Disclosure de informações e governança corporativa: evidências de empresas listadas no IBrX-100

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21680/2176-9036.2024v16n2ID32014

Palavras-chave:

Disclosure de Informações, Governança Corporativa, IBrX-100

Resumo

Objetivo: Analisar a relação entre a governança corporativa e o nível de disclosure de informações das empresas listadas no IBrX-100.

Metodologia: Estudo descritivo, exploratório e quantitativo, em que o procedimento de coleta de dados de 2016 a 2020 que é o período estudado, caracteriza-se como documental, fazendo uso da técnica de análise de conteúdo e do software Economática®, websites da [B]³ e da Comissão de Valores Mobiliários. A amostra final é composta por 61 empresas. Para análise dos dados utilizou-se o coeficiente de correlação de postos de Spearman e da regressão com dados em painel, ambas realizadas por meio do software RStudio.

Resultados: As evidências mostram que o Índice de Disclosure de Informações (IDI) sofreu poucas oscilações ao longo do período analisado, tendo alcançado um valor médio total de 0,7754, com a maior e a menor média de 0,7787 e 0,7691, respectivamente. Quanto a relação do IDI com as variáveis de governança corporativa, os achados apontaram que não há relação positiva significativa entre o tamanho do conselho, independência do conselho, dualidade de funções do CEO e investidores institucionais com o IDI, mas existe uma relação positiva significativa entre a diversidade de gênero do conselho com o IDI. Estes resultados são consistentes com estudos já realizados no âmbito internacional.

Contribuições do Estudo: A presente pesquisa contribui para a literatura atual ao proporcionar achados empíricos sobre a relação da estrutura de governança corporativa na prática de divulgação de informações por empresas de capital aberto no Brasil, sendo úteis nas tomadas de decisões dos stakeholders e na definição de membros para compor o conselho de administração da empresa. Além disso, este estudo acrescenta a descoberta empírica sobre a relação positiva encontrada entre mulheres diretoras e o disclosure de informações.

 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Aldir Dias de Amurim, Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)

Mestre em Controladoria pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

Adilson Celestino de Lima, Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)

Doutor em Administração pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Professor Adjunto da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

Referências

Abraham, S., & Cox, P. (2007). Analyzing the determinants of narrative risk information in UK FTSE 100 annual reports. The British Accounting Review, 39(3), 227–248.

Agyei-Mensah, B. K. (2016). Internal control information disclosure and corporate governance: evidence from an emerging market. Corporate Governance: The international journal of business in society, 16(1), 79-95.

Ahmed, J., & Karim, W. (2005). Compliance to International Accounting Standards in Bangladesh: a survey of annual reports. The Bangladesh Accounting, 40(1), 23-24.

Ain, Q. U., Yuan, X., Javaid, H. M., Usman, M., & Haris, M. (2020). Female directors and agency costs: evidence from Chinese listed firms. International Journal of Emerging Markets, 16(8), 1604-1633.

Akerlof, G. (1970). The arket for lemons: qualitative uncertainty and the market mechanism. Quarterly Journal of economics, 84(3), 488-500.

Akhtaruddin, M., Hossain, M. A., Hossain, M., & Yao, L. (2009). Corporate governance and voluntary disclosure in corporate annual reports of Malaysian listed firms. Journal of Applied Management Accounting Research, 7(1), 1-19.

Al-Shammari, B. (2014). Kuwait corporate characteristics and level of risk disclosure: a contente analysis approach. Journal of Contemporary Issues in Business Research, 3(3), 128–153.

Al-Fayoumi, N., Abuzayed, B., & AlexandeR, D. (2010). Ownership structure and earnings management in emerging markets: the case of Jordan. International Research Journal of Finance and Economics, 38(1), 28–47.

Ali, A., & Abdelfettah, B. (2019). Financial disclosure information board of directors, and firms characteristics among French CAC 40 listed firms. Journal of the Knowledge Economy, 10(3), 941-957.

Al-Janadi, Y., Rahman, R. A., & Omar, N. H. (2013). Corporate governance mechanisms and voluntary disclosure in Saudi Arabia. Research Journal of Finance and Accounting, 4(4), 25–36.

