Princípios: Revista de Filosofia (UFRN) https://periodicos.ufrn.br/principios <p style="margin: 0px;"><strong>Scope:</strong> Fundada em 1994, ao longo de suas duas décadas de existência, a Princípios se tornou um periódico consolidado e reconhecido no cenário acadêmico dada a representatividade e qualidade de seu conteúdo, publicando as diferentes áreas de interesse filosófico. Atualmente, é enquadrada pelo Qualis Capes no estrato B1 na área Filosofia.</p> <p style="margin: 0px; text-align: left;"><strong>Área do conhecimento</strong>:Ciências Humanas <strong>Qualis/CAPES</strong>:B1 <strong>e-ISSN</strong>:1983-2109 <strong>Contato</strong>:<a title="E-mail" href="mailto:principios@cchla.ufrn.br" target="_blank" rel="noopener">principios@cchla.ufrn.br</a></p> EDUFRN pt-BR Princípios: Revista de Filosofia (UFRN) 0104-8694 <p>Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a&nbsp;<a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0">Licença Creative Commons Attribution</a>&nbsp;que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>Termos da licença:</p> <table class="wikitable"> <tbody> <tr> <td><a class="image" title="Atribuição" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cc-by_new.svg"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3c/Cc-by_new.svg/40px-Cc-by_new.svg.png" alt="Atribuição" width="40" height="40" data-file-width="80" data-file-height="80"></a></td> <td>Atribuição (BY)</td> <td>Os licenciados têm o direito de copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados dela, conquanto que deem créditos devidos ao autor ou licenciador, na maneira especificada por estes.</td> </tr> </tbody> </table> <p>&nbsp;</p> <table class="wikitable"> <tbody> <tr> <td><a class="image" title="NãoComercial" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cc-nc.svg"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/db/Cc-nc.svg/40px-Cc-nc.svg.png" alt="NãoComercial" width="40" height="40" data-file-width="64" data-file-height="64"></a></td> <td>Não Comercial (NC)</td> <td>Os licenciados podem copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados dela, desde que sejam para fins não comerciais.</td> </tr> </tbody> </table> <p>&nbsp;</p> <table class="wikitable"> <tbody> <tr> <td><a class="image" title="CompartilhaIgual (SA)" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cc-sa.svg"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/29/Cc-sa.svg/40px-Cc-sa.svg.png" alt="CompartilhaIgual (SA)" width="40" height="40" data-file-width="64" data-file-height="64"></a></td> <td>Compartilha Igual (SA)</td> <td>Os licenciados devem distribuir obras derivadas somente sob uma licença idêntica à que governa a obra original ou menos restritiva.</td> </tr> </tbody> </table> <p>&nbsp;</p> Pré-Textuais https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/17911 Maria Cristina Dias Copyright (c) 2019 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-30 2019-05-30 26 50 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID17911 Má consciência e mal-estar civilizacional, do niilismo a um mundo possível https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/17081 <p>A má consciência é produzida por uma civilização niilista.<br>Na Segunda Dissertação da <em>Para a genealogia da moral</em> Nietzsche detecta<br>que o problema da consciência é, antes de tudo, um problema<br>cultural e não individual. A perda da ênfase sobre o indivíduo, na<br>massa uniforme da coletividade, conduz ao abandono dos traços que<br>marcam a grandeza potencial da ação. Sem o traço individual equivale<br>a entrega ao conformismo moral gregário, a direção de degenerescência<br>da consciência. Neste sentido, a má consciência se revela como<br>problema oriundo de uma civilização enferma, niilista; sua superação<br>aponta para um mundo possível.</p> Adilson Feiler Copyright (c) 2019 Adilson Feiler https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-30 2019-05-30 26 50 9 23 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID17081 Análise dos discursos: uma forma de combate ao racismo sob perspectivas filosófica e discursiva https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/15756 <p>Neste artigo fazemos uma reflexão filosófico-discursiva<br>acerca das relações étnico-raciais no contexto social atual em que a<br>sociedade brasileira, uma vez constituída por meio da miscigenação<br>de povos e suas respectivas culturas, raramente tem atribuído o protagonismo<br>a todos os componentes que são parte da história da nação,<br>pois tem havido dois grupos sociais sistematicamente excluídos e<br>apagados do processo de construção da cultura brasileira: os negros<br>e os indígenas. A linguagem, nesse âmbito, serve para a estruturação<br>das relações sociais e, em simultâneo, também é usada para a manutenção<br>do <em>status quo</em> como estruturas