Princípios: Revista de Filosofia (UFRN) https://periodicos.ufrn.br:443/principios <p style="margin: 0px;"><strong>Scope:</strong> Fundada em 1994, ao longo de suas duas décadas de existência, a Princípios se tornou um periódico consolidado e reconhecido no cenário acadêmico dada a representatividade e qualidade de seu conteúdo, publicando as diferentes áreas de interesse filosófico. Atualmente, é enquadrada pelo Qualis Capes no estrato A4 na área Filosofia.</p> <p style="margin: 0px; text-align: left;"><strong>Área do conhecimento</strong>:Ciências Humanas <strong>Qualis/CAPES</strong>:B1 <strong>e-ISSN</strong>:1983-2109&nbsp;</p> EDUFRN pt-BR Princípios: Revista de Filosofia (UFRN) 0104-8694 <p>Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a&nbsp;<a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0">Licença Creative Commons Attribution</a>&nbsp;que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>Termos da licença:</p> <table class="wikitable"> <tbody> <tr> <td><a class="image" title="Atribuição" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cc-by_new.svg"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3c/Cc-by_new.svg/40px-Cc-by_new.svg.png" alt="Atribuição" width="40" height="40" data-file-width="80" data-file-height="80"></a></td> <td>Atribuição (BY)</td> <td>Os licenciados têm o direito de copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados dela, conquanto que deem créditos devidos ao autor ou licenciador, na maneira especificada por estes.</td> </tr> </tbody> </table> <p>&nbsp;</p> <table class="wikitable"> <tbody> <tr> <td><a class="image" title="NãoComercial" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cc-nc.svg"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/db/Cc-nc.svg/40px-Cc-nc.svg.png" alt="NãoComercial" width="40" height="40" data-file-width="64" data-file-height="64"></a></td> <td>Não Comercial (NC)</td> <td>Os licenciados podem copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados dela, desde que sejam para fins não comerciais.</td> </tr> </tbody> </table> <p>&nbsp;</p> <table class="wikitable"> <tbody> <tr> <td><a class="image" title="CompartilhaIgual (SA)" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cc-sa.svg"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/29/Cc-sa.svg/40px-Cc-sa.svg.png" alt="CompartilhaIgual (SA)" width="40" height="40" data-file-width="64" data-file-height="64"></a></td> <td>Compartilha Igual (SA)</td> <td>Os licenciados devem distribuir obras derivadas somente sob uma licença idêntica à que governa a obra original ou menos restritiva.</td> </tr> </tbody> </table> <p>&nbsp;</p> Pré-Textuais https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/18915 Pré Textuais Copyright (c) 2019 Pré Textuais http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 1 7 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID18915 Philosophical and epistemological foundations of a post-structural writing lesson https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/15629 <p><span style="font-weight: 400;">In the world of research or instruction, operating from different philosophical and epistemological traditions results in very different kinds of classrooms. I use a post-structural perspective to show how a teacher could conduct a college developmental writing lesson. Included is an overview of post-structural theory. I suggest one way to accommodate diversity in the classroom is by building both teachers’ and students’ awareness of epistemological positions, because some positions empower students more than others. Another reason for examining epistemologies is to cultivate awareness of the social, religious, political, and other assumptions or agendas with which we enter the classroom.</span></p> <p>&nbsp;</p> Marlene V Meisels Copyright (c) 2019 Marlene V Meisels http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 13 34 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID15629 Esgotamento do mundo atual: as condições materiais da reflexão sobre mundos possíveis na filosofia continental contemporânea https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/18078 <p><span style="font-weight: 400;">No presente texto</span><span style="font-weight: 400;">, buscamos discutir as condições materiais que explicam o surgimento de certas investigações sobre mundos possíveis na filosofia continental contemporânea. Nossa hipótese é que essa questão surge no contexto de uma crise da