A EMPATIA ESPACIAL e sua implicação nas ambiências urbanas

Autores

  • Cristiane Rose Duarte PROARQ / UFRJ Universidade Federal do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.21680/2448-296X.2016v1n1ID45886

Palavras-chave:

empatia espacial, experiência espacial, ambiência

Resumo

Ao desenvolver o conceito de “Einfühlung” na segunda metade do século XIX, o filósofo alemão Robert Vischer buscava teorizar a capacidade de viver uma emoção causada por algo alheio ao nosso “eu”, transportando-nos além de nós mesmos. Essa é a origem do conceito de “Empatia” que se refere à capacidade da pessoa compreender os sentimentos de outra a partir de uma postura de reciprocidade, compartilhando seus sentimentos e emoções. É com base nessa noção que o Laboratório de Pesquisa “Arquitetura, Subjetividade e Cultura” (LASC/UFRJ) tem procurado fomentar o desenvolvimento do conceito de “Empatia Espacial”, a fim de elencar as características espaciais que permitem que o usuário se sinta acolhido pelo lugar, compreendendo-o e sentindo-se projetado em sua ambiência. A Empatia Espacial torna-se, assim, uma forma de se relacionar com o mundo e tomar consciência dele a partir da experiência sensível. Buscando bases fenomenológicas, este trabalho propõe uma discussão sobre o significado de Empatia Espacial, o que requer reflexões sobre a experiência sensorial do corpo e a alteridade urbana a fim de que se compreenda as possíveis implicações do conceito em projetos de arquitetura e urbanismo.

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Biografia do Autor

Cristiane Rose Duarte, PROARQ / UFRJ Universidade Federal do Rio de Janeiro

Arquiteta e Urbanista, Professora Titular da FAU/ Universidade Federal do Rio de Janeiro, Doutor de l´Université de Paris –I,  Pós-doutorado na UC Berkeley; coordenadora do Laboratório “Arquitetura, Subjetividade e Cultura”.

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Publicado

06-10-2026

Como Citar

DUARTE, Cristiane Rose. A EMPATIA ESPACIAL e sua implicação nas ambiências urbanas. Revista Projetar - Projeto e Percepção do Ambiente, [S. l.], v. 1, n. 1, p. 68–74, 2026. DOI: 10.21680/2448-296X.2016v1n1ID45886. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/revprojetar/article/view/45886. Acesso em: 20 out. 2026.

Edição

Seção

TEORIA E CONCEITO