das hegemonias de poder e dominação<br>de uns sobre outros, tal qual um mecanismo naturalizado e<br>aceito pelos integrantes desse sistema, sejam eles os dominadores ou<br>dominados. Metodologicamente realizamos a análise discursiva com<br>base em interpretações dos gêneros discursivos/textuais utilizados&nbsp;nos meios de informação e comunicação em nossa sociedade, especificamente,<br>selecionando em meio a textos jornalísticos publicados via<br>internet e com assinatura de autores que defendem um ou outro ponto<br>de vista discursivo em relação às relações étnico-raciais presentes<br>em nossa sociedade. Assim, discutimos os princípios éticos pelo viés<br>filosófico como base para a construção coletiva de princípios, principalmente<br>os que se inserem nas relações étnico-raciais.</p> Célia Zeri de Oliveira Isabella Vivianny Santana Heinen Copyright (c) 2019 Célia Zeri de Oliveira e Isabella Vivianny Santana Heinen https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-29 2019-05-29 26 50 25 53 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID15756 Poder e Anarquismo: refletindo com Habermas https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/15700 <p>Meu objetivo é analisar a concepção anarquista de poder, trazendo<br>para o debate Jürgen Habermas e sua crítica à Hannah Arendt.<br>Começo apresentando uma breve análise conceitual do poder. Em seguida<br>exponho a concepção de poder nos anarquistas clássicos. Depois,<br>apresento objeções de Habermas ao projeto anarquista e à concepção<br>de poder (e de política) em Arendt. Passo, então, a avaliar se aquelas<br>objeções de Habermas endereçadas diretamente ao anarquismo são motivadas<br>e se as objeções que ele direciona à Arendt podem se transferir<br>ao projeto anarquista. Para tal avaliação, utilizo as categorias de Habermas<br>tanto para reanalisar o projeto dos anarquistas clássicos quanto para<br>analisar a concepção de poder numa vertente atual do anarquismo organizado.<br>Concluo que aquelas objeções de Habermas ao anarquismo<br>carecem de justificação e que a perspectiva anarquista possui pontos em<br>comum tanto com Arendt quanto com Habermas, devido à ampla valorização<br>do agir comunicativo e por não excluir o papel da ação estratégica.</p> Claudio Ricardo Martins dos Reis Copyright (c) 2019 Claudio Ricardo Martins dos Reis https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-29 2019-05-29 26 50 55 79 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID15700 A relação entre ser humano e natureza a partir de Schelling e Moltmann https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/14041 <p>O presente artigo tem o intuito de colocar em diálogo as<br>perspectivas teológicas do pensamento de Moltmann e a filosofia da<br>natureza de Schelling, mostrando os pontos convergentes e divergentes<br>entre os dois pensadores. Como ponto divergente, Schelling<br>valoriza a concepção da natureza como algo além de meros produtos<br>naturais (organismos, gases, formações geológicas), mas também<br>como produtividade, como um todo, irredutível a mero instrumento<br>de dominação humana. Moltmann, por sua vez, pensa a natureza<br>como Criação de Deus, e o ser humano como parte mais frágil em<br>todo esse processo dado seu lugar na ordem da Criação, ideia que não<br>se encontra na filosofia da natureza de Schelling. Como ponto de convergência,<br>é possível perceber que tanto Schelling quanto Moltmann<br>fazem uma grande crítica ao mecanicismo e à concepção utilitária da<br>natureza trazida pela filosofia Moderna.</p> Gabriel Almeida Assumpção Fabrício Veliq Copyright (c) 2019 Gabriel Almeida Assumpção, Fabrício Veliq Barbosa https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-29 2019-05-29 26 50 81 97 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID14041 O estatuto da emoção em Esquisse d’une théorie des émotions https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/13627 <p>O objetivo deste artigo é o de investigar a maneira pela<br>qual o filósofo francês Jean-Paul Sartre, a partir de sua definição de<br>psicologia fenomenológica, compreende a consciência emotiva e seu<br>correlato, a emoção. Ver-se-á, portanto, que esta psicologia fenomenológica<br>será definida por Sartre – a partir da influência que Husserl<br>exerce sobre seu pensamento – como <em>psicologia eidética</em>. Nesta toada,<br>a investigação psicofenomenológica da emoção deverá proceder a<br>partir de uma análise eidética cujo objetivo será o de desvelar a essência<br>(<em>eidos</em>) da consciência emotiva. Daí a questão eidética essencial: o<br>que deve ser uma consciência para que a emoção seja possível? Reatualizando<br>a psicologia a partir da fenomenologia (isto é, a partir da<br>definição de consciência intencional – toda consciência é consciência<br>de...), Sartre fornece uma teoria acerca da emoção completamente<br>diferente das teorias clássicas de seu tempo.