imaginação e da crise climática, ambas resultantes dos movimentos internos à própria modernidade. Realizamos uma análise da gênese da modernidade e da sua crise a partir das obras de Reinhart Koselleck e Paulo Arantes, </span><span style="font-weight: 400;">mostrando como há uma relação intrínseca entre o surgimento da modernidade como um movimento orientado para um horizonte de expectativas e, posteriormente, um movimento de decrescimento desse horizonte de expectativas. Nesse contexto, nos parece ser possível identificar o que une as discussões sobre mundos possíveis na filosofia continental contemporânea: trata-se de um movimento de tentativa de superação do esgotamento do mundo atual a partir de um movimento intensivo de pluralização dos mundos possíveis interiores ao mundo atual.</span></p> Rafael Saldanha Copyright (c) 2019 Rafael Saldanha http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 35 63 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID18078 Claude Bernard and his concept of physiological function https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/17286 <p><span style="font-weight: 400;">The way in which Claude Bernard understood the functional attributions proper to Physiology can be better understood considering what, in the current Philosophy of Biology, is characterized as the conception of functions as causal roles. Moreover, the way in which Bernard explains the notion of function serves to show the sufficiency of this conception of the concept of function in Physiology, and to show that the etiological conception of the concept of function does not consider the assumptions under which, the functional imputations that are given in Physiology, are admitted. Bernard's approach states that the notion of function is not a historical notion and that functional analyzes are only a particular form of causal analysis</span></p> Gustavo Caponi Copyright (c) 2019 Gustavo Caponi http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 65 85 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID17286 O Platão de Deleuze https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/16801 <p><span style="font-weight: 400;">Este artigo pretende investigar o interesse de Gilles Deleuze pela filosofia de Platão. Para tanto, optamos por apresentar, ainda que brevemente, as demarcações sobre as quais Deleuze ergue seu trabalho filosófico. Sendo assim, ideias como as de Espaço, Imagem do Pensamento e Pensamento sem Imagem serão mostradas como alicerces desse empreendimento filosófico. Então, tendo em vista a apresentação de como funciona o procedimento deleuziano, mostraremos o que há no pensamento platônico que interessa a Deleuze, a ponto de chegarmos a afirmar que existe um Platão de Deleuze.</span></p> Rafael Alvarenga Gomes Copyright (c) 2019 Rafael Alvarenga Gomes http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 87 105 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID16801 Sobre o discurso político da (in)visibilidade da disciplina Filosofia na Educação Básica https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/17978 <p><span style="font-weight: 400;">A educação brasileira, em todos os seus níveis, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, tem como finalidade o desenvolvimento racional do intelecto, a formação de valores, o pensamento crítico, autônomo e reflexivo, cumprindo à Filosofia essa função. No entanto, o cenário político atual tem sido marcado por discursos de pormenorização das ciências humanas e pela supervalorização das áreas de ciências exatas, ciências naturais e linguagens. Diante desse embate, este artigo tem com</span><span style="font-weight: 400;">o objetivo evidenciar, nos discursos oficiais direcionados à (in)visibilidade da Filosofia, a potencialidade dessa disciplina, enquanto provocadora do exercício do pensamento e, portanto, essencial para a (re)construção de uma sociedade justa, nobre, livre e ética. Com uma abordagem qualitativa, dialogamos com filósofos e teóricos da educação, que possibilitaram desvelar as principais questões que permeiam o contexto político educacional vivenciado pela Filosofia no Brasil atual.