“Ideologia de gênero”: interpretação equivocada, repetição do equívoco

  • Ismar Inácio Santos Filho Universidade Federal de Alagoas (Ufal-Campus do Sertão)
Palavras-chave: Ideologia de gênero, Plano Educacional, Identidade de gênero, Sexualidade, Antifeminismo.

Resumo

Em atividades acadêmico-científicas que problematizam a relação língua(gem), gênero e sex(o)ualidade, especialmente sob a denominação de Linguística Queer, viso deter-me e refletir a respeito da noção de “ideologia de gênero”, como aspecto relevante na posição de formador de professores e professoras. Sobre essa ideia, justifico a necessidade de seu estudo, cito seu contexto de discussão em Alagoas, e a apresento a partir das ideias de Jorge Scala (2014), consideradas por mim como uma compreensão equivocada (ou mesmo fantasiosa) sobre os estudos feministas, tornando-se, portanto, antifeministas. Em contraponto, menciono as orientações educacionais legais brasileiras sobre identidades de gênero e sexualidade, como temas transversais (BRASIL, 1997). Ainda problematizo a caça a palavra “gênero”, por assembleias legislativas, nos planos educacionais, e ao final teço considerações acerca do que é preciso saber a respeito de ideologia de gênero para que professores possam lidar com esse “conceito” com mais discernimentos.

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Biografia do Autor

Ismar Inácio Santos Filho, Universidade Federal de Alagoas (Ufal-Campus do Sertão)

Doutor em Linguística, professor no Curso de Letras (Português), UFAL, Campus do Sertão; coordenador do Grupo de Estudos em Linguística Aplicada em Questões do Sertão Alagoano (GELASAL)

Publicado
09-05-2017
Como Citar
SANTOS FILHO, I. I. “Ideologia de gênero”: interpretação equivocada, repetição do equívoco. Bagoas - Estudos gays: gêneros e sexualidades, v. 10, n. 15, 9 maio 2017.