A singularização do existente humano na analítica existencial

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.21680/1983-2109.2026v34n70ID41937

Palabras clave:

Singularidade, Existência, Angústia, Morte, Resolução

Resumen

O artigo investiga a singularização do existente humano na analítica existencial de Ser e Tempo. Defende-se que a singularização existencial ocorre com a resolução precursora da morte, um acontecimento na existência humana estruturado duplamente através de morte e de resolução. É com a resolução precursora da morte que emerge a existência própria e originariamente singularizada. Na primeira parte do artigo, trata-se do primeiro momento estrutural da singularização existencial, investigando a angústia, sintonia afetiva na qual o existente experiencia o colapso significativo, e o fenômeno existencial da morte, uma possibilidade na qual há o colapso integral de projetos existenciais. Na segunda parte, trata-se do segundo momento estrutural, investigando a resolução, na qual há revinculação significativa a mundo e às possibilidades existenciais, mas com projeção própria. Também, caracteriza-se a sintonia afetiva da resolução precursora como disposição e prontidão para a angústia.

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Biografía del autor/a

Susiane Kreibich, UFSM

Doutora em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Mestre em Ciências Humanas e Licenciada em Filosofia, ambos pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS).

Citas

AUTOR. Título. 2025. 102f. Tese (Doutorado em Filosofia) – Universidade XXXX. 2025.

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Publicado

29-09-2026

Cómo citar

KREIBICH, Susiane. A singularização do existente humano na analítica existencial. Princípios: Revista de Filosofia (UFRN), [S. l.], v. 33, n. 71, 2026. DOI: 10.21680/1983-2109.2026v34n70ID41937. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/41937. Acesso em: 30 sep. 2026.