Aljifri, K., & Hussainey, K. (2007). The determinants of forward-looking information in anual reports of UAE companies. Managerial Auditing Journal, 22(9), 881-894.

Allegrini, M., & Greco, G. (2013). Corporate boards, audit committees and voluntary disclosure: Evidence from Italian listed companies. Journal of Management and Governance, 17(1), 187–216.

Alsaeed, K. (2006). The association between firm‐specific characteristics and disclosure: The case of Saudi Arabia. Managerial Auditing Journal, 21(5), 476-496.

Amran, A., Lee, S. P., & Devi, S. S. (2014). The influence of governance structure and strategic corporate social responsibility toward sustainability reporting quality. Business Strategy and the Environment, 23(4), 217-235.

Andres, P., & Vallelado, E. (2008). Corporate governance in banking: The role of the board of directors. Journal of banking & finance, 32(12), 2570-2580.

Angonese, R., Santos, P. S. A., & Lavarda, C. E. F. (2011). Valor Econômico Agregado (VEA) e estrutura de capital em empresas do IBRX 100. ConTexto, 11(20), 7-17.

Araújo, G. A., Corrêa, L. A., Bressan, V. G. F., Barbosa Neto, J. E., & Avelino, B. C. (2021). Relação entre fluxos de caixa livres e níveis de governança corporativa à luz da teoria da agência. Revista Catarinense da Ciência Contábil, 20(1), 1-20.

Archambaut, J. J., & Archambaut, M. E. (2003). A multinational test of determinants of corporate disclosure. The International Journal of Accounting, 38(2), 173-194.

Ashbaugh, H., & Warfield, T. D. (2003). Audits as a corporate governance mechanism: evidence from the German Market. Journal of International Accounting Research, 2(1), 1–21.

Bar-Yosef, S., & Livnat, J. (1984). Auditor selection: an incentive-signalling approach. Accounting and Business Research, 14(56), 301-309.

Barako, D. G. (2007). Determinants of voluntary disclosure in Kenyan companies annual reports. African Journal of Business Management, 1(5), 113–128.

Barako, D. G., & Brown, A. M. (2008). Corporate social reporting and board representation: evidence from the Kenyan banking sector. Journal of management & governance, 12, 309-324.

Barako, D. G., Hancock, P., & Izan, H. Y. (2006). Factors influencing voluntary corporate disclosure by Kenyan companies. Corporate Governance: An International Review, 14(2), 418–431.

Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo (Trad. L. A. Reto & A. Pinheiro Trad.). Edições 70.

Bear, S., Rahman, N., & Post, C. (2010). The impact of board diversity and gender composition on corporate social responsibility and firm reputation. Journal of Business Ethics, 97(2), 207-221.

Ben Ali, C. (2008). Disclosure quality and corporate governance: evidence from the French stock Market. Conference Paper, The British Accounting Association Annual Conference.

Bronstein, M. M. (2020). Levantamento Bibliométrico: Governança Corporativa, Teoria da Agência e Teoria dos Stakeholders no Campo da Administração. Revista Cadernos de Negócios, 1(1), 24-45.

Bushee, B., & Noe, C. (2000). Corporate disclosure practices, institutional investors, and stock return volatility. Journal of Accounting Research, 38(1), 171-202.

Carmona, P., Fuentes, C. D., & Ruiz, C. (2016). Risk disclosure analysis in the corporate governance annual report using fuzzy-set qualitative comparative analysis. Revista de Administração de Empresas, 56(3), 342-352.

Carter, D. A., Simkins, B. J., & Simpson, W. G. (2003). Corporate governance, board diversity, and firm value. Financial Review, 38(1), 33-53.

Celik, O., Ecer, A., & Karabacak, H. (2006). Disclosure of forward looking information: evidence from listed companies on Istanbul Stock Exchange (ISE). Investment Management and Financial Innovations, 3(2), 197-216.

Chantachaimongkol, N., & Chen, S. (2018). The effects of board compositions and audit committee characteristics on information disclosure practices: a case of Singapore. Asian Journal of Finance and Accounting, 10(1), 407-427.

