https://periodicos.ufrn.br:443/saberes/issue/feedSaberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educação2019-02-22T11:10:26+00:00Editorial Saberessaberes@cchla.ufrn.brOpen Journal Systems<p style="margin: 0px; min-height: 50px; max-height: 125px; overflow: hidden; text-overflow: ellipsis;"><span style="margin: 2px;"> <strong>Scope:</strong> Criada em 2008, a Saberes: Revista Interdisciplinar de Filosofia e Educação (ISSN 1984-3879) é uma publicação de fluxo contínuo com qualificação B4 CAPES, aberta para pesquisadores das áreas de Filosofia e Fundamentos da Educação. A publicação constitui um canal de divulgação científica vinculada atualmente ao Grupo de Pesquisa Fundamentos da Educação e Práticas Culturais e ao Grupo de Pesquisa de Ética e Filosofia Política, em colaboração com o Grupo de Pesquisa de Lógica, Conhecimento e Ética da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A Saberes tem como missão reunir pesquisadores seniores e iniciantes do Brasil e do exterior numa linha editorial que compreenda trabalhos de Ética, Filosofia Política e Filosofia da Educação buscando reunir acadêmicos de Programas de Pós-Graduação em geral. Os artigos publicados na revista Saberes são indexados por <a href="http://www.latindex.unam.mx/buscador/ficRev.html?folio=19358&opcion=1">Latindex</a>.<br> A submissão de artigos ocorre em fluxo contínuo <a href="/saberes/about/submissions#onlineSubmissions">clicando aqui</a>. E também a revista realiza chamadas para edições temáticas em números especiais. <br></span></p> <p style="margin: 0px; text-align: left;"><strong>Área do conhecimento</strong>: Interdisciplinar <strong>Qualis/CAPES</strong>:B4 <strong>e-ISSN</strong>:1984-3879 <strong>Contato</strong>: <a title="E-mail" href="mailto:saberes@cchla.ufrn.br" target="_blank" rel="noopener">saberes@cchla.ufrn.br</a></p>https://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/16755EDITORIAL2019-02-22T11:10:17+00:00Cristina Foroni Consanicrisforoni@yahoo.com.br2019-01-31T20:45:59+00:00Copyright (c) 2019 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/15286COMENTÁRIOS SOBRE AS CONTRIBUIÇÕES DE MAX WEBER AO PROCESSO DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA2019-02-22T11:10:13+00:00André Luiz Simões Pedreiraandreluiz.pedreira@hotmail.comJosé Clérison Santos Alvesandreluiz.pedreira@gmail.com<p>Este ensaio pretendeu realizar um comentário sobre a importância das contribuições de Max Weber ao processo de investigação científica. Não se trata de uma proposta de especulação rigorosa acerca do pensamento de Max Weber, mas de recolher livremente o que ele traz como relevante e indispensável para a construção de um objeto de pesquisa a partir de um recorte da realidade social. Suas contribuições não se limitaram apenas à Sociologia, mas se ampliaram para as demais áreas do conhecimento. A metodologia utilizada foi a revisão de bibliografia a partir dos próprios escritos de Max Weber e de autores abalizados no assunto.</p>2018-12-18T16:42:08+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/15395CIÊNCIA E RELIGIÃO: APONTAMENTOS DE PERSPECTIVAS DE DIÁLOGO E COMPLEMENTARIEDADE.2019-02-22T11:10:17+00:00Anderson Frezzatoafrezzato@gmail.com<p>Este artigo visa aprofundar as proposições relacionadas à temática do diálogo e complementariedade entre Ciências e Religião. O caminho de superação de todo conflito entre ciência e religião está na busca da verdade. Ambas, seja pelos métodos que lhes são próprios - experimentação e verificação, paras as ciências; revelação e transcendência para a religião - se debruçam sobre essa aventura. Pautando-se na visão de vários pensadores, tanto daqueles que afirmam não haver aproximação entre ciência e religião ou dos que defendem o diálogo, afirma-se no presente trabalho que, quando a ciência não pertence a nenhuma corrente ideológica, e nem a religião cede a um fundamentalismo infértil, é possível construir diálogos a partir da verdade. Ressalta-se ainda que a ciência e a religião ao reconhecerem seus limites na busca e elaboração do verdadeiro conhecimento podem ser complementares, pois o que falta nas considerações de uma pode estar demonstrado na outra.