POVOS INDÍGENAS, MAPEAMENTOS PARTICIPATIVOS E POL´ÍTICA DE GESTÃO TERRITORIAL: O CASO DO SEMIÁRIDO BRASILEIRO

Autores

  • Lara Erendira Almeida de Andrade

DOI:

https://doi.org/10.21680/2238-6009.2018v1n52ID13915

Resumo

RESUMO: O presente artigo tem por objetivo refletir duas experiências que foram desenvolvidas no contexto de implementação Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental em Terras Indígenas (PNGATI). Nos referimos aos projetos de realização dos Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA) das de Terras Indígenas Pankararu Entre Serras e Kapinawá, ambas em Pernambuco, semiárido pernambucano, nas quais os autores participaram enquanto membros da equipe. Propomos-nos a refletir sobre de forma mais detalhada sobre como os processos de mapeamento participativos foram desenvolvidos e seus respectivos resultados.  

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Publicado

31-05-2019

Como Citar

ANDRADE, L. E. A. de. POVOS INDÍGENAS, MAPEAMENTOS PARTICIPATIVOS E POL´ÍTICA DE GESTÃO TERRITORIAL: O CASO DO SEMIÁRIDO BRASILEIRO. Vivência: Revista de Antropologia, [S. l.], v. 1, n. 52, 2019. DOI: 10.21680/2238-6009.2018v1n52ID13915. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/vivencia/article/view/13915. Acesso em: 1 fev. 2023.

Edição

Seção

Dossiê/Dossier