Chen, J. C., & Roberts, R. W. (2010). Toward a more coherent understanding of the organization–society relationship: A theoretical consideration for social and environmental accounting research. Journal of Business Ethics, 97(4), 651–665.

Cleff, T. (2014). Exploratory data analysis in business and economics: an Introduction using SPSS, stata, and excel. Springer.

CorreiA, T. S. (2018). Governança corporativa, princípios globais de contabilidade gerencial e código de ética empresarial de empresas Brasileiras de capital aberto. [Dissertação de Mestrado]. Universidade Federal da Paraíba.

Cruz, C. V. O. A., & de Lima, G. A. S. F. (2010). Reputação corporativa e nível de disclosure das empresas de capital aberto no Brasil. Revista Universo Contábil, 6(1), 85-101.

Cunha, V., & Rodrigues, L. L. (2020). Determinantes da divulgação de informação sobre a estrutura de governança das empresas portuguesas. Revista brasileira de gestão de negócios, 20(3), 338-360.

Elshandidy, T., & Neri, L. (2015). Corporate governance, risk disclosure practices, and market liquidity: comparative evidence from the UK and Italy. Corporate Governance: An International Review, 23(4), 331-356.

Elzahar, H., & Hussainey, K. (2012). Determinants of narrative risk disclosures in UK interim reports. The Journal of Risk Finance, 13(2), 133–147.

Fávero, L. P., & Belfiore, P. (2017). Manual de análise de dados: estatística e modelagem multivariada com Excel®, SPSS® e Stata®. Elsevier Brasil.

Field, A. (2009). Descobrindo a estatística usando o SPSS (2a ed., L. Viali Trad.). Artmed.

Frías-Aceituno, J. V., Rodríguez-Ariza, L., & García-Sánchez, I. M. (2013). Is integrated reporting determined by a country’s legal system? An exploratory study. Journal of Cleaner Production, 44, 45-55.

Garcia-Sánchez, I. M., Rodríguez-Ariza, L., & Frías-Aceituno, J. V. (2013). The cultural system and integrated reporting. International Business Review, 22(5), 828-838.

Gujarati, D. N., & Porter, D. C. (2011). Econometria Básica (5a ed., D. Durante Trad.). Bookman.

Hedlund, P. R., Zaluski, F. C., Siqueira, C. S., Silva, P. R., Brizolla, M. M. B., Gomes, C. M., & Mueller, A. A. (2021). A relação entre governança corporativa e teoria da agência no gerenciamento de conflitos. Gestão e Sociedade, 15(41), 4144-4162.

Hendriksen, E. S., & Breda, M. F. V. (1999). Teoria da Contabilidade. Atlas.

Huu Nguyen, A., Thuy Doan, D., & Ha Nguyen, L. (2020). Corporate governance and agency cost: Empirical evidence from Vietnam. Journal of Risk and Financial Management, 13(5), 103.

Ibrahim, A., Habbash, M., & Hussainey, K. (2019). Corporate governance and risk disclosure: evidence from Saudi Arabia. International Journal of Accounting, Auditing and Performance Evaluation, 15(1), 89-111.

Ibrahim, N. A., & Angelidis, J. P. (1994). Effect of board members gender on corporate social responsiveness orientation. Journal of Applied Business Research, 10(1), 35-40.

Ilowski, L. P., Lopes, I. F., Vieira, C. L. S., Machado, D. A., Matos, R. G., & MUSIAL, N. T. K. (2022). Cultura organizacional e desempenho financeiro: evidências em empresas listadas no Índice Brasil 100. Revista ambiente contábil, 14(1), 44-68.

Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). (2015). Código das melhores práticas de governança corporativa. (5a ed.). São Paulo.

Javaid Lone, E., Ali, A., & Khan, I. (2016). Corporate governance and corporate social responsibility disclosure: Evidence from Pakistan. Corporate Governance: The International Journal of Business in Society, 16(5), 785-797.

Jensen, M. C., & Meckling, W. H. (1976). Theory of the firm: Managerial behavior, agency costs and ownership structure. Journal of financial economics, 3(4), 305-360.

John, K., & Senbet, L. W. (1998). Corporate governance and board effectiveness. Journal of Banking and Finance, 22(4), 371-403.

