APRENDENDO A “OLHAR SOBRE OS OMBROS”

O USO DO FILME E DA FOTOGRAFIA NA PESQUISA COMO UMA EXPERIÊNCIA DE DEVOLUÇÃO E COLABORAÇÃO

Autores

  • Mariana Leal Rodrigues

DOI:

https://doi.org/10.21680/2238-6009.2018v1n51ID17178

Resumo

A produção de registros audiovisuais e fotográficos ao longo da realização de uma pesquisa antropológica pode contribuir com a formação de vínculos entre o pesquisador e os grupos pesquisados, a partir da constante devolução das imagens e sons. Mas também propõe desafios, torna o trabalho de campo mais árduo e coloca em questão a maneira como são representadas as pessoas pesquisadas. O objetivo deste artigo é analisar como, ao longo de dez anos de pesquisa, as fotografias e filmes produzidos com base nos princípios do cinema de observação foram apropriados e circulados pelos grupos pesquisados nos processos de reconhecimento como patrimônio imaterial de saberes tradicionais sobre plantas medicinais. A experiência da pesquisa permite analisar alguns limites e algumas potencialidades da fotografia e dos registros audiovisuais e como se produzem novos sentidos e identidades a partir do uso e da circulação desses materiais.

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Publicado

22-03-2019

Como Citar

RODRIGUES, M. L. APRENDENDO A “OLHAR SOBRE OS OMBROS”: O USO DO FILME E DA FOTOGRAFIA NA PESQUISA COMO UMA EXPERIÊNCIA DE DEVOLUÇÃO E COLABORAÇÃO. Vivência: Revista de Antropologia, [S. l.], v. 1, n. 51, 2019. DOI: 10.21680/2238-6009.2018v1n51ID17178. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/vivencia/article/view/17178. Acesso em: 13 ago. 2022.

Edição

Seção

Dossiê/Dossier