RANCIÈRE: A POLÍTICA DAS IMAGENS

  • Pedro Hussak van Velthen Ramos Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Palavras-chave: Imagem, Arte, Política, Estética, Jacques Rancière

Resumo

Este artigo mostra os desdobramentos das reflexões de
Jacques Rancière em torno da relação entre política e estética no
domínio específico da imagem. Trata-se de mostrar em que sentido
as imagens se articulam politicamente em sua circulação social. Nas
duas primeiras partes, expõe-se a crítica de Rancière a dois modos
de se colocar a relação entre imagem e política: por um lado, a ideia
de que a própria imagem seria nociva à política; por outro, a
consideração de que o elemento político da imagem estaria no
conteúdo que ela apresenta. Por fim, pretende-se mostrar que, para
o pensador francês, a politicidade das imagens deve ser encontrada
em um regime determinado de articulações de seus elementos e
funções que ele chama de “regime de imagéité”. Como conclusão,
serão discutidas as consequências da passagem de um regime a
outro, a saber, do regime representativo ao regime estético.

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Publicado
14-07-2015
Como Citar
RAMOS, P. RANCIÈRE: A POLÍTICA DAS IMAGENS. Princípios: Revista de Filosofia (UFRN), v. 19, n. 32, p. 95-107, 14 jul. 2015.