Determinants of financing cash flows: a study started from the point of view of stock concentration

Authors

DOI:

https://doi.org/10.21680/2176-9036.2020v12n1ID19627

Keywords:

Equity concentration, Financing Cash Flow, Corporate Governance.

Abstract

Raw search database.

Downloads

Download data is not yet available.

References

Avelar, E. A., Boina, T. M., Cunha, N. G., & Souza A. A. (2015). Teoria dos fluxos de caixa livres: uma análise no mercado acionário brasileiro. In Anais do Congresso USP de Controladoria e Contabilidade. São Paulo, SP, Brasil.

Barclay, M., & Smith, C. Jr. (1995). The maturity structure of corporate debt. The Journal of Finance, v. 50, pp. 609–631. doi: 10.2307/2329421

Bates, T.W., Kahle, K. M., & Stulz, R. M. (2009). Why do US Firms hold so much more cash than they used to? The Journal of Finance, (64), 1985–2021. doi: 10.3386/w12534

Braga, R., & Marques, J. A. V. C. (2001). Avaliação da liquidez das empresas através da análise da demonstração de fluxos de caixa. Revista Contabilidade & Finanças, 12(25), 06-23. doi 10.1590/S1519-70772001000100001

Claessens, S., Djankov, S., Fan, J. P. H., & Lang, L. H. P. (2002). Disentangling the incentive and entrenchment effects of large shareholdings. The Journal of Finance. 57(6), 2741-2771. doi: 10.1111/1540-6261.00511

Colombo, J. A., & Galli, O. C. (2012). Governança corporativa no Brasil: Níveis de governança e rendimentos anormais. Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa, 11(2-3), 117-128.

Costa, J. C. B. F., Viana, D. B. C. Jr, Domingos, S. R. M., & Ponte, V. M. R. (2016). Endividamento e qualidade da governança corporativa nas companhias listadas na BM&FBovespa. Revista de Contabilidade da UFBA, 10(3), 41-62. doi: 10.9771/rc-ufba.v10i3.17269

CPC 03, de 07 de Outubro de 2010. Demonstração dos fluxos de caixa. Brasília: Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Recuperado de http://static.cpc.mediagroup.com.br/Documentos/183_CPC_03_R2_rev%2004.pdf.

David, M., Nakamura, W. T., & Bastos, D.D. (2009). Estudo dos modelos trade-off e peckingolder para as variáveis endividamento e payout em empresas brasileiras (2000-2006). Revista de Administração Mackenzie, 10(6), 132-153. doi 10.1590/S1678-69712009000600008

Dey, A. (2008). Corporate Governance and Agency Conflicts. Journal of Accounting Research, 46(5), 1143-1181. doi: 10.1111/j.1475-679X.2008.00301.x

Dittmar, A., Mahrt-Smith, J. & Servaes, H. (2003). International Corporate Governance and Corporate Cash Holdings. Journal of Financial and Quantitative Analysis, 38(1), 111–133. doi: 10.2307/4126766

Fávero, L.P. (2015). Análise de Dados Modelos de Regressão com EXCEL, STATA e SPSS, (1 ed). Rio de Janeiro: Elsevier Garrison.

Ferreira, M. A., & Vilela, A. S. (2004). Why do firms hold cash? Evidence from EMU countries. European Financial Management, 10(2), p. 295–319. doi: 10.1111/j.1354-7798.2004.00251.x

Garrison, R. H., Noreen, E. W., & Brewer P. C. Contabilidade Gerencial. 11° ed. Rio Janeiro: LTC, 2007.

Jensen, M. C. (1986). Agency Costs of Free Cash Flow, Corporate Finance, and Takeovers. American Economic Review, 76(2), 323-329.

Kayhan, A. & Titman, S. (2007). Firms’ Histories and Their Capital Structure. The national bureau of economic research, 83(1), 1-32. doi:10.1016/j.jfineco.2005.10.007

Kim, C.-S., Mauer, D. C., & Sherman, A. E. (1998). The Determinants of Corporate Liquidity: Theory and Evidence. The Journal of Financial and Quantitative Analysis, 33(3), 335-359. doi 10.2307/2331099

Leal, R. P., Silva, A. L., & Valadares, S. M (2002). Estrutura de Controle das Companhias Brasileiras de Capital Aberto. Revista de Administração Contemporânea, 6(1), 7-18. doi: 10.1590/S1415-65552002000100002

Loncan, T.R., & Caldeira, J.F. (2014). Estrutura de capital, liquidez de caixa e valor da empresa: estudo de empresas brasileiras cotadas em bolsa. Revista Contabilidade & Finanças, 25(64), 46-59. doi: 10.1590/S1519-70772014000100005

