A(s) Frente a las imágenes: experiencias de envejecimiento y la memoria como episteme grabada en los cuerpos de las mujeres
Experiencias de envejecimiento y memoria como episteme escrita en los cuerpos de las mujeres
DOI:
https://doi.org/10.21680/2446-5674.2026v13n24ID41389Palabras clave:
imágenes, Envejecimiento, Memoria, Cuerpo, MujeresResumen
En el distrito de Maravilha, ubicado en la zona rural de Londrina, Paraná, viven las compañeras de viaje que me acompañan en mi investigación doctoral: Luzia dos Santos, Maria da Luz Caetano Lima, Aparecida dos Santos Maffi y Rita Helena Hortêncio Neves. Son mujeres negras y blancas, de entre 65 y 85 años, migrantes o pertenecientes a familias migrantes, que construyeron sus trayectorias en Maravilha. Las fotografías de este ensayo fueron tomadas durante el trabajo de campo con las compañeras de viaje; surgieron del trabajo de memoria que realizamos con sus álbumes familiares y fotografías individuales. En el trabajo de memoria, la creación de nuevas imágenes se incorporó como parte de la experimentación teórica y metodológica de la investigación, ya que, como observa Didi-Huberman, «la imagen arde en contacto con la realidad» (DIDI-HUBERMAN, 2012, p. 2012). En el fuego encendido por las imágenes en la movilización de la memoria, surgieron nuevas fotografías, resplandecientes. Recuerdos, vivencias olvidadas, fabricaciones y reinvenciones fueron articuladas por estas mujeres y en el camino, la propia vejez comenzó a movilizarse como un movimiento para reinventar la vida.
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