</p> Gustavo Fujiwara Copyright (c) 2019 Gustavo Fujiwara https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-30 2019-05-30 26 50 99 128 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID13627 Sistema diacrítico e transcendência em Merleau-Ponty https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/16001 <p>A investigação do sentido diacrítico da linguagem leva a se<br>entender a estrutura perceptiva como um arranjo opositivo não mais<br>dependente exclusivamente das possibilidades do corpo. Esse ajuste</p> <p>teórico da segunda fase do pensamento de Merleau-Ponty visa a su-<br>perar os problemas da primeira fase. O percebido e a fala significam</p> <p>agora por meio do arranjo de seus termos, não remetendo seu poder<br>expressivo a algum tipo de positividade ou “interioridade”.</p> Jeovane Camargo Copyright (c) 2019 Jeovane Camargo https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-29 2019-05-29 26 50 129 155 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID16001 A condição humana de Hannah Arendt e os equívocos na interpretação de Byung-Chul Han https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/15444 <p>Neste artigo apresentamos algumas noções fundamentais<br>de <em>A condição humana</em> para nos confrontarmos com a interpretação<br>de Byung-Chul Han. Para tanto, nos concentramos na problemática<br>posta pelo filósofo sul-coreano ao perguntar se o <em>animal laborans</em> de<br>Arendt resiste à análise das evoluções sociais recentes da “sociedade<br>do cansaço”, o que, a nosso ver, não apenas evidencia o erro de Han<br>como mostra também a coerência do texto de Arendt, que conclui<br>apontando para as bases da reflexão sobre a “vida do espírito”.</p> Judikael Castelo Branco Lara França da Rocha Copyright (c) 2019 JUDIKAEL CASTELO BRANCO, LARA FRANÇA DA ROCHA, FORTALEZA https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-30 2019-05-30 26 50 157 184 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID15444 El "enfoque ético de las capacidades" de Amartya Kumar Sen y su aplicación al desarrollo y al bienestar https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/13821 <p>La necesidad de reformularse la idea de desarrollo es<br>hacerla más central y operacional, reaproximando la ética, economía<br>y política en dirección de una sociedad más incluyente socialmente,<br>sostenible ecológicamente y económicamente viable. Para esa nueva<br>concepción de desarrollo, se pretende habilitar cada ser humano a<br>manifestar potencialidades, capacidades, talentos e imaginación, na<br>busca por autorrealización y felicidad, mediante emprendimientos<br>individuales y colectivos que favorezcan el ejercicio pleno de los derechos<br>humanos y la expansión de las libertades sustantivas e instrumentales.<br>Para este objetivo traemos el enfoque de las capacidades<br>del Premio Nobel de Economía en 1998, Amartya Kumar Sen.</p> <p>&nbsp;</p> José Luis S. Férriz Copyright (c) 2019 Jose Luis Ferriz https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-30 2019-05-30 26 50 185 217 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID13821 No encalço da originalidade: aproximações e divergências entre Adorno e os românticos https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/17313 <p>O objetivo central deste artigo é o de demonstrar como a<br>filosofia da arte de Adorno, e mais especificamente sua concepção e<br>valorização do nominalismo artístico, advém da forma pela qual o filósofo,<br>a partir da tradição dialética, dialoga criticamente com temáticas<br>encontradas no Romantismo, tais como o gênio e o original. O pertencimento<br>à tradição hegeliano-marxista é, portanto, fundamental para<br>compreendermos seu ponto de vista otimista acerca das vanguardas artísticas,<br>bem como sua valorização do nominalismo crescente das obras<br>de arte derivado de sua autonomia e especificidade formal.</p> Luciana Molina Queiroz Copyright (c) 2019 Luciana Molina Queiroz https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-29 2019-05-29 26 50 219 238 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID17313 Entre Pollock e Benjamin: teoria e práxis no “Estado autoritário” de Horkheimer https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/16150 <p>O artigo sustenta as seguintes teses interpretativas acerca<br>do ensaio “Estado autoritário”, de Max Horkheimer: a) que há, neste<br>texto, uma particular tensão, de difícil resolução, entre uma postura<br>pessimista e uma otimista por parte do autor, que remonta a um modo<br>tenso de compreender a separação entre teoria e práxis; b) que essas<br>tensões podem ser melhor compreendidas à luz da máxima horkheimeriana<br>do “pessimismo teórico” e do “otimismo prático” e também,<br>paralelamente, às influências contextuais e, em certo sentido, contraditórias,<br>de Friedrich Pollock e Walter Benjamin. Assim, busca-se explorar<br>essas influências a fim de melhor compreender como os pólos<br>daquelas tensões puderam encontrar uma articulação dialética em<br>Horkheimer naquele singular momento histórico.