O PROTOCOLO DE QUIOTO COMO FERRAMENTA INDIRETA DA PROMOÇÃO DA ECONOMIA VERDE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO ART.2, 1, ALÍNEA A, (IV)

  • Clara Gabriela Dias Rodrigues
  • Raíssa Lopes Bezerra Lima

Resumo

Esse artigo permeia três categorias de análises, são elas: a economia verde, as energias renováveis e o Protocolo de Quioto. Daí a importância de apresentar os fundamentos da mudança valorativa no tocante à utilização de energias que sejam uma alternativa para apresentar um equilíbrio ambiental, com o objetivo de preservar os recursos renováveis e não renováveis, e tornar mais eficientes as práticas econômicas. Assim, faz-se preciso analisar a acelerada intensificação do aquecimento global para entender que há uma retomada paradigmática no que diz respeito à utilização dos recursos e que há uma preocupação jurídica internacional em implementar acordos para unificar as práticas econômicas e reduzir, neste recorte temático, a emissão de gases que contribuem para aceleração do aquecimento do planeta. Como resultado, foi possível analisar que há um entrave político-internacional de alguns países, principalmente os denominados desenvolvidos, em sobrepujar a idéia de que a transição para uma economia verde implica na necessária redução de seus lucros. Dessarte, a resistência dos aludidos países em se tornarem signatários do Protocolo de Quioto inviabilizou sobremaneira a consecução do objetivo primacial desse dispositivo, qual seja, a estabilização e redução da emissão de gases de efeito estufa.

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Publicado
22-04-2014
Como Citar
RODRIGUES, C. G. D.; LIMA, R. L. B. O PROTOCOLO DE QUIOTO COMO FERRAMENTA INDIRETA DA PROMOÇÃO DA ECONOMIA VERDE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO ART.2, 1, ALÍNEA A, (IV). Revista Direito E-nergia, v. 4, n. 2, 22 abr. 2014.