</span></p> Daniel Cardoso Alves Copyright (c) 2019 Daniel Cardoso Alves http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 107 133 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID17978 Camões no anti-humanismo https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/18066 <p><span style="font-weight: 400;">Este artigo propõe uma leitura da poesia camoniana a partir da perspectiva do Humanismo e da defesa dos direitos humanos. De inegável dicção filosófica, o discurso épico de Camões apresenta-se como um gesto de resistência contra a reificação dos valores humanitários propalados no seu tempo.</span></p> Rafael Santana Gomes Copyright (c) 2019 Rafael Santana Gomes http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 135 146 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID18066 Os mundos morais possíveis de Mackie e MacIntyre https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/18067 <p><span style="font-weight: 400;">Analisamos nesse artigo as principais características filosóficas do </span><em><span style="font-weight: 400;">ceticismo moral </span></em><span style="font-weight: 400;">de Mackie e do </span><em><span style="font-weight: 400;">contextualismo moral </span></em><span style="font-weight: 400;">de MacIntyre. Do ponto-de-vista </span><em><span style="font-weight: 400;">ontológico</span></em><span style="font-weight: 400;">. Reivindicamos que</span> <span style="font-weight: 400;">Mackie e MacIntyre adotam </span><em><span style="font-weight: 400;">ontologias </span></em><span style="font-weight: 400;">diferentes. Mackie adota uma </span><em><span style="font-weight: 400;">ontologia fisicalista ou materialista </span></em><span style="font-weight: 400;">e MacIntyre uma </span><em><span style="font-weight: 400;">ontologia social e cultural</span></em><span style="font-weight: 400;">. Por essa razão, Mackie conclui que valores morais </span><em><span style="font-weight: 400;">não são objetivos</span></em><span style="font-weight: 400;">, enquanto MacIntyre conclui, ao contrário, que valores morais </span><em><span style="font-weight: 400;">são objetivos</span></em><span style="font-weight: 400;">. Do ponto-de-vista </span><em><span style="font-weight: 400;">linguístico</span></em><span style="font-weight: 400;">. Reivindicamos que a teoria do ‘erro’ de Mackie postula que o </span><em><span style="font-weight: 400;">uso </span></em><span style="font-weight: 400;">da linguagem moral ocidental é baseado numa crença (falsa) na </span><em><span style="font-weight: 400;">objetividade </span></em><span style="font-weight: 400;">dos valores morais, e a teoria do desacordo moral contemporâneo de MacIntyre propõe, ao contrário, que o </span><em><span style="font-weight: 400;">uso </span></em><span style="font-weight: 400;">da linguagem moral na sociedade pós-moderna é baseado numa crença (falsa) na </span><em><span style="font-weight: 400;">subjetividade </span></em><span style="font-weight: 400;">dos valores morais.</span></p> Hippolyto R. da S. Ribeiro Copyright (c) 2019 Hippolyto R. da S. Ribeiro http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-10-01 2019-10-01 26 51 147 183 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID18067 Variedades de estados mentais e a teoria do Autoconhecimento de crenças https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/17922 <p><span style="font-weight: 400;">O presente artigo versa sobre autoconhecimento de crenças. Há vários estados mentais com suas próprias particularidades. Desejos, julgamentos, sensações, emoções e crenças. O foco do artigo é sobre o conhecimento das próprias crenças. O autoconhecimento possui características, a saber, autoridade de primeira pessoa, caráter apriorístico, capacidade cognitivo-discriminativa, infalibilidade, onisciência, assimetria entre a primeira e terceira pessoa e impossibilidade do uso equivocado do pronome “eu” (SILVA FILHO, 2013, p. 33, n. 2). No âmbito cotidiano do senso comum, não há dúvidas acerca da autoatribuição de crenças, porém nem sempre se utiliza corretamente os conceitos, ou seja, há o entendimento incompleto sobre as próprias crenças. Contudo, será que atribuir racionalidade ao agente requer o conhecimento das próprias crenças? Conforme Coliva (2016), há crenças disposicionais e como compromisso. Com relação ao primeiro tipo de crença, o agente não possui responsabilidade epistêmica, já com a segunda sim. Portanto, autoconhecimento de crenças doxásticas enquanto compromisso, requer racionalidade do agente epistêmico, pois há a responsabilidade epistêmica do agente racional.