DECOTE E HIJAB NAS NOTAS DA ETNOGRAFIA COM MULHERES DO CONFLITO SÍRIO NO BRASIL

Autores

  • Mirian Alves de Souza Professora do Departamento de Antropologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) e do Programa de Pós-Graduação em Justiça e Segurança (PPGJS/UFF). https://orcid.org/0000-0001-7153-9335

DOI:

https://doi.org/10.21680/2238-6009.2020v1n56ID23678

Resumo

Este artigo pretende contribuir para a produção antropológica sobre refúgio. A partir de uma etnografia com mulheres refugiadas do conflito sírio, o texto discute certos discursos humanitários. A etnografia é a metodologia adotada. O trabalho de campo foi desenvolvido no Rio de Janeiro e em São Paulo, entre 2015 e 2018. As narrativas apresentadas buscam romper com uma imagem visual das mulheres refugiadas como eternamente vulneráveis ou oprimidas pela “cultura”, reconhecendo sua agência e descrevendo outras dinâmicas de poder interseccional.

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Publicado

24-12-2020

Como Citar

SOUZA, M. A. de. DECOTE E HIJAB NAS NOTAS DA ETNOGRAFIA COM MULHERES DO CONFLITO SÍRIO NO BRASIL. Vivência: Revista de Antropologia, [S. l.], v. 1, n. 56, 2020. DOI: 10.21680/2238-6009.2020v1n56ID23678. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/vivencia/article/view/23678. Acesso em: 23 maio. 2022.

Edição

Seção

Dossiê/Dossier