Kakabadse, N. K., Yang, H., & Sanders, R. (2010). The effectiveness of non-executive directors in Chinese state-owned enterprises. Management Decision, 48(7), 1063-1079.

Kiliç, M., & Kuzey, C. (2018). Determinants of forward-looking disclosures in integrated reporting. Managerial Auditing Journal, 33(1), 115-144.

La Porta, R., Lopez-de-Silanes, F., Shleifer, A., & Vishny, R. (2000). Investor protection and corporate governance. Journal of financial economics, 58(1-2), 3-27.

Leal, P. H. (2022). A influência da estrutura da governança corporativa na remuneração anormal de executivos. [Tese de Doutorado]. Universidade Federal de Pernambuco.

Leng, J., & Ding, Y. (2011). Internal control disclosure and corporate governance: empirical research from Chinese listed companies. Technology and Investment, 2(4), 286-294.

Liu, Y., Valenti, A., & Chen, Y. J. (2016). Corporate governance and information transparency in Taiwan’s public firms: The moderating effect of family ownership. Journal of Management and Organization, 22(5), 662-679.

Liu, S. (2015). Corporate governance and forward-looking disclosure: evidence from China. Journal of International Accounting, Auditing and Taxation, 25(2), 16-30.

Macho-Stadler, I., & Pérez-Castrillo, J. D. (2001). An introduction to the economics of information: incentives and contracts. Oxford University Press.

Majeed, S., Aziz, T., & Saleem, S. (2015). The effect of corporate governance elements on corporate social responsibility (CSR) disclosure: An empirical evidence from listed companies at KSE Pakistan. International Journal of Financial Studies, 3(4), 530–556.

Mota, J. L. N., Braga, A. E. L. M., & Andrade, R. L. (2021). O ativismo dos acionistas, a teoria da agência e governança corporativa no mercado de ações. Brazilian Journal of Business, 3(3), 2333-2348.

Nalikka, A. (2009). Impact of gender diversity on the xtent of voluntary disclosure in annual reports. Journal of Accounting and Taxation, 1(1), 101-113.

Ntim, C. G., Lindop, S., & Thomas, D. A. (2013). Corporate governance and risk reporting in South Africa: a study of corporate risk disclosures in the pre-and post-2007/2008 global financial crisis periods. International Review of Financial Analysis, 30(1), 363–383.

Oliveira, F. B., & Fontes Filho, J. R. (2021). Mudanças nas configurações de governança corporativa e relações de agência: uma análise longitudinal em empresa de capital fechado. Cadernos EBAPE, 19, 510-523.

Paixão, L. M. D., Avelino, B. C., & Takamatsu, R. T. (2017). Determinantes do momento de divulgação das demonstrações contábeis de empresas que compõem o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa). Revista de Contabilidade e Controladoria, 9(1), 47-66.

Palmer, P. D. (2008). Disclosure of the impacts of adopting Australian equivalents of International Financial Reporting Standards. Accounting and Finance, 48(5), 847-870.

Qu, W., Ee, M. S., Liu, L., Wise, V., & Carey, P. (2015). Corporate governance and quality of forwardlooking information: evidence from the Chinese stock Market. Asian Review of Accounting, 23(1), 39-67.

Rao, K. K., Tilt, C. A., & Lester, L. H. (2012). Corporate governance and environmental reporting: na Australian study. Corporate Governance, 12(2), 143-163.

Rouf, M. D., & Al-Harun, A. (2011). Ownership structure and voluntary disclosure in annual reports of Bangladesh. Pakistan Journal of Commerce and Social Sciences, 5(1), 129-139.

Said, R., Zainuddin, Y. H., & Haron, H. (2009). The relationship between corporate social disclosure and corporate governance characteristics in Malaysian public listed companies. Social Responsibility Journal, 5(2), 212-226.

Salehi, M., Moradi, M., & Paiydarmanesh, N. (2017). The effect of corporate governance and audit quality on disclosure quality: Evidence from Tehran stock exchange. Periodica Polytechnica Social and Management Sciences, 25(1), 32-48.

Sari, S. H., & Wardhani, R. (2018). Corporate Governance and Internal Control Disclosure: Evidence from Indonesia. 32 International Business Information Management Association Conference, Seville Spain.

