARDIN, 2016) para a sistematização e categorização dos dados, e às noções conceituais de campo e <em>habitus</em> de Bourdieu (1996) para subsidiamos nossas reflexões sobre o lugar ocupado pelos agentes elaboradores nas discussões e formulações do documento. Concluímos que a posição ocupada pelos agentes vincula-se aos interesses dos gestores, pois estes são os principais responsáveis pelas escolhas das comissões elaboradoras dos PDIs. Embora haja a intenção de imprimir uma abordagem democrática à gestão dessas comissões, a participação da comunidade interna e externa se apresenta pouco expressiva.</h1> 2020-02-07T13:48:04+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/18822 Organização e realização do trabalho docente 2020-02-27T16:09:55+00:00 Lucimara De Castro Bueno lucimaracbueno@gmail.com Luciana Bagolin Zambom luzambom@gmail.com <p>Este artigo propõe compreender como professores organizam e desenvolvem seu trabalho, diante das condições encontradas nos contextos reais. Parte da concepção da ergonomia para analisar o trabalho desenvolvido por professoras do Ensino Médio no contexto de uma escola pública. Mediante utilização de entrevista semiestruturada e observação de aulas, são descritos e analisados o tempo e espaço destinados ao planejamento docente. Foi possível evidenciar que o tempo destinado para planejamento é insuficiente, se considerarmos a diversidade de situações, de alunos e de turmas que as professoras atendem, e que elas não contam, na escola, com um ambiente que ofereça recursos e espaços adequados para tanto. Assim, essa ação costuma ser realizada na residência das professoras, ocupando parte considerável de seu período de descanso. Isso não parece ser registrado, nem considerado, nem contabilizado formalmente como trabalho. Portanto, o rótulo “horas de planejamento” acaba ocultando a variedade e a complexidade de ações que compõem o planejamento docente.</p> 2020-02-27T12:57:30+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/18362 Pedagogia interdisciplinar 2020-04-03T16:59:50+00:00 Enoque Lima enoquejose_lima@yahoo.com.br 2020-03-09T14:35:25+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/20052 Para ler o mundo no fluxo do presente 2020-04-03T16:59:27+00:00 Carlos Aldemir Farias carlosfarias1@gmail.com Manoel Honório Romão oiromao@gmail.com <p>.</p> 2020-03-09T14:36:41+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/20049 Portaria nº 12, de 10 de janeiro de 1953 2020-04-03T16:58:54+00:00 Marta Maria Araujo eduquestao@ce.ufrn.br <p>Considerando o art. 94, da Lei Orgânica do Ensino Secundário, aprovada pelo Decreto-Lei nº 4.244, de 9 de abril de 1942, o Ministro da Educação e Saúde, Ernesto Simões da Silva Freitas Filho, no governo de Getúlio Dornelles Vargas (1951-1954) expediu a Portaria nº 12, de 10 de janeiro de 1953, facultando a matrícula de alunos cegos nos estabelecimentos de ensino secundários. Tendo em vista a relevância da citada Portaria, para a História da Educação dos cegos no Brasil, é que se publica nesta Seção de Documento.</p> 2020-03-09T14:37:42+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Educação em Questão