</p>2018-12-18T16:56:59+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/15582A RELIGIÃO CIVIL DE ROUSSEAU E SUA FUNÇÃO NA MANUTENÇÃO DA ORDEM SOCIAL2019-02-22T11:10:19+00:00Anderson Carvalho dos Santosanderson_ai@hotmail.com<p class="western" align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Este artigo traz à reflexão o conceito de </span><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><em>religião civil</em></span><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"> adotado por Rousseau no </span><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><em>Contrato Social</em></span><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"> e a ideia de ordem que perpassa suas obras, mais especificamente a ideia de </span><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><em>ordem social</em></span><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">, visto que, pela necessidade de delimitação, torna-se impossível adentrar nos temas de ordem natural e ordem moral. Analisaremos a função da religião civil no pensamento político de Rousseau de modo a demonstrar como o seu uso pode contribuir para a manutenção da ordem dentro da sociedade. De forma rápida e geral, abordarei a questão da religião no pensamento do genebrino, para que essa discussão sirva de introdução à reflexão sobre a religião civil e a sua relação com a política e a ordem social.</span></p> <p class="western" align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><strong>Palavras – Chave:</strong></span><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"> Religião civil, ordem civil, coesão social, Rousseau.</span></p>2018-12-18T17:25:10+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/15771SOBRE OS CONCEITOS DE LIBERDADE E VIRTUDE2019-02-22T11:10:20+00:00Antonio Carlos Figueiredo Costasociedadeducacaoanisioteixeira@gmail.com<p>Este trabalho se propõe a investigar os conceitos de Liberdade e Virtude, entendidos como de fundamental importância na montagem das matrizes conceituais da tradição republicana. As reflexões estão centradas sobre os republicanismos greco-romano e do humanismo cívico, e propõem um exercício das possibilidades colocadas pelas práticas desenvolvidas em consonância com a vertente da História do pensamento político conhecida por contextualismo lingüístico (<em>linguistic turn</em>). Ao longo do nosso trabalho, concebido como um balanço crítico, e portanto caracterizado como de revisão bibliográfica, a proposta central foi de colocar em diálogo autores clássicos recepcionados pela tradição republicana como paradigmáticos em suas respectivas épocas, e que passaram a constituir uma espécie de cânone, considerados os estudos acerca do republicanismo. Durante o renascimento, os conceitos de liberdade e virtude acabariam por revelar seu caráter trans-histórico, pois o revivescimento dos empreendimentos comerciais articulados a uma não interdição do lucro, iriam contribuir para o esgarçamento de certos laços simbióticos entre o cidadão e sua polis, impondo aos conceitos de liberdade e virtude uma obrigatória redefinição.</p>2018-12-18T17:41:03+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/15776DO ENSINO DE FILOSOFIA AO FILOSOFAR2019-02-22T11:10:21+00:00Edvan Tito Carneiro Guerratitoguerra.arte@outlook.com<p>O objetivo deste artigo é discutir aspectos do ensino da filosofia na educação básica à luz do conceito de ação firmado no capítulo V de <em>A</em> <em>Condição Humana </em>de Hannah Arendt, identificado na revelação do agente através do discurso e da <em>ação</em>. Sugerimos a reflexão do conceito de <em>ação</em> como consciência motivadora para o ensino de filosofia, investindo em políticas educacionais que consideram a diversidade como um elemento favorável para a construção do conhecimento entre professores e alunos. Estamos aqui em um movimento adverso às práticas tecnicistas que investem em experiências estéreis, fadadas ao mecanicismo das relações. Pois acreditamos que ensinar filosofia além de ser um constante convite à reflexão é também um estímulo à liberdade humana que pode ser impulsionada pela engenhosidade de práticas docentes mais estimulantes. Com base em atividades vivenciadas durante as aulas de filosofia na educação básica, apresentamos aqui algumas reflexões a favor da pluralidade no espaço semipúblico favorecendo perspectivas do ensino da filosofia ao filosofar na sala de aula.