A IMPLANTAÇÃO DA ZONA RURAL COMO UM “CELEIRO DA CAPITAL”

  • Leonardo Soares dos Santos Universidade Federal Fluminense
Palavras-chave: Rio de Janeiro, Zona Rural, abastecimento, agricultura urbana, História Local

Resumo

Nos 1920 a zona rural então delimitada traria em seu bojo a preocupação de fomentar um certo conjunto de atividades e construções para fins agrícolas. Toma então impulso a ideia de que a região poderia se tornar o “celeiro” do Distrito Federal. Pensando com o conceito de território de Rogério Haesbart, entendo a zona rural aqui não como um espaço estático, alvo de tributos, mas um território dinâmico, que passava a ser lido e entendido em conjunto com as relações sociais que nele vigorassem, e não como se fosse algo a parte. Com base na análise de textos legislativos, material jornalístico e pronunciamentos oficiais, este artigo se dedica a reconstituir esse processo entre 1917 e 1935, observando a maneira como a região é pensada e lida por diferentes agentes a partir de noções e objetivos atribuídas a ela.

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Biografia do Autor

Leonardo Soares dos Santos, Universidade Federal Fluminense
Doutor em História Social pela Universidade Federal Fluminense.  Professor e pesquisador no Departamento de Fundamentos da Sociedade do Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional, do Pólo Universitário da Universidade Fluminense Fluminense localizado em Campos dos Goytacazes.  Lattes: http://lattes.cnpq.br/9434859110436133. E-mail: leossga@gmail.com 
Publicado
29-03-2021
Como Citar
SANTOS, L. S. DOS. A IMPLANTAÇÃO DA ZONA RURAL COMO UM “CELEIRO DA CAPITAL”. Revista Espacialidades, v. 17, n. 1, p. 479-505, 29 mar. 2021.