REBENTO E CORPORIFICAÇÃO DA POESIA CONCRETA:

DEGUST-AÇÕES INTERSEMIÓTICAS PARA ALÉM DA DESTRUIÇÃO DO VERSO

Autores

  • Adélia Maria Silveira Costa

DOI:

https://doi.org/10.21680/2238-6009.2005v1n29ID18591

Resumo

A poesia concreta é fundamental na construção do imaginário contemporâneo, revelando novas possibilidades de leitura da língua e da palavra, conjugando o signo verbal e o não-verbal, realidades simbólicas que permitirão ao aluno, no século XXI, estudar literatura, através dos elos virtuais, COMO trama de relações entre palavra e imagem. No Brasil, como em outras partes do mundo, desde a experiência vanguardista de Mallarmé até o desdobramento, nas décadas de 60 e 70 do século XX, das práticas concretistas, a história sígnica tem sido importante vetor para se repensarem modos de aprendizagem do texto literário, integrado a outros sistemas semióticos. Este texto traz uma breve retrospectiva do concretismo, observando sua estética, os principais autores, os signos icônicos, bem como a contribuição do trabalho de leitura e produção de texto com a poesia concreta em sala de aula, para a construção de uma pedagogia poética da imagem que convoque o aluno/leitor, do projeto Acreditar II e IV da Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Ensino Fundamental, a fazer montagem e desmontagem tais que o levem a ler como forma de aprender a ver: ler/ver livros, filmes, imagens.

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Publicado

23-08-2019

Como Citar

ADÉLIA MARIA SILVEIRA COSTA. REBENTO E CORPORIFICAÇÃO DA POESIA CONCRETA:: DEGUST-AÇÕES INTERSEMIÓTICAS PARA ALÉM DA DESTRUIÇÃO DO VERSO. Vivência: Revista de Antropologia, [S. l.], v. 1, n. 29, 2019. DOI: 10.21680/2238-6009.2005v1n29ID18591. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/vivencia/article/view/18591. Acesso em: 10 abr. 2026.

Edição

Seção

Dossiê/Dossier