ENDIVIDAMENTO E LUCRATIVIDADE: UM ESTUDO EM EMPRESAS FAMILIARES E NÃO FAMILIARES QUE COMPÕEM O ÍNDICE IBRX-100 DA BM&FBOVESPA

Autores

  • Jorge Eduardo Scarpin Universidade Regional de Blumenau - FURB
  • Dalci Mendes Almeida Universidade Regional de Blumenau - FURB
  • Débora Gomes Machado Universidade Regional de Blumenau

Palavras-chave:

Endividamento. Lucratividade. Gestão familiar.

Resumo

O objetivo deste estudo é analisar se há diferença entre o endividamento e a lucratividade em empresas familiares e não familiares brasileiras, listadas na BM&FBovespa, que compõem o Índice Brasil-100. Diversos fatores influenciam a estrutura de capital das empresas, dentre esses são evidenciados pela literatura: as formas de gestão, as características culturais e o estágio de desenvolvimento em que a empresa se encontra. A premissa assumida pelo estudo é de que as empresas familiares possuem características aderentes à gestão conservadora e assim, são menos propensas ao risco. Deste pressuposto emergiram duas hipóteses testadas no estudo. A pesquisa desenvolveu-se pelo raciocínio dedutivo e é caracterizada como descritiva, documental e quantitativa. A amostra é composta de 74 empresas e a análise dos dados compreendeu o período de 3 anos, de 2007 a 2009. A coleta de dados partiu da análise de conteúdo das demonstrações financeiras, e a análise dos dados foi efetuada por meio da regressão logística no intento de verificar a associação das variáveis. Após a análise dos resultados, com base nas 219 observações, sendo 58 de empresas sob gestão familiar e 161 não familiar, pode-se inferir que a hipótese de que a gestão familiar não influencia o endividamento e a lucratividade da empresa.

 

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Publicado

17-10-2012

Como Citar

SCARPIN, J. E.; ALMEIDA, D. M.; MACHADO, D. G. ENDIVIDAMENTO E LUCRATIVIDADE: UM ESTUDO EM EMPRESAS FAMILIARES E NÃO FAMILIARES QUE COMPÕEM O ÍNDICE IBRX-100 DA BM&FBOVESPA. REVISTA AMBIENTE CONTÁBIL - Universidade Federal do Rio Grande do Norte - ISSN 2176-9036, [S. l.], v. 4, n. 2, p. 93–109, 2012. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/ambiente/article/view/2141. Acesso em: 6 dez. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS