A Cachaça como patrimônio: turismo, cultura e sabor

Autores

  • Marcus Vinicius Fernandes Braga Universidade Federal da Paraíba - UFPB
  • Ilana Barreto Kiyotani UFPB e UFRN

Resumo

A Cachaça é uma bebida originalmente brasileira, descoberta de forma acidental logo nas primeiras décadas da história do país. Enfrentou o preconceito das elites e a proibição de sua fabricação. Todavia como uma legítima representante popular brasileira resistiu bravamente aos entraves impostos a sua existência, alcançou os paladares mais exigentes e se popularizou no país, se consolidando também pelo mundo, como o destilado de cana-de-açúcar do Brasil. Chamada de Pinga, branquinha, amansa corno, água santa, entre outros nomes, foi utilizada como remédio fortificante, moeda de troca, além de ter sido um símbolo de patriotismo, de luta e de resistência, incentivou as artes, aguçou e ainda aguça a criatividade do povo. Um produto nacional de muitas histórias e valor cultural, democrática desde suas raízes, uma legítima representante nacional, um patrimônio histórico, cultural e imaterial, que apresenta muitas potencialidades ainda a ser descobertas, como sua utilização na gastronomia, seja nos preparos mais populares ou sofisticados e a exploração de sua história e dos espaços de produção, assim como, na preservação de suas memórias, como atrativo para a prática do turismo cultural e outras modalidades do turismo em paralelo.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Marcus Vinicius Fernandes Braga, Universidade Federal da Paraíba - UFPB

Bacharel em Turismo pela UFPB, Tecnólogo em Produção Piblicitária pela Fatec-PB.

Ilana Barreto Kiyotani, UFPB e UFRN

Doutoranda em Turismo pelo Programa de Pós-graduação em Turismo da UFRN. Professora do Departamento de Turismo e Hotelaria da UFPB.

Downloads

Publicado

30-12-2015

Como Citar

FERNANDES BRAGA, M. V.; KIYOTANI, I. B. A Cachaça como patrimônio: turismo, cultura e sabor. Revista de Turismo Contemporâneo, [S. l.], v. 3, n. 2, 2015. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/turismocontemporaneo/article/view/7763. Acesso em: 16 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigos