Geomorfologia do Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-Manguaba – CELMM, Alagoas, Nordeste do Brasil

Resumo


Mapeamentos são temáticas recorrentes na Geomorfologia, com suas potencialidades e especificações na compreensão das dinâmicas ambientais. Nesse sentido, o presente estudo discutiu o relevo do Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-Manguaba e seu entorno, utilizando técnicas de Geoprocessamento e Fotointerpretação, na aferição da dissecação do relevo e mapeamento de suas unidades taxonômicas, utilizando orientações metodológicas recorrente em estudos consagrados no Brasil. Identificou-se variados padrões de dissecação, entretanto, 90% do Complexo apresenta dissecação fraca. Foram setorizadas 2 unidades morfoestruturais, 7 unidades morfoesculturais e 21 subunidades morfoesculturais, com origens relacionadas a processos denudacionais em interação com movimentos tectônicos e variações do nível médio dos mares ao longo do Quaternário. A metodologia mostrou-se bastante promissora, possibilitando a confecção dos mapas temáticos, bases de dados e documentos que podem contribuir com planejamento e tomada de decisões na área.

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Biografia do Autor

Thiago Cavalcante Lins Silva, Universidade Federal do Rio Grande do Norte-UFRN

Doutorando em Geografia, CCHLA/DGE, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Natal/RN, Brasil.

Bruno Ferreira , Universidade Federal de Alagoas

Professor do Magistério Superior, Dr. em Geociências pela Universidade Federal de Pernambuco. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase para a Geografia Física e Geografia Física Aplicada.

Publicado
29-07-2021
Como Citar
SILVA, T. C. L.; FERREIRA , B. Geomorfologia do Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-Manguaba – CELMM, Alagoas, Nordeste do Brasil. Revista de Geociências do Nordeste, v. 7, n. 2, p. 68-79, 29 jul. 2021.
Seção
Artigos