ANÁLISE DAS ÁREAS VERDES EM PÁTIOS ESCOLARES DA EDUCAÇÃO INFANTIL
DOI:
https://doi.org/10.21680/2448-296X.2026v11n3ID42231Palabras clave:
arquitetura escolar, criança, natureza, percepção ambiental, avaliação pós ocupaçãoResumen
Este artigo investiga de que forma a arquitetura escolar pode favorecer a integração das crianças com a natureza em Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs) de Santiago/RS, Brasil. Parte-se da constatação de que os espaços externos dessas instituições frequentemente carecem de intencionalidade projetual voltada ao contato com o ambiente natural, o que limita as oportunidades de experiências educativas e sensoriais das crianças. A pesquisa adota abordagem qualitativa e exploratória, baseada na avaliação pós-ocupação (APO), contemplando visitas exploratórias, levantamento fotográfico, entrevistas semiestruturadas e fichas de análise aplicadas em duas escolas com modelos arquitetônicos distintos. Os resultados revelam que a presença de vegetação, a diversidade de ambientes ao ar livre, a acessibilidade entre interior e exterior e o incentivo ao brincar livre fortalecem o vínculo das crianças com a natureza. Conclui-se que a valorização da natureza como recurso educativo deve ser incorporada desde a concepção arquitetônica, considerando as práticas pedagógicas, o contexto local e as necessidades infantis.
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