Estratégias de estrutura de capital sob as lentes do ESG: avaliando