</span></p> Robson da Rosa Barcelos Copyright (c) 2019 Robson da Rosa Barcelos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 185 203 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID17922 Sobre a vulnerabilidade da designação rígida: a crítica kuhniana à Teoria Causal da Referência https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/18051 <p><span style="font-weight: 400;">A aplicação da Teoria Causal da referência à termos de espécies naturais é geralmente defendida com base em argumentos que pressupõem a legitimidade de experimentos mentais como o famoso 'Experimento da Terra Gêmea'. Essa espécie de argumento pressupõe que: (i) é possível distinguir entre propriedades acidentais e essenciais de espécies naturais e (ii) há um mundo no qual espécies naturais distintas partilham todas as suas propriedades acidentais, mas diferem em alguma propriedade essencial. Esse texto tem por objetivo defender uma interpretação da crítica de Thomas Kuhn à Teoria Causal baseada na recusa parcial de (i) e (ii) a partir da interpretação taxonômica de Ian Hacking da tese de incomensurabilidade entre teorias científicas. Nossa conclusão é que tal leitura permite recusar a recorrente afirmação encontrada na literatura de que a Teoria Causal refuta a tese de incomensurabilidade Kuhniana.</span></p> Rodrigo Sabadin Ferreira Copyright (c) 2019 Rodrigo Sabadin Ferreira http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 205 224 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID18051 O Papel do Entendimento na Aceitação de Teorias Científicas https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/17020 <p><span style="font-weight: 400;">O critério de aceitação de uma teoria científica deve ser pautado no Entendimento da mesma. Isso porque a concepção de aceitação de teorias científicas com base na expressão dos valores epistêmicos não é possível, dado o problema da incomensurabilidade. Para resolver essa questão devemos considerar as competências de um agente epistêmico e como as mesmas sustentam sua aceitação. Ao analisar o processos de escolha de teorias científica, se pode concluir que o mesmo não está associado a mera formação de crenças em sua adequação empírica. Sendo um processo não vinculado com a verdade, e sim associado com a melhor explicação, consequentemente gerando melhor Entendimento, o qual é, logicamente e conceitualmente, quesito necessário para Aceitação de dado estado cognitivo consequente de uma Explicação. Como o Entendimento é uma característica de um agente virtuoso, podemos crer que a teoria escolhida seria resultado da habilidade de um agente virtuoso, e consequentemente uma teoria confiável.</span></p> Breno Pascal de Lacerda Brito Copyright (c) 2019 Breno Pascal de Lacerda Brito http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 225 234 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID17020 Necessidade e possibilidade nas ciências históricas: Resultados semânticos de uma tradução modal contradiodoreana e de uma lógica temporal occasmista para o passado https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/18127 <p><span style="font-weight: 400;">Buscando interpretar certas sentenças modalizadas em ciências histórias, este artigo estabelece diferentes sentidos de “necessidade” e “possibilidade” e, dentro de lógicas temporais ramificadas para o passado, visa especialmente distinguir logicamente traduções de necessidade e possibilidade em instantes de tempo de traduções análogas em ramos históricos. Além disso, também explicitamos vantagens na abordagem por ramos históricos para capturar as diferentes intuições modais dos historiadores e naturalistas que reconstroem um passado provável/factual de diferentes modos (mas não de qualquer modo).</span></p> Vítor Medeiros Costa Copyright (c) 2019 Vítor Medeiros Costa http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 235 256 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID18127 Os princípios básicos da ética na epistemologia de Karl Popper https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/18058 <p><span style="font-weight: 400;">O presente trabalho aborda a ética na epistemologia de Karl Popper a partir da concepção do pensador sobre a compreensão das limitações do conhecimento humano, da importância de um critério de demarcação dos enunciados científicos através do falseamento das teorias e a defesa do racionalismo crítico no estímulo a crítica, autocrítica, a ousadia e a criatividade na atividade do cientista. A ética na epistemologia popperiana manifesta-se no compromisso da ciência com a construção de uma sociedade justa e o exercício de uma cidadania responsável, o que caracterizou um caráter inovador e original para o momento em que o dogmatismo era a chave-mestra dos pressupostos científicos. Além disso, destacamos o papel central do racionalismo crítico como matriz ética na epistemologia popperiana que inclui importantes referências aos valores pragmáticos, éticos e sociais focados em esforços para reduzir a violência, o crime e a crueldade.