“Sete anos e mais sete”: a (re)invenção de um clássico

  • Nathalia Bezerra da Silva Ferreira UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO CEARÁ- SEDUCCE
  • Jaquelânia Aristides Pereira UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ-UECE
Palavras-chave: Conto de Fadas. Recriação. Marina Colasanti.

Resumo


A literatura infanto-juvenil é um espaço frequentemente visitado pelo mundo dos contos de fadas. Princesas, príncipes e fadas possuem um lugar garantido nesse tipo de história. Comportando diversas significações em seus textos, esses contos clássicos se mantêm ainda hoje nas sociedades atuais, pois se relacionam com o que temos mais íntimo, com nosso inconsciente, com nossa busca de significados para a vida. O presente trabalho tem por objetivo analisar o conto “Sete anos e mais sete”, de Marina Colasanti, como o intuito de observar de que modo se dá a (re)invenção do clássico A Bela Adormecida no bosque, de Charles Perrault.  Utilizaremos como referencial teórico os estudos de Bettelheim (2014), Coelho (2003), Machado (2002), Chevalier (2007), entre outros. 

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Biografia do Autor

Nathalia Bezerra da Silva Ferreira, UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO CEARÁ- SEDUCCE
MESTRANDA EM LETRAS PELA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE- UERN PROFESSORA DA EDUCAÇÃO BÁSICA DO ESTADO DO CEARÁ- SEDUCCE
Jaquelânia Aristides Pereira, UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ-UECE

DOUTORA EM LETRAS(LITERATURA) PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA-UFPB

PROFESSORA DO CURSO DE LETRAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ-UECE

Publicado
16-06-2017
Como Citar
BEZERRA DA SILVA FERREIRA, N.; ARISTIDES PEREIRA, J. “Sete anos e mais sete”: a (re)invenção de um clássico. Revista Odisseia, v. 2, n. 2, p. p. 23 - 39, 16 jun. 2017.
Seção
Artigos