</p>2018-12-18T17:45:52+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/15782ÉTICA E ADMINISTRAÇÃO: UMA REFLEXÃO INTRODUTÓRIA2019-02-22T11:10:22+00:00José Jõao Neves Barbosa Vicentejosebvicente@bol.com.brDjeissom Silva Ribeirodjeissom@ufrb.edu.br<p>A ética é indispensável nas relações entre os homens, sua ausência ameaça o funcionamento justo e harmonioso da sociedade e provoca desconfiança e suspeita generalizadas. Este artigo faz uma reflexão sobre a ética aplicada à administração, no intuito de mostrar que a atividade administrativa perde todo o seu sentido e significado quando ela é exercida longe dos princípios éticos. Isso significa dizer, em termos gerais, que apesar de ser uma das funções mais importante de uma sociedade politicamente organizada, a administração pode ser também uma atividade obscura e perigosa, quando é exercida como instrumento de manipulação e defesa de interesses particulares. A ética não pode ser apenas uma questão teórica, quando o que está em questão é administração, mas sim uma prática indispensável de todos aqueles cuja função é administrar, seja no âmbito público ou privado.</p>2018-12-18T17:51:44+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/15937O CONCEITO DE BIOPODER EM FOUCAULT: APONTAMENTOS BIBLIOGRÁFICOS2019-02-22T11:10:23+00:00Jeferson Bertolinijefersonbertolini@gmail.com<p class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Este artigo objetiva apresentar o conceito de biopoder em Foucault. Em resumo, biopoder é uma forma de governar a vida, em vigor desde o século 17, que busca otimizar um estado de vida na população para criar corpos economicamente ativos. O texto discute o biopoder foucaultiano com outros autores que tratam do mesmo tema e o dimensiona em nossos dias. O trabalho se justifica pela importância de Foucault, pela relevância do conceito e pela aplicabilidade do tema para compreender situações cotidianas, como políticas públicas de saúde e controle do sexo. O texto é baseado em estudo bibliográfico. O manuscrito conclui que biopoder é um conceito atual, que ajuda a entender, por exemplo, as intervenções do poder político na saúde da população.</span></span></span></p>2018-12-18T18:03:57+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/16294A ÁRVORE DA FILOSOFIA DE JEAN-JACQUES ROUSSEAU2019-02-22T11:10:24+00:00Felipe Augusto Mariano Piresnitrorhiso@hotmail.com<p class="western" align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Este artigo tem o objetivo de demonstrar, através da analogia com uma árvore, como interpretamos a obra de Rousseau. Nossa interpretação está dentro do tipo que enxerga o pensamento de Rousseau como um sistema. Mostramos que Rousseau parte de um tronco exposto logo nos seus primeiros escritos, que começa pela ideia da bondade original do homem, passa pela genealogia dos vícios e chega ao contrato social que institui o Estado. Neste ponto, há uma subdivisão em dois galhos principais, os do Estado legítimo e ilegítimo, que são duas circunstâncias nas quais o homem pode se encontrar. O Estado ilegítimo se divide em diversos galhos que são estratégias de como ser virtuoso em um Estado que vicia os homens. O Estado legítimo, por sua vez, divide-se em dois galhos, que são o próprio Estado justo e os princípios através dos quais um Estado ilegítimo pode aproximar-se, por adaptações, ao justo.