Macedo, M. A., Machado, M. A., Murcia, F.D., & Machado, M. R. (2011). Análise do impacto da substituição da DOAR pela DFC: um estudo sob a perspectiva do value-relevance. Revista Contabilidade & Finanças, 22(57), 299-318. doi: 10.1590/S1519-70772011000300005

Marques, T. A., Guimarães, T. M., & Peixoto, F. M. (2015). A Concentração acionária no Brasil: Análise dos impactos no desempenho, valor e risco das empresas. Revista de Administração Mackenzie, 16(4), 100-133. doi: 10.1590/1678-69712015

Martins, E., Gelbcke, E. R., Santos, A., & Iudícibus, S. (2013). Manual de contabilidade das sociedades por ações (Aplicável a todas as sociedades). (2a ed.). São Paulo: Atlas.

Matarazzo, D. C. (2010). Análise financeira de balanços: abordagem gerencial. 7. ed. São Paulo: Atlas.

Neves, P. A., & Pinheiro, L. E. (2016). Conflito entre acionistas, concentração acionária, governança corporativa e valor da empresa: um estudo nas companhias abertas brasileiras. In Anais do Congresso Anpcont. Ribeirão Preto, SP, Brasil.

Neves, P. A. (2015). Conflito entre acionistas, concentração acionária, governança corporativa e valor da empresa um estudo nas companhias abertas brasileiras (Dissertação de mestrado, Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte). Recuperado de https://cepcon.face.ufmg.br/en/cursos/mestrado/dissertacoes/category/48-2015.html?download=229:conflito-entre-acionistas-concentracao-acionaria-governanca-corporativa-e-valor-da-empresa-um-estudo-nas-companhias-abertas-brasileiras

Opler, T., Pinkowitz, L., Stulz, R., & Williamson, R. (1999). The determinants and implications of corporate cash holdings. Journal of Financial Economics, 52, 3-46. doi: 10.1016/S0304-405X(99)00003-3

Rajan, R. G., & Zingales, L. (1995). What do we know about capital structure? Some evidence from international data. The Journal of Finance, 50(5), 1421-1460. doi: 10.1111/j.1540-6261.1995.tb05184.x

Riddick, L. A., & Whited, T. M. (2009). The Corporate Propensity to Save. The Journal of Finance, 64(4), 1729–1766. doi: 10.1111/j.1540-6261.2009.01478.x

Salazar, G. T. (2012). Administração dos Fluxos de Caixa. São Paulo: Atlas.

Silveira, A. D. M., Perobelli, F. F. C., & Barros, L. A. B. C. (2008). Governança corporativa e os determinantes da estrutura de capital: evidências empíricas no brasil. Revista de Administração Contemporânea, 12(3), 763-788. doi: 10.1590/S1415-65552008000300008

Sonza, I.B., & Kloeckner, G.O. (2014). A Governança Corporativa Influencia a Eficiência das Empresas Brasileiras? Revista Contabilidade & Finanças, 25(65), 145-160. doi: 10.1590/S1519-70772014000200005

Spadin, C. E. (2008). A importância da demonstração dos fluxos de caixa enquanto instrumento gerencial para a tomada de decisão. Revista de Ciências Gerenciais, 12(14), 167-177.

Tirole, J. (2006). The theory of corporate finance. Princeton: Princeton University Press.

Tortoli, J. P., & Moraes, M. B. (2015). Fatores de Impacto sobre o Saldo de Caixa: Um Estudo em Empresas Brasileiras Não Financeiras de Capital Aberto. Revista Brasileira de Finanças, 14(1), 125–150.

Tortoli, J. P., & Moraes, M. B. (2016). O efeito da concentração acionária no saldo de caixa: um estudo em empresas brasileiras de capital aberto. In Anais do Congresso Anpcont. Ribeirão Preto, SP, Brasil.

Zani, J., & Ness, W. L. (2000). Os juros sobre o capital próprio versus a vantagem fiscal do endividamento. In XXIII Congresso Brasileiro de Custos. Recife, Pernambuco, Brasil.

Published

03-01-2020

How to Cite

Manuela Gonçalves Barros, Marina Oliveira Gomes, Jéssica Duarte de Andrade Teixeira, & Kálita Santos Sá. (2020). Determinants of financing cash flows: a study started from the point of view of stock concentration. REVISTA AMBIENTE CONTÁBIL - Universidade Federal Do Rio Grande Do Norte, 12(1). https://doi.org/10.21680/2176-9036.2020v12n1ID19627

Issue

Section

Section 6: Raw Search Database (Supplemental Files in Excel) (S6)