Entrevista com Ayrson Heráclito

  • Naira Ciotti

Resumo


Os tempos em que vivemos são de pura atualização, simultaneidade e racionalidade Este é um convite a todos os que se inquietam, problematizam e exorcizam seus fantasmas através da performance. Talvez o contato com as energias ancestrais possam nos auxiliar a entender melhor eventos de neofascismo abrangente e global. O trabalho de Ayrson Heráclito mostra a relação entre o artista, seu corpo e suas possibilidade no cuidado do contexto, dos espaços de convivência.. Segundo Mariana Tessitore: “Praticante do candomblé há mais de vinte anos, Ayrson Heráclito acredita na arte como uma forma de cura. Para o artista baiano, é preciso “exorcizar os fantasmas da sociedade colonial” que ainda assombram o País. Em suas performances, vida, arte e religião se misturam num mesmo caldeirão, onde também entram alimentos da cultura baiana como o açúcar, a carne de charque e o dendê.

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Publicado
03-10-2019
Como Citar
CIOTTI, N. Entrevista com Ayrson Heráclito. Manzuá: Revista de Pesquisa em Artes Cênicas, v. 2, n. 2, p. 7-18, 3 out. 2019.
Seção
Artigos/Articles