</span></p>2018-12-18T18:09:12+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/13482POSSÍVEIS OBSERVAÇÕES SOBRE ÉTICA ANIMAL A PARTIR DA LEITURA DE ERNST TUGENDHAT2019-02-22T11:10:25+00:00Juliana Clemente Machadojuliajoe@terra.com.brMaria Clara Marques Diasmcdias1964@gmail.com<p class="Resumo">Uma das principais funções da filosofia é nos fazer pensar criticamente sobre questões relativas ao nosso modo de vivenciar o mundo. Esta tarefa nos permite rever opiniões e atitudes perpetuadas sem a devida análise do seu conteúdo moral. Entretanto, verifica-se que alguns temas são pouco abordados por filósofos contemporâneos, como a nossa relação com animais não humanos. Assim, o objetivo deste trabalho foi proporcionar um espaço para análise das perspectivas do filósofo contemporâneo Ernst Tugendhat, especialmente no livro <em>Lições sobre ética,</em> buscando espaços em que a ética animal poderia ser discutida. A metodologia utilizada foi a revisão da obra, dialogando com outros autores e sugerindo pontos de possível inserção do tema ética animal. O resultado desta análise mostra que, com algumas exceções, grande parte das perspectivas filosóficas não contempla diretamente a ética voltada para animais não humanos. Todavia, nota-se o quanto a filosofia contribui para este diálogo se ampliar as suas considerações para além do foco antropocêntrico. Uma segunda percepção indica ainda que o próprio autor pouco fala sobre ética e animais, embora se verifique uma série de pontos em que a discussão seria possível. Serão apresentados alguns destes momentos no presente artigo. Tugendhat, portanto se mostra como um autor contemporâneo de importância tanto no conjunto de sua obra quanto na perspectiva de discussão do tema ética animal. </p>2018-12-18T19:25:28+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/15879O ENSINO DE FILOSOFIA NOS PRIMÓRDIOS DAS UNIVERSIDADES2019-02-22T11:10:16+00:00Paulo Marins Gomescadastrodopaulo@hotmail.com<p class="western"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Neste trabalho apresento o contexto do ensino de filosofia nos primórdios das universidades, que surgiram na Europa medieval a partir do século XII. Primeiramente apresento um breve relato do surgimento das universidades, seguido de uma descrição dos métodos de organização institucional e de ensino, para então apresentar as principais influências sobre as discussões filosóficas que ocorreram neste período. Nesta última parte, dou destaque para as influências das obras redescobertas de Aristóteles e da filosofia árabe, e para a síntese destas diferentes tradições desenvolvida por Tomás de Aquino. </span></p>2018-12-18T17:58:20+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/15739DA CONSTRUÇÃO DE UM CONCEITO POSSÍVEL DE DEBATE E SUA UTILIZAÇÃO COMO MEIO PEDAGÓGICO2019-02-22T11:10:18+00:00Ricardo Ruthesricardo_ruthes@yahoo.com.br<p>O presente artigo tem finalidade construir um conceito possível para o termo debate, se utilizando do pensamento do lingüista e filósofo Bakhtin, se chegando ao conceito que este se seja uma construção lingüística, assumindo linguagem como sendo fruto de um complexo físico – psíquico - fisiológico e social, portanto, dialógico, caracterizado por ser um gênero do discurso, que ocorre quando, em um meio social especifico, dois ou mais enunciados, de campos ideológicos distintos, entram em conflito. E a partir disto, entende-lo como um meio pedagógico passível de ser utilizado em aulas de filosofia no ensino médio.</p>2018-12-18T17:33:39+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/13689PLATÃO E A EDUCAÇÃO: POSSÍVEL INTER-RELAÇÃO ENTRE A ALEGORIA DA CAVERNA E A ANIMAÇÃO OS CROODS2019-02-22T11:10:19+00:00Débora Santos Coutodebora.santos2@hotmail.com<p class="Default">Este artigo, de cunho qualitativo e bibliográfico, propõe um diálogo entre a <em>Alegoria da Caverna</em> (Platão, 1997) e a animação <em>Os Croods</em> (2013). Pretende ver possíveis aproximações, bem como identificar a concepção de educação presente na narrativa platônica e na animação <em>Os Croods</em>. Recorre à Sociologia da Infância, em especial as contribuições de Sarmento (2007; 2008), na medida em que se compreende que a animação produzida se configura como produção cultural direcionada ao público infantil, que, historicamente, dado o contexto social de sua inserção, nem sempre teve as particularidades dessa etapa consideradas. Inferimos que a concepção de educação está permeada pelo contexto histórico no qual uma determinada sociedade está inserida, com a saída da caverna sendo considerado como fator de alcance de uma educação idealizada.</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>Educação. Platão. Alegoria da Caverna. Os Croods.