Bencederas, vejeces y pandemia:
El Movimiento Aprendices de la Sabiduría en el Centro-Sur de Paraná
DOI:
https://doi.org/10.21680/2446-5674.2026v13n24ID41516Palabras clave:
bencederas, vejez, pandemia, COVID-19, Movimiento Aprendices da SabiduríaResumen
Desde la perspectiva de la vejez como elemento constitutivo de la identidad colectiva de las bencederas, este artículo reflexiona sobre sus percepciones acerca de la continuidad de la atención y los tratamientos durante la pandemia de COVID-19, a través de prácticas y conocimientos tradicionales de curación asociados a la sociobiodiversidad del Bosque de Araucarias. Basándose en narrativas de doce bencederas vinculadas al Movimiento Aprendices da Sabiduría (MASA), situadas en los municipios de Irati, Rebouças y São João do Triunfo, interior de Paraná, se analizan los impactos sobre su modo de vida en los años 2020 y 2021, periodo marcado por el aislamiento social y el aumento de víctimas de COVID-19 en Brasil. Aunque desempeñan un papel relevante en la promoción de la salud popular, atendiendo principalmente a comunidades rurales y barrios periféricos, las bencederas constituyen un grupo de riesgo debido a su edad avanzada y la presencia de enfermedades crónicas. En medio del ejercicio de su oficio, el aislamiento y la preocupación de sus familiares, se identifican estrategias para mantener las prácticas de curación mediante el uso de tecnologías de comunicación y protocolos específicos.
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