PAISAGISMO E PERCEPÇÃO HUMANA

Estudos e diretrizes para a elaboração de jardins sensoriais para pessoas com deficiência visual

Autores

  • Carlos Alberto CENCI JUNIOR Universidade Estadual de Campinas
  • Mariana Doriguelo RUAS Centro Universitário Max Planck (UniMAX)

DOI:

https://doi.org/10.21680/2448-296X.2026v11n3ID40012

Palavras-chave:

Jardim Sensorial, Deficiencia Visual, Desenho Universal

Resumo

Este artigo apresenta diretrizes para a elaboração de jardins sensoriais voltados a pessoas com deficiência visual. Frente à histórica predominância da visão na arquitetura e no paisagismo, a pesquisa teve como objetivo fornecer subsídios projetuais para a implantação de ambientes multissensoriais inclusivos, fundamentados no desenho universal e na fenomenologia do lugar. A metodologia compreendeu revisão bibliográfica e o workshop participativo "Natureza ao Toque", realizado em instituições especializadas para compreender as demandas sensoriais empíricas dos usuários. Como produto final, desenvolveu-se a Cartilha Jardim Sensorial, que consolida orientações práticas sobre seleção botânica, trilhas táteis e integração de tecnologias assistivas, como QR Codes e sinalização em braile. Conclui-se que o estímulo equilibrado dos sentidos favorece a autonomia e o bem-estar, consolidando o paisagismo acessível como uma potente ferramenta de inclusão social e qualidade de vida

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Biografia do Autor

Carlos Alberto CENCI JUNIOR , Universidade Estadual de Campinas

Doutor em Arquitetura, Tecnologia e Cidade, Professor do Centro Universitário Max Planck (UniMAX) e Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ),

 

Mariana Doriguelo RUAS, Centro Universitário Max Planck (UniMAX)

Graduanda em Arquitetura e Urbanismo, Centro Universitário Max Planck (UniMAX),

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Publicado

15-09-2026

Como Citar

CENCI JUNIOR , Carlos Alberto; RUAS, Mariana Doriguelo. PAISAGISMO E PERCEPÇÃO HUMANA: Estudos e diretrizes para a elaboração de jardins sensoriais para pessoas com deficiência visual. Revista Projetar - Projeto e Percepção do Ambiente, [S. l.], v. 11, n. 3, p. 241–251, 2026. DOI: 10.21680/2448-296X.2026v11n3ID40012. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/revprojetar/article/view/40012. Acesso em: 16 set. 2026.