PERFIL DOS CASOS DE SÍFILIS CONGÊNITA NO RIO GRANDE DO NORTE: ESTUDO DE SÉRIE TEMPORAL

Autores

  • Francisca Kelle de Sousa Ferreira Enfermeira pela Universidade Federal de Campina Grande. Pós - graduada pelo programa de Residência Multiprofissional em Atenção Básica pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Ana Carine Arruda Rolim Docente da UFRN. Doutora em Saúde Coletiva pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM/Unicamp-SP)
  • Diego Bonfada Docente da UFRN. Doutor em Saúde Coletiva pela UFRN e pela Agència de Qualitat i Avaluació Sanitàries de Catalunya (AQuAS), Barcelona-ES (2015).

DOI:

https://doi.org/10.21680/2446-7286.2021v7n2ID23765

Resumo

Objetivo:  Analisar a incidência, a mortalidade e o perfil dos casos de sífilis congênita no Rio Grande do Norte entre 2014 e 2018. Metodologia:  Trata-se de um estudo epidemiológico, quantitativo, ecológico, realizado com dados de sífilis congênita registrados no Sinan.. Resultados: A taxa de incidência e mortalidade por sífilis congênita duplicaram no Estado no período analisado. A maioria das crianças foi diagnosticada com menos de 7 dias após o nascimento, sendo mais predominante em filhos de mães com idade entre 20 e 29 anos, com baixa escolaridade e pardas, que foram diagnosticadas com sífilis recente e que tiveram acesso ao pré-natal. A maioria teve o diagnóstico da sífilis materna durante o pré-natal, mas não realizou tratamento adequado e o parceiro não recebeu tratamento. Conclusões: Os achados apontam para necessidade de estratégias para qualificação da atenção pré-natal com intuito de evitar a transmissão vertical, especialmente nesses grupos mais susceptíveis e vulneráveis.

Palavras-Chave: Sífilis Congênita. Transmissão vertical. Notificação de doenças. Cuidado pré-natal.

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Publicado

08-05-2021

Como Citar

KELLE DE SOUSA FERREIRA, F.; CARINE ARRUDA ROLIM, A. .; BONFADA, D. PERFIL DOS CASOS DE SÍFILIS CONGÊNITA NO RIO GRANDE DO NORTE: ESTUDO DE SÉRIE TEMPORAL. Revista Ciência Plural, [S. l.], v. 7, n. 2, p. 33–46, 2021. DOI: 10.21680/2446-7286.2021v7n2ID23765. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/rcp/article/view/23765. Acesso em: 28 fev. 2024.