PRÁCTICAS INTEGRATIVAS Y COMPLEMENTARIAS EN EL CUIDADO DE LA SALUD MENTAL: UNA REVISIÓN INTEGRATIVA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.21680/2446-7286.2026v12n1ID42578

Palabras clave:

Saúde mental, Terapias Complementares, Transtornos mentais

Resumen

Introducción: Las Prácticas Integrativas y Complementarias de Salud han demostrado ser estrategias terapéuticas seguras, humanizadas y de bajo costo con potencial de promover autocuidado, fortalecer los vínculos terapéuticos y ampliar la integralidad de la atención de salud mental dentro del Sistema Único de Salud de Brasil. Objetivo: Analizar críticamente la literatura nacional sobre el uso de Prácticas Integrativas y Complementarias en la atención de salud mental, considerando su inclusión en diferentes niveles de la Red de Atención de Salud. Metodología: Se realizó una Revisión Integrativa de la Literatura, analizando 10 estudios, la mayoría cualitativos, publicados entre 2015 y 2025, con mayor concentración en 2021 y 2022. Los estudios incluidos abordaron el uso de Prácticas Integrativas y complementarias en adultos con problemas de salud mental tratados en Sistema Único de Salud. Resultados: Las prácticas más frecuentes incluyeron acupuntura, musicoterapia, yoga, auriculoterapia, fitoterapia y terapias expresivas, realizadas por equipos multidisciplinarios. Los beneficios reportados incluyeron reducción en síntomas de ansiedad, estrés y depresión, mejor bienestar emocional, fortalecimiento de autonomía y empoderamiento del usuario, promoción del autocuidado y humanización de la atención. Discusión: La incorporación estructurada de Prácticas Integrativas y Complementarias en Centros de Atención Psicosocial y Atención Primaria de Salud puede ampliar la integralidad y efectividad de la atención, favoreciendo adherencia terapéutica y calidad de vida. Sin embargo, persisten desafíos relacionados con la escasez de profesionales capacitados, necesidad de mayor producción científica y educación continua. Conclusiones: La literatura indica que las Prácticas Integrativas y Complementarias son estrategias relevantes para la atención de salud mental, aunque su implementación en todos los niveles de la Red de Atención de Salud aún enfrenta limitaciones estructurales y de atención. El estudio apunta la necesidad de mayor calificación profesional, expansión de servicios y fortalecimiento de políticas que posibiliten su integración en el Sistema Único de Salud.

Palabras clave: Salud Mental; Terapias Complementarias; Trastornos Mentales.

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Biografía del autor/a

Edjane da Silva Barros, Universidad Federal de Roraima

Licenciada en Enfermería por la Universidad Federal de Roraima.

Fernanda Zambonin, Departamento Municipal de Salud de Boa Vista-RR

Enfermera del Hospital Infantil Santo Antônio, Boa Vista, Roraima.

Giovanna Rosario Soanno Marchiori, Universidad Federal de Roraima

Profesor del Programa de Enfermería de la Universidad Federal de Roraima.

Jackeline da Costa Maciel, Universidad Federal de Roraima

Profesor del Programa de Enfermería de la Universidad Federal de Roraima.

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Publicado

08-09-2026

Cómo citar

BARROS, Edjane da Silva; ZAMBONIN, Fernanda; MARCHIORI, Giovanna Rosario Soanno; MACIEL, Jackeline da Costa. PRÁCTICAS INTEGRATIVAS Y COMPLEMENTARIAS EN EL CUIDADO DE LA SALUD MENTAL: UNA REVISIÓN INTEGRATIVA. Revista Ciencia Plural, [S. l.], v. 12, n. 1, p. e42578, 2026. DOI: 10.21680/2446-7286.2026v12n1ID42578. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/rcp/article/view/42578. Acesso em: 11 sep. 2026.

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