</p>2018-12-18T18:37:41+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/13742O PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA EDUCAÇÃO BÁSICA - PARFOR NO MUNICÍPIO DE MARAÃ – AM: A LUTA PELA FORMAÇÃO DOCENTE NO COTIDIANO DA DOCÊNCIA2019-02-22T11:10:20+00:00Denis de Oliveira Silvadenis89pin@gmail.com<p>O presente artigo possui como objetivo refletir o processo de formação de professores do PARFOR no Município de Maraã no Estado do Amazonas no curso Licenciatura em História. Este estudo tem como procedimentos metodológicos, a Pesquisa Qualitativa (CRESWELL, 2010), como método de abordagem o materialismo dialético (TRIVIÑOS, 2008). Os professores que são alunos deste curso, são contratados para lecionar no período letivo e depois não recebem seus salários no período de férias no Município, revelando o que Foucault (1985) nos ajuda a visualizar o “micropoder”, em que os professores ficam à mercê de desmandos dos gestores municipais, impedidos de exigir seus direitos, por não possuírem estabilidade e nem plano de carreira, recebem apenas o período em que estão na sala de aula, não gozam de direito a férias e muitos menos de outros direitos trabalhistas da profissão, como o salário base dos professores, que fica bem abaixo do piso nacional estabelecido. Esta prática de política governamental prejudica também a permanência na formação, principalmente no início do ano em que não estão lotados nas escolas, a instabilidade dos professores no trabalho prejudica diretamente os estudantes na aprendizagem, pois há uma rotatividade grande dos docentes nas escolas, dificultando um pensamento crítico-reflexivo no interior da escola junto com a comunidade.</p>2018-12-18T18:43:13+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/13805DIVERSIDADE NO CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO INFANTIL E AS PERCEPÇÕES DE PROFESSORES E EDUCADORES DE CURITIBA/PR2019-02-22T11:10:22+00:00Daniela Gureski Rodriguesdany_gureski@yahoo.com.brJuliana Battistus Ferreirajulianaferreira@yahoo.com.br<p>É de extrema relevância que o trabalho com a diversidade seja oportunizado nas práticas educativas do cotidiano escolar em todos os níveis de ensino, principalmente na educação infantil, pois ela é a primeira etapa da educação básica, onde as crianças são inseridas num universo dinâmico e ativo, de exploração e conhecimento. Muitos estudos científicos mostram que é na infância que os aprendizados são mais significativos, podendo se tornar em conceitos e condutas bem definidos e aplicados por toda a vida dos indivíduos. Por isso, reconhece-se a necessidade da educação com e na diversidade ser iniciada já nesta fase do processo educativo, visto a emergente preocupação sobre a temática nos últimos anos. Portanto, a presente pesquisa pretende analisar as condições curriculares que corroboram para a efetivação deste ensino e as percepções de professores e educadores de um Centro Municipal de Educação Infantil de Curitiba sobre a aplicabilidade do conteúdo no cotidiano escolar.</p>2018-12-18T18:50:46+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/14470SCHOPENHAUER E NIETZSCHE: CRÍTICOS DA EDUCAÇÃO OITOCENTISTA ALEMÃ2019-02-22T11:10:23+00:00Tiago Xaviertiagobodybord@gamil.com<p>Uma vez que o ensino na Alemanha oitocentista estava corrompido por conta dos eruditos transmitirem um saber que não possibilitava a emancipação dos indivíduos devido à decadência educacional, Schopenhauer e Nietzsche aparecem para denunciar criticamente o modelo de educação presente nesta nação, se colocando como pelejadores da degeneração cultural que se cristalizava em seu tempo. </p>2018-12-18T18:59:27+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/14308O IMPACTO DA VIOLÊNCIA NA PERCEPÇÃO DE ESTUDANTES DA EDUCAÇÃO BÁSICA - NITERÓI-RJ2019-02-22T11:10:24+00:00Marcelo Barboza Duartembduarte@id.uff.brCristina Oliveira Maiamarceloduarte@id.uff.br<p>Este trabalho tem como objetivo verificar como educandos da Rede Pública de ensino do Município de Niterói/RJ percebem o fenômeno da violência nas suas comunidades e como esta percepção se evidencia em seus discursos. Para isso foi aplicado um questionário semiestruturado com questões objetivas e uma discursiva, no qual foi respondido por 120 estudantes com idades entre 13 e 17 anos da Rede Estadual de Ensino de escolas da Zona Norte de Niterói, estado do Rio de Janeiro. As respostas às questões objetivas foram analisadas quantitativamente e à questão discursiva por meio de técnica categorial, onde as categorias eram os itens escolhidos nas respostas dos estudantes. As questões discursivas foram analisadas qualitativamente, gerando uma análise quanti-qualitativa. Verificamos também resultados de pesquisas análogas, e a discussão foi construída à luz dos teóricos Albert Bandura, Michel Foucault e Lev Vygotsky, no qual se mostrou que nossos dados são suportados pela literatura.