Sehrawat, N. K., Kumar, A., Lohia, N., Bansal, S., & Agarwal, T. (2019). Impact of corporate governance on earnings management: large sample evidence from India. Asian Economic and Financial Review, 9(12), 1335.

Serra, S., & Lemos, K. M. (2020). A influência da governança corporativa e do auditor na divulgação sobre riscos. Revista Evidenciação Contábil & Finanças, 8(3),106-124.

Serra, S., Lemos, K. M., & Matins, M. S. (2022). The Influence of the Board of Directors and the Auditor in the Disclosure of Derivative Financial Instruments: Evidence on Portuguese Capital Market. International Journal of Professional Business Review, 7(1), 01-28.

Shleifer, A., & Vishny, R. W. (1997). A survey of corporate governance. The Journal of Finance, 52(2), 737-783.

Solomon, J. F., Solomon, A., & Park, C. (2002). The role of institutional investors in corporate governance reform in South Korea: some empirical evidence. Corporate Governance: Na International Review, 10(3), 211-224.

Souza, A. B., Bauer, M. M., & Coletti, L. (2020). A importância da governança corporativa e do controle interno na área contábil. Revista Gestão e Desenvolvimento, 17(1), 148-174.

Souza, G. H. C., Felix Junior, L. A., Lagioia, U. C. T., & Araújo, J. G. N. (2016). Desempenho financeiro e divulgação de informações sobre recursos humanos: uma análise das empresas do IBRX–100. Revista de Educação e Pesquisa em Contabilidade, 10(1), 90-105.

Sun, Y., Yang, Y., & Bin, L. (2012). Board independence, internal information environment and voluntary disclosure of auditors’ reports on internal controls. China Journal of Accounting Research, 5(1), 145-161.

Tsuruta, D. (2017). Variance of firm performance and leverage of small businesses. Journal of Small Business Management, 55(3), 404-429.

Uyar, A., Kilic, M., & Nizamettin, B. (2014). Association between firm characteristics and corporate voluntary disclosure: evidence from Turkish listed companies. Intangible Capital, 9(4), 1080-1112.

Velte, P. (2016). Women on management board and ESG performance. Journal of Global Responsibility, 7(10, 98-109.

Ventura Júnior, R. (2017). Possibilidade de relatórios financeiros fraudulentos e sua relação com a governança corporativa das empresas no brasil. [Dissertação de Mestrado]. Universidade Federal da Paraíba.

Wang, M., & Hussainey, K. (2013). Voluntary forward-looking statements driven by corporate governance and their value relevance. Journal of Accounting and Public Policy, 32(3), 26-49.

Wang, X., Gao, J., Shang, C., & Lu, Q. (2016). Ownership structure, internal control and real activity earnings management. International Conference on Industrial Engineering, Management Science and Application.

Williams, R. J. (2003). Women on corporate boards of directors and their influence on corporate philanthropy. Journal of Business Ethics, 42(1), 1-10.

Xiaowen, S. (2012). Corporate characteristics and internal control information disclosure – evidence from annual reports in 2009 of listed companies in Shenzhen stock exchange. Physics Procedia, 25(1), 630-635.

Yang, J. H., Liu, S., & Zhou, D. (2016). Voluntary financial disclosure on social media: Does corporate governance matter? Available at SSRN.

Zango, A., Kamardin, H., & Ishak, R. (2016). Audit quality, board gender and financial risk disclosure. International Journal of Economics and Financial Issues, 6(4), 55-61.

Downloads

Publicado

01-07-2024

Como Citar

AMURIM, A. D. de; LIMA, A. C. de. Disclosure de informações e governança corporativa: evidências de empresas listadas no IBrX-100. REVISTA AMBIENTE CONTÁBIL - Universidade Federal do Rio Grande do Norte - ISSN 2176-9036, [S. l.], v. 16, n. 2, p. 44–73, 2024. DOI: 10.21680/2176-9036.2024v16n2ID32014. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/ambiente/article/view/32014. Acesso em: 16 jul. 2024.

Edição

Seção

Seção 1: Contabilidade Aplicada ao Setor Empresarial (S1)