</p> Luiz Philipe de Caux Graziano Mazzocchini Copyright (c) 2019 Luiz Philipe de Caux, Graziano Mazzocchini https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-29 2019-05-29 26 50 239 262 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID16150 As Dietas de Rousseau: o caso do Emílio https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/16300 <p>O tema das dietas alimentares, enganosamente considerado tema periférico, aparece em muitos escritos de Rousseau, das obras consideradas autobiográficas até as ditas teóricas, passando pela <em>Nova Heloísa</em> e por muitos outros textos. O <em>Emílio </em>não seria diferente. O objetivo deste artigo é, pois, abordar duas formulações desta temática presentes ao longo do <em>Emílio</em>, a saber: i) a preferência pelas dietas simples e vegetarianas e, sobretudo, ii) as relações entre as dietas e a proposta antropológica do autor, tal como desenhada no <em>Discurso sobre a desigualdade</em>.</p> Mauro Dela Bandera Arco Júnior Copyright (c) 2019 Mauro Dela Bandera Arco Júnior https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-30 2019-05-30 26 50 263 274 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID16300 Uma restrição para interpretações pragmatistas de Ser e Tempo: uma avaliação da principal objeção de Gethmann à crítica de Tugendhat ao conceito de verdade de Heidegger https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/16779 <p>Este artigo objetiva discutir a principal objeção de Gethmann<br>à crítica de Tugendhat ao conceito de verdade de Heidegger.<br>Enquanto Tugendhat sustenta que Heidegger teria perdido os critérios<br>para a distinção entre o verdadeiro e o falso, Gethmann alega que<br>tais critérios de verdade podem ser localizados na dimensão pragmática<br>das modalidades teóricas do <em>Dasein</em>. Para Gethmann, Heidegger<br>havia levado a cabo uma mudança no modelo de verdade, do modelo<br>proposicional para o modelo operacional de verdade, mudança integralmente<br>negligenciada por Tugendhat, que perdeu de vista o fato<br>de que a novidade em Heidegger é que a verdade mais originária<br>deve ser entendida como uma categoria de êxito. Argumento, primeiramente,<br>que o que Gethmann chama de modelo operacional de&nbsp;verdade não é compatível com a evidência textual em <em>Ser e Tempo</em>. Mostro, em um segundo momento, que o modelo de Gethmann não<br>fornece os critérios de verdade que para Tugendhat inexistiriam em<br>Heidegger. Por fim, concluo indicando questões que concernem tanto<br>o ponto subjacente de desacordo entre os dois comentadores de<br>Heidegger, quanto uma avaliação geral da crítica de Tugendhat ao<br>conceito de verdade de Heidegger.</p> Paulo Mendes Taddei Copyright (c) 2019 Paulo Mendes Taddei https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-30 2019-05-30 26 50 275 303 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID16779 O ceticismo antifideísta de Hume https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/16905 <p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;" align="justify"><span style="font-family: Charter BT;"><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;">O ceticismo de Hume pode parecer próximo do fideísmo cético em virtude da sua crítica às faculdades humanas envolvidas no conhecimento da verdade e da sua defesa da necessidade de um mecanismo não racional como fundamento das nossas crenças. A diferença entre ambos estaria na identificação da solução para a suspensão do juízo resultante da descoberta da insuficiência da razão para compreender o mundo e guiar a ação: um apontaria para a determinação natural, outro, para a Revelação. Argumento aqui que essa proximidade não é mais do que aparente. A filosofia de Hume constitui-se como antifideísta não apenas por razões prudenciais, práticas ou pragmáticas, mas também pelos seus fundamentos filosóficos. Para mostrá-lo, examino a discussão entre Dêmeas e Filão nos </span></span></span><span style="font-family: Charter BT;"><span style="font-size: small;"><em><span style="font-weight: normal;">Diálogos sobre a Religião Natural</span></em></span></span><span style="font-family: Charter BT;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="font-weight: normal;">, a investigação sobre a origem da religião na </span></span></span></span><span style="font-family: Charter BT;"><span style="font-size: small;"><em><span style="font-weight: normal;">História Natural da Religião</span></em></span></span><span style="font-family: Charter BT;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="font-weight: normal;"> e as razões para a recomendação da filosofia ante a superstição no </span></span></span></span><span style="font-family: Charter BT;"><span style="font-size: small;"><em><span style="font-weight: normal;">Tratado da Natureza Humana</span></em></span></span><span style="font-family: Charter BT;"><span style="font-size: small;"><span style="font-style: normal;"><span style="font-weight: normal;">.