INFLUÊNCIA DO USO DA PROANTOCIANIDINA EM UM ADESIVO AUTOCONDICIONANTE: AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE UNIÃO

Autores

  • Taynã Cavalcanti de Paiva Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Maria Eduarda Lima do Nascimento Marinho Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Débora Michelle Gonçalves Amorim Universidade Potiguar
  • Diana Ferreira Gadelha de Araújo Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Cícero Flávio Soares Aragão Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Isana Álvares Ferreira Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Marília Regalado Galvão Rabelo Caldas Universidade Federal do Rio Grande do Norte

DOI:

https://doi.org/10.21680/2446-7286.2021v7n2ID22356

Resumo

Introdução: Os sistemas adesivos possibilitam a execução de restaurações estéticas e minimamente invasivas, sendo, portanto, objeto de pesquisas para contornar os problemas que se apresentam no procedimento restaurador. Objetivo: Avaliar in vitro a resistência de união de um sistema adesivo autocondicionante, e deste modificado com soluções extrativas de semente de uva. Metodologia: Duas soluções extrativas foram preparadas com extrato de semente de uva em pó dissolvido em acetona e etanol. A partir delas e de um adesivo, seis sistemas adesivos autocondicionantes experimentais foram preparados, diferindo quanto ao solvente utilizado e às proporções entre adesivo puro e solução extrativa, esta, variando em 7,5%, 15% e 30%. Setenta incisivos bovinos hígidos tiveram as raízes removidas com disco de carborundum e as faces vestibulares desgastadas com lixas d’água de granulação 120, 240, 600 e 1200 sob refrigeração até expor a dentina superficial. Os dentes foram distribuídos aleatoriamente em sete grupos distintos: Controle; A7,5; A15; A30; E7,5; E15; e E30, contendo 10 elementos cada. A aplicação dos adesivos foi executada de acordo com as recomendações do fabricante do adesivo controle. A restauração foi realizada com uma matriz de silicone com dimensões 2 mm de altura e 4 mm de diâmetro e inserido o material restaurador em incremento único e fotopolimerizado por 40s. Após três meses armazenados em água destilada, os espécimes foram submetidos ao teste de resistência de união. Foi empregado o método estatístico Teste Paramétrico Anova 1 Fator e pós- teste de Tamhane (p<0,05). Resultados: Os grupos A7,5, E7,5 e E30 não apresentaram diferença em relação ao grupo Controle; A15 e A30 mostraram desempenho estatisticamente semelhante entre si; e E15 não apresentou diferença estatística em relação aos outros adesivos. Conclusões: A adição de proantocianidina teve efeitos diferentes, dependendo dos solventes e das concentrações utilizadas, mas sem alterar significativamente o desempenho do adesivo.

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Publicado

08-05-2021

Como Citar

CAVALCANTI DE PAIVA, T.; EDUARDA LIMA DO NASCIMENTO MARINHO, M.; MICHELLE GONÇALVES AMORIM, D. .; FERREIRA GADELHA DE ARAÚJO, D. .; FLÁVIO SOARES ARAGÃO, C.; ÁLVARES FERREIRA, I. .; REGALADO GALVÃO RABELO CALDAS, M. . INFLUÊNCIA DO USO DA PROANTOCIANIDINA EM UM ADESIVO AUTOCONDICIONANTE: AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE UNIÃO. Revista Ciência Plural, [S. l.], v. 7, n. 2, p. 61–73, 2021. DOI: 10.21680/2446-7286.2021v7n2ID22356. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/rcp/article/view/22356. Acesso em: 28 fev. 2024.