Gastos com tecnologia e os efeitos da pandemia na eficiência dos institutos federais
DOI:
https://doi.org/10.21680/2176-9036.2026v18n1ID39960Palavras-chave:
Eficiência do Gasto; Tecnologia; Desempenho; Institutos Federais; Análise Envoltória de Dados.Resumo
Objetivo: Este estudo analisou se os gastos com tecnologia e a pandemia da COVID-19 impactaram a eficiência dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia no período de 2018 a 2021.
Metodologia: Trata-se de uma pesquisa quantitativa, baseada em dados secundários de 38 institutos federais. A eficiência foi mensurada pela técnica não paramétrica de Análise Envoltória de Dados (DEA), complementada pelo Índice de Malmquist para avaliar a produtividade ao longo do tempo, e pela regressão Tobit em painel para identificar determinantes estatisticamente significativos. A amostra totalizou 107 observações distribuídas entre os anos de 2018 e 2021.
Resultados: Cinco institutos mantiveram-se na fronteira eficiente durante todo o período analisado, enquanto a maioria apresentou variações de eficiência associadas a choques externos e capacidade gerencial. O Índice de Malmquist revelou ganhos de produtividade em alguns institutos, ainda que acompanhados de baixa evolução tecnológica. As hipóteses sobre o impacto positivo dos gastos em tecnologia e da pandemia na eficiência não foram confirmadas estatisticamente.
Contribuições do Estudo: O estudo preenche uma lacuna teórica ao articular tecnologia e eficiência institucional no contexto de crises. Do ponto de vista prático, oferece subsídios para que gestores públicos revisem estratégias de alocação de recursos em tecnologia, identifiquem boas práticas e fortaleçam a capacidade institucional de respostas a crises. Os achados também reforçam a importância de avaliações periódicas de eficiência para apoiar decisões estratégicas na rede federal de ensino profissional.
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