PARQUE JARDIM BOTÂNICO DE FLORIANÓPOLIS

Apropriação do espaço e Agenda 2030

Autores

  • Ana Paula Begrow Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC
  • Maíra Longhinotti Felippe Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.21680/2448-296X.2026v11n1ID39755

Palavras-chave:

psicologia ambiental, espaços verdes, Apropriação do espaço, jardim botânico, parque urbano

Resumo

Parques urbanos em áreas de manguezais são fundamentais para a proteção ambiental e a qualidade de vida, pois restringem a expansão imobiliária nas zonas costeiras, preservam a cadeia alimentar local e reduzem a erosão nas margens dos rios. Este artigo, inserido no campo da Psicologia Ambiental, investiga as potencialidades de apropriação do espaço do Parque Jardim Botânico de Florianópolis, relacionando-as ao ODS 11, com foco nas metas 11.2 (transporte seguro, acessível e sustentável), 11.3 (planejamento urbano participativo e inclusivo) e 11.7 (espaços públicos seguros, inclusivos e acessíveis). Busca contribuir para o planejamento urbano e ambiental, considerando os interesses da comunidade local, de visitantes e de não visitantes do parque. Trata-se de um recorte de uma dissertação de mestrado, centrado em um dos instrumentos metodológicos adotados para a construção da pesquisa. Para este artigo em específico, foi incorporada a temática da Agenda 2030, ampliando a reflexão sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no contexto urbano e ambiental, associando-os aos conhecimentos sobre a apropriação de espaços urbanos. Para tanto, considerou-se a análise da aplicação de dois tipos de questionários online, com questões abertas divulgados na comunidade, que obtiveram 233 participantes. Como resultado, foram listadas propostas de gestão sustentável da área verde pública, fortalecendo o diálogo entre moradores e gestores e orientando políticas públicas voltadas à democratização e qualificação da área.

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Biografia do Autor

Ana Paula Begrow, Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC

Arquiteta e Urbanista (Universidade Federal de Santa Catarina, 2010). Pós-graduada em Iluminação e Design de Interiores (Instituto de Pós-Graduação IPOG, 2015) e em Gestão de Projetos (Senac Florianópolis, 2020). Mestre pelo Pós Arq / UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina, 2020-2024). Atualmente atua como arquiteta e urbanista de Biguaçu/SC.

Maíra Longhinotti Felippe, Universidade Federal de Santa Catarina

Arquiteta e Urbanista (UFSC, 2001), Mestra em Psicologia (UFSC, 2010) e Doutora em Tecnologia da Arquitetura (Università degli Studi di Ferrara, Itália, 2015). Possui pós-doutorado em Psicologia (UFSC, 2016-2018) e em Arquitetura e Urbanismo (UFSC, 2019). Professora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo e do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PósARQ) da Universidade Federal de Santa Catarina. Professora na Especialização em ATHIS - Residência em Arquitetura e Urbanismo - vinculada ao Centro Tecnológico da UFSC. Atualmente é Coordenadora do PósARQ e do Laboratório de Psicologia Ambiental - LAPAM/UFSC. Desde 2018, participa do Grupo de Trabalho em Psicologia Ambiental da ANPEPP. Integrou a primeira Diretoria da Associação Brasileira de Psicologia Ambiental e Relações Pessoa-Ambiente (Gestão 2018-2021, e membro fundador). Tem experiência no campo da Psicologia Ambiental, especificamente em: cuidado ambiental, apego ao lugar, linguagem e significado ambiental, ambientes restauradores, relações pessoa-ambiente aplicadas ao planejamento ambiental. 

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Publicado

21-01-2026

Como Citar

BEGROW, Ana Paula; LONGHINOTTI FELIPPE, Maíra. PARQUE JARDIM BOTÂNICO DE FLORIANÓPOLIS: Apropriação do espaço e Agenda 2030. Revista Projetar - Projeto e Percepção do Ambiente, [S. l.], v. 11, n. 1, p. 151–168, 2026. DOI: 10.21680/2448-296X.2026v11n1ID39755. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/revprojetar/article/view/39755. Acesso em: 3 fev. 2026.