Semba

Ruptura e arranjo na preservação da identidade linguística de Angola

Autores/as

  • Justino Jorge José Universidade Feral do Sul da Bahia
  • Octávio Bengui José 92 Universidade do Estado do Amazonas

Palabras clave:

Semba; musseque; colonizador; asimilado; identidad lingüística.

Resumen

No período de 1947, em plena circunstância colonial angolana, os musseques de Luanda transformaram se em lugares de acentuada efervescência cultural e de afirmação de identidades locais. Nessa época, apontado pelo crescimento das populações urbanas e pela consolidação de novos modos de socialização, a música exerceu um papel relevante na manifestação das vivências, dos valores e das motivações dos angolanos subordinados ao controle colonial português. O artigo "Semba: Ruptura e arranjo na preservação da identidade linguística de Angola". Discute o papel do ‘’semba’’ como um gênero musical, de expressão da identidade cultural e linguística de Angola, destacando sua origem nos musseques de Luanda durante o período colonial. Influenciado pela diversidade sociocultural do país, o semba tornou se um importante símbolo de resistência à dominação portuguesa e de construção de uma consciência nacionalista. Ao longo do tempo, firmou-se como uma das principais manifestações culturais angolanas, contribuindo para a preservação das línguas nacionais e para a promoção da cultura angolana no mundo.

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Biografía del autor/a

Justino Jorge José, Universidade Feral do Sul da Bahia

Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Língua Portuguesa, estudante na Universidade Federal do Sul da Bahia-UFSB no curso Licenciatura Interdisciplinar em Linguagens e Suas Tecnologias.Natural de Luanda/Angola. Ex- estudante de Literatura em Língua Portuguesa na Faculdade de Humanidades( Universidade Agostinho Neto-UAN) . Ex-pesquisador no grupo Racismo e Antirracismo no Ensino de Línguas-Rael. Foi membro do grupo de pesquisa, Racismo e Linguagem. Trabalhou como monitor no ensino fundamental nos anos iniciais (1 ao 5 ano), durante dois anos, foi bolsista no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID).

Octávio Bengui José 92, Universidade do Estado do Amazonas

É natural do Uíge, município dos Buengas, nasceu na aldeia do Kibenguiteka, Angola. Possui graduação em Ensino da História pela Escola Superior Pedagógica do Bengo (Angola-Bengo), Mestrado em Educação pela Universidade do Estado do Amazonas(UEA).É Presidente da Associação de Inclusão e Participação Comunitária - "AIPC";Co-fundador da Organização de Integração e Ajuda Comunitária - AIAC;Coordenou "Preparatório Comunitário" cujo slogan Servir para uma comunidade melhor", visa impulsionar massivamente os jovens aderirem aos espaços Universitários - 2020; Co-coordenou Mostra Teu Talento";Co-coordenou Projecto Kikolo 100 Crime"; Coordenou Projeto Leitura na Banda . 

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Publicado

15-10-2026

Cómo citar

JOSÉ, Justino Jorge; OCTÁVIO BENGUI JOSÉ 92. Semba : Ruptura e arranjo na preservação da identidade linguística de Angola . Equatorial – Revista do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, [S. l.], v. 13, n. 25, 2026. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/equatorial/article/view/42033. Acesso em: 19 oct. 2026.