A luta para “existir-resistir” nos tempos da ditadura brasileira:
embates da homossexualidade masculina na universidade. Chegamos ao fim? (!)
Resumo
Resumo
Este artigo ecoa uma experiência homossexual masculina vivida na universidade pública do Recife durante a última ditatura militar instaurada no Brasil. Tomamos como inspiração teórica autores decoloniais da atualidade como Iran Melo, Renan Quinalha e Sandro Sayão, que discutem masculinidades desconcertantes, fora das linhas culturalmente estabelecidas e de uma identidade não normativa proposta por Judith Butler. O caminho metodológico tomado no estudo de natureza qualitativa foi testemunho, disparado através do relato de si. O discurso dessa memória pessoal, se configura como uma literatura de resistência (Jacques Derrida), cuja narrativa foi evocada pela história oral (Michel Pollak). Se descreve o histórico masculino de vida, enquanto homem homossexual através dos marcos da dominação social e cultural, exposta nas expressões viado, bixa, florzinha, frango, baitola, pederasta e outros.
Palavras-chaves: Formação universitária, Homossexualidade, Identidade.
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