</span></p> Alexcina Oliveira Cirne Karl Heinz Efken Copyright (c) 2019 Alexcina Oliveira Cirne, Karl Heinz Efken http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 257 275 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID18058 Das possibilidades Hermenêutico-filosóficas para a Sociologia contemporânea https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/17931 <p><span style="font-weight: 400;">O fenômeno sociológico não se resume ao estudo da Sociologia, como uma área aplicada das Ciências Humanas. Esse trabalho questionará a fragilidade da clássica concepção tecnicista da Sociologia. Representar-se-á a sua </span><em><span style="font-weight: 400;">questionabilidade essencial</span></em><span style="font-weight: 400;">, onde perguntar é, sempre, ver as possibilidades de resposta. Analisar-se-á em que medida a hermenêutica de Gadamer, poderá servir ao escopo sociológico, questionando-se à hipervalorização da técnica e à satisfação das necessidades materiais (sociais) imediatas. O estudo possui como objetivo geral: Delinear o potencial sociológico da Hermenêutica Filosófica; como objetivos específicos</span><strong>:</strong><span style="font-weight: 400;"> a)</span> <span style="font-weight: 400;">Investigar a análise existencial-ontológica da pessoa humana na Filosofia de Gadamer; b) Analisar a coerência do potencial sociológico, subjacente à Filosofia Hermenêutica, tornando-se questionável a 'objetividade' das ciências sociais e obsoleta a ideia de única interpretação correta, onde a experiência é a experiência da própria historicidade.</span></p> Sheyla Yvette Cavalcanti Ribeiro Coutinho Copyright (c) 2019 Sheyla Yvette Cavalcanti Ribeiro Coutinho http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 277 300 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID17931 Escólio Geral de Newton - o não-mecanicismo do Principia https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/13510 <p><span style="font-weight: 400;">O Escólio Geral do Livro III dos </span><em><span style="font-weight: 400;">Princípios Matemáticos da Filosofia da Natureza</span></em><span style="font-weight: 400;"> refere-se a um contexto singular do pensamento de Newton devido aos vários aspectos que o motivaram. Publicado, em 1713, inserido na 2</span><span style="font-weight: 400;">a</span><span style="font-weight: 400;"> edição do </span><em><span style="font-weight: 400;">Principia,</span></em><span style="font-weight: 400;"> o Escólio Geral trouxe aspectos em seu interior que não foram considerados tão relevantes para a 1</span><span style="font-weight: 400;">a</span><span style="font-weight: 400;"> edição.</span> <span style="font-weight: 400;">O mesmo tom que assume o prefácio de Roger Cotes, cujo escopo esta centrado em aspectos mais metafísico em relação aos prefácios da edição anterior, nota-se no Escólio Geral. Este ensaio procura demonstrar que o Escólio Geral promove um debate metafísico diante da filosofia da natureza em relação ao contexto da modernidade, cujo objetivo é promover uma visão não apenas mecânica da natureza, mas também não-mecânica, que se distancia, de certo modo, da 1</span><span style="font-weight: 400;">a</span><span style="font-weight: 400;"> edição, fornecendo, neste sentido, um suporte para a investigação dos elementos metafísicos da filosofia newtoniana.</span></p> Porfírio Amarilla Filho Copyright (c) 2019 PORFIRIO AMARILLA FILHO https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 301 323 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID13510 A Filosofia da História de Benjamin Constant https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/16020 <p><span style="font-weight: 400;">Em uma tentativa de contribuir para um resgate do pensamento constantiano de forma completa, o trabalho pretende explorar a Filosofia da História de Benjamin Constant demostrando os pontos de convergência entre ela e o pensamento de Immanuel Kant. Percebe-se que Constant utiliza-se do princípio da igualdade como forma de interpretar a História, enquanto Kant se utiliza da liberdade para tal. O ideal buscado por ambos, contudo, aproxima-se de uma sociedade simultaneamente livre e igual.