</span></span></span></span></p> Rafael Bittencourt Santos Copyright (c) 2019 Rafael Bittencourt Santos https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-30 2019-05-30 26 50 305 333 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID16905 Realismo, perspectivismo e a questão da objetividade jornalística https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/16241 <p>O problema da objetividade jornalística se faz presente<br>desde a mais simples até a mais complexa operação realizada diariamente<br>pelos jornalistas, mesmo quando não é tematizado. Da seleção<br>do que fará, ou não, parte do noticiário, passando pela hierarquização<br>e nomeação do que foi selecionado, até a edição dos fenômenos<br>relatados, o jornalista sempre conta com uma visão de como se estrutura<br>e se organiza o mundo em que vivemos e com uma consequente<br>suposta melhor maneira de se acessar e reproduzir as ocorrências de<br>interesse jornalístico. O objetivo deste artigo é apresentar os principais<br>argumentos de duas respostas para o problema da objetividade<br>jornalística: o realismo e o perspectivismo. Esses são dois caminhos<br>bastante distintos no que diz respeito aos posicionamentos ontológico,<br>epistemológico e metodológico com os quais se procura esclarecer<br>o que está em jogo no processo de produção de notícias.</p> Rafael da Silva Paes Henriques Copyright (c) 2019 Rafael da Silva Paes Henriques https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-30 2019-05-30 26 50 335 355 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID16241 Artesãos, metafísica e ciência: as relações entre história da ciência e filosofia da ciência em Edgar Zilsel, Alexandre Koyré e Paolo Rossi https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/14823 <p>Neste artigo, argumento que, apesar de suas diferenças<br>metodológicas e divisões institucionais, a filosofia da ciência e a história<br>da ciência são disciplinas que podem ser conectadas. Procuro<br>exemplificar isso através da análise das concepções de Revolução<br>Científica de três autores: Edgar Zilsel, Alexandre Koyré e Paolo Rossi.<br>O primeiro argumenta que a Revolução Científica ocorre como efeito<br>de uma mudança social; o segundo, como efeito de uma mudança da<br>metafísica; enquanto o terceiro une, de certa forma, as concepções<br>dos dois autores anteriores. Nos três autores, a interação entre história e filosofia é constitutiva de uma prática de pesquisa que une as duas abordagens.</p> Rodrigo Cristino de Faria Copyright (c) 2019 Rodrigo Cristino de Faria https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-30 2019-05-30 26 50 357 377 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID14823 Bergson literato – ensaio sobre o estilo de composição do texto filosófico https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/15646 <p>Neste ensaio buscaremos realizar incursão no estilo de escrita<br>filosófica e as influências que os artifícios de composição do literato<br>ficcionista podem exercer sobre a criação de um texto de filosofia, tomando<br>o caso específico da filosofia de Henri Bergson, e como o uso<br>de imagens e analogias, particularmente, desempenham papel especial<br>no desenvolvimento da intuição como método para chegar à duração.</p> Yves São Paulo Copyright (c) 2019 Yves São Paulo https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-30 2019-05-30 26 50 379 393 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID15646 Gabriel Marcel, Nietzsche e o niilismo https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/17907 Claudinei Aparecido de Freitas da Silva Copyright (c) 2019 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-30 2019-05-30 26 50 397 402 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID17907 Compêndio Gabriel Marcel: homenagem aos 90 anos de publicação do diário metafísico https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/17908 Ezir George Silva Copyright (c) 2019 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-30 2019-05-30 26 50 403 415 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID17908 Quem é o sujeito dos Direitos do Homem? https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/17909 Jonathan Marcel Scholz André Fabiano Voigt Copyright (c) 2019 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-05-30 2019-05-30 26 50 419 437 10.21680/1983-2109.2019v26n50ID17909