</p>2018-12-18T19:10:14+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/14724O CONCEITO DE PODER DISCIPLINAR NO PENSAMENTO DE MICHEL FOUCAULT2019-02-22T11:10:25+00:00Sara Del Vallesara.delvalle@hotmail.comO presente trabalho tem como objetivo debater como a escola desenvolve estratégias de disciplinarização do corpo do aluno. Michel Foucault (1926-1984) apresentado aqui como uma das principais referências teóricas no tema, mais precisamente pela obra <em>Vigiar e Punir: Nascimento da Prisão, 2005. </em>O trabalho pretende abordar os principais conceitos do poder, e como se desenvolve em poder disciplinar, compreendendo o sujeito e os discursos que se instalam nas diversas instituições sociais. Também serão analisados os seus desdobramentos, para se produzir indivíduos dóceis e submissos a esse poder, possibilitando, assim, a compreensão de como um sistema punitivo mobiliza todo o mecanismo educacional. Para isso, é utilizada a experiência da prática docente de Estágio na área de Filosofia no Instituto Federal Sul-Rio Grandense (IFSul), mostrando como foi possível coadunar os aspectos disciplinares encontrados na teoria de Michel Foucault com a experiência docente.2018-12-18T19:15:19+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educaçãohttps://periodicos.ufrn.br:443/saberes/article/view/14035(RE)PENSANDO O CURRÍCULO ESCOLAR: A IMPORTÂNCIA DA LEITURA LITERATURA AFRO-BRASILEIRA NO ENSINO-APRENDIZAGEM EM SALA DE AULA2019-02-22T11:10:25+00:00Nedson Antônio Melo Nogueiranogueira.nedson466@gmail.com<p>O presente trabalho tem como finalidade refletir sobre a importância da literatura afro-brasileira em sala de aula, tendo como base a lei federal sancionada 10.639/03, que torna obrigatório (como cumprimento de lei) as histórias e as culturas africanas e afro-brasileiras, assim como as histórias e as culturas indígenas (lei 11.645/08) nas instituições de ensino, sendo elas públicas ou privadas, aqui só enfatizaremos à primeira lei. Ancorados a uma perspectiva de leitura literária vinculada às práticas cotidianas e ao conhecimento de mundo trazido pelos/as alunos/as segundo os PCNs (1998), procuraremos problematizar as condições (e a falta delas) de se abordar uma prática de leitura constituinte e constitutiva para a formação crítica e participativa dos/as alunos/as como também possibilitar, além de resgatar, os saberes e os valores históricos e culturais construídos pelos povos africanos ao longo das gerações. Adotando pressupostos de teóricos/as que pensam a prática leitora no contexto escolar, entre eles (FREIRE, 1989; SILVA, 2003; DALVI, 2010), vemos o quanto é necessária a sua inserção no ensino-aprendizagem em aulas de língua portuguesa, em especial, nas de Literatura. Para finalizar, trazemos à baila as principais nuances que inviabilizam a falta de formação/qualificação dos/as educadores/as em desenvolverem atividades pedagógicas que sejam pertinentes a prática leitora assim como as temáticas africanas e afro-brasileiras a uma formação de pertença e autoafirmação afro-descendente; o descaso do currículo escolar no tocante as africanidades diante do que prioriza à lei supramencionada, e o que defende os documentos oficiais e suas diretrizes para o fortalecimento de uma educação antirracista e mais pluricultural. </p> <p><strong> </strong></p> <p><strong><em>Palavras-Chave:</em></strong><em> Africanidades. Afro-descendência. Lei 10.639/03. Prática leitora. </em></p> <p><em> </em></p>2018-12-18T00:00:00+00:00Copyright (c) 2018 Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educação