O amor no cérebro

  • Maria Borges Universidade Federal de Santa Catarina
Palavras-chave: Amor, Cérebro, Dopamina

Resumo

Neste artigo, eu procurarei mostrar a relação entre o sentimento do amor e neurotransmissores, bem como o lugar do amor no cérebro. Na primeira parte, eu examinarei a tradição de ligar emoções e fisiologia, partindo da intuição cartesiana de que os sentimentos têm um aspecto fisiológico. Num segundo momento, mostrarei os experimentos da neurologista Helen Fisher sobre o amor, nos quais buscou detectar as regiões cerebrais responsáveis por esse sentimento.

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Biografia do Autor

Maria Borges, Universidade Federal de Santa Catarina
Professora Associada do Departamento de Filosofia da UFSC; Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq, nível 1D, CA FI - Filosofia.

Referências

DESCARTES, Réne. Les passions de l’âme. Œuvres de Descartes (AT, XI). Ed. Adam/ Tannery. Paris: Vrin, 1964-76.

ELSTER, Jon. Strong feelings: emotion, addiction and human behavior. Cambridge: MIT, 2000.

FISHER, Helen. Why we love: the nature and chemistry of romantic love. New York: Henry Holt and Company, 2005. (kindle edition).

SOUZA, Ronald. The rationality of emotions. Cambridge: MIT, 1997.

TENNOV, Dorothy. Love and limerence. New York: Stein and Day, 1979.

Publicado
10-10-2015
Como Citar
BORGES, M. O amor no cérebro. Princípios: Revista de Filosofia (UFRN), v. 22, n. 38, p. 125-135, 10 out. 2015.