Concentração de propriedade e os ativos intangíveis nas empresas brasileiras de capital aberto
DOI:
https://doi.org/10.21680/2176-9036.2026v18n1ID37923Palavras-chave:
concentração de propriedade, ativos intangíveis, governança corporativaResumo
Objetivo: Analisar a relação entre a governança corporativa, medida pela concentração de propriedade, e o investimento em ativos intangíveis das empresas brasileiras de capital aberto.
Metodologia: Utilizou-se a regressão múltipla de dados em painel, por meio da definição de três perspectivas de mensuração dos recursos intangíveis: (1) representatividade do ativo intangível, como medida contábil; (2) grau de intangibilidade e (3) Q de Tobin, ambas como medidas financeiras. O estudo abrangeu o período de 2010 a 2020, com uma amostra de 377 empresas não financeiras de capital aberto listadas na B3 e com situação ativa na Comissão de Valores Mobiliários no mês de março de 2022, originárias, como fonte, na própria B3. A técnica estatística utilizada foi a análise de dados em painel não balanceado para os anos de 2010 a 2020.
Resultados: Os resultados sugerem haver relação significativa entre a concentração de propriedade e os ativos intangíveis, negativamente, a nível contábil. Demonstraram haver existência de relação entre intangibilidade e desempenho das empresas, considerando o ROA como variável de desempenho.
Contribuições do estudo: Este estudo contribui para a literatura ao investigar como diferentes práticas de governança corporativa influenciam os investimentos em ativos intangíveis em mercados emergentes. A análise com dados em painel permitiu capturar efeitos dinâmicos das proxies específicas de governança — propriedade estatal, auditoria por Big Four e dualidade de classes acionárias — sobre a intangibilidade das empresas. Os resultados indicam que empresas com melhor estrutura de governança tendem a investir mais em intangíveis, reforçando o papel estratégico da governança na criação de valor sustentável. Esta pesquisa preenche lacunas na literatura ao fornecer evidências empíricas sobre o impacto combinado de diferentes mecanismos de governança na alocação de recursos intangíveis, especialmente em economias emergentes como o Brasil.
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