Disputar a “memória nacional” a partir dos arquivos negros familiares
Palabras clave:
Antropologia, Arquivo, Mem´´oria, RaçaResumen
El ensayo visual “Disputar la memoria nacional a partir de los archivos familiares negros” analiza cómo las familias negras en el Brasil posterior a la abolición preservan memorias mediante fotografías, cartas y objetos domésticos, constituyendo archivos familiares negros. Estos archivos, frecuentemente custodiados por mujeres negras, desafían la narrativa oficial de la nación al revelar historias de afecto, ocio y vida cotidiana que escapan a las categorías hegemónicas de la memoria nacional. A partir del estudio de los álbumes de mi propia familia, el ensayo explora cómo estas colecciones funcionan como contra-archivos, espacios de resistencia y creación, en los que la memoria actúa como práctica política e invención crítica. Al articular referencias teóricas sobre memoria, archivos y fabulación (Hartman, 2021; Lorde, 2020; Vargas, 2020; González, 2020), el ensayo visual propone una reflexión sobre cómo los archivos domésticos pueden reconfigurar la comprensión de la historia de Brasil, ofreciendo perspectivas de presencia, pertenencia y futuro a partir de las experiencias negras.
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DAMÁSIO, Ana Clara. Fazer-família e fazer-antropologia: uma etnografia sobre cair pra idade, tomar de conta e posicionalidades em Canto do Buriti-PI. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2020.
DAMÁSIO, Ana Clara. Memórias de família, memórias de um país: uma etnografia dos fluxos e dinâmicas de parentesco de famílias negras no Brasil pós-abolição. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade de Brasília, Brasília, 2025.
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LORDE, Audre. Irmã Outsider: Ensaios e Conferências. Tradução de Stephanie Borges. Belo Horizonte: Autêntica, 2020.
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Derechos de autor 2026 Ana Clara Sousa Damásio dos Santos

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