</span></p> <p>&nbsp;</p> Gabriel Afonso Campos Copyright (c) 2019 Gabriel Afonso Campos http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 325 349 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID16020 Safatle, Vladimir. Dar corpo ao impossível: o sentido da dialética a partir de Theodor Adorno. Autêntica, 2019. https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/18556 <p><span style="font-weight: 400;">Na presente resenha exponho as linhas gerais da argumentação de Safatle em seu livro </span><em><span style="font-weight: 400;">Dar corpo ao impossível</span></em><span style="font-weight: 400;"> e apresento três observações críticas: sobre a natureza da dialética negativa, sobre o posicionamento político de Theodor Adorno e sobre o momento histórico presente.</span></p> Amaro de Oliveira Fleck Copyright (c) 2019 Amaro de Oliveira Fleck http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 353 367 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID18556 Muitos caminhos da razão à civilização https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/16155 <p><span style="font-weight: 400;">Na presente resenha exponho o pensamento de Nuria em seu livro A civilização como destino: Kant e as formas da reflexão, comentando os três capítulos dessa obra e demonstrando a profundidade e experiência da autora ao abordar o corpus kantiano.</span></p> <p>&nbsp;</p> Carlos Moisés de Oliveira Copyright (c) 2019 Carlos Moisés de Oliveira http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 369 384 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID16155 Review to Daniel Hutto and Erik Myin’s Evolving Enactivism: Basic Minds Meet Content. MIT Press, 2017. https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/16474 <p><span style="font-weight: 400;">In this review, Hutto and Myin’s new book “Evolving Enactivism: Basic Minds Meet Content” (2017) is critically presented. Although they do not provide a detailed cognitive science theory based on their Radical Enactive approach, one may say that Hutto and Myin originally address the perennial philosophical issue about our nature as human beings giving an impossible-to-neglect enactivist contribution to the current state-of-art in the discussion concerning embodied cognition.</span></p> <p><br><br></p> Marcos Silva Carlos Brito Francicleber Ferreira Copyright (c) 2019 Marcos Silva, Carlos Brito, Francicleber Ferreira http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 385 402 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID16474 Fontes e Recursos do ecossocialismo https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/18896 Michael Löwy Maria Cristina Longo Dias Copyright (c) 2019 Michael Löwy ; Maria Cristina Longo Dias http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-10-01 2019-10-01 26 51 405 408 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID18896 Uma ética do comum(ista) https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/18897 Susan Buck-Morss Régis Alves Lucas Machado Copyright (c) 2019 Susan Buck-Morss; Régis Alves, Lucas Machado http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 409 440 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID18897 Nos Espaços Públicos da Cidade: Movimentos de Testemunhas e a Formação de Comunidade Moral https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/18898 André Grahle Francisco Corrêa Copyright (c) 2019 André Grahle; Francisco Corrêa http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-10-01 2019-10-01 26 51 441 465 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID18898 Escolha Entre Teorias Lógicas: o caso dos contrafactuais vácuos https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/18901 Graham Priest Daniel Durante Copyright (c) 2019 Graham Priest; Daniel Durante http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-10-01 2019-10-01 26 51 467 485 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID18901 Adorno e a dialética: Uma conversa a partir de Dar corpo ao impossível https://periodicos.ufrn.br:443/principios/article/view/18902 Vladimir Safatle Felipe Catalani Copyright (c) 2019 Vladimir Safatle, Felipe Catalani http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-09-30 2019-09-30 26 51 487 517 10.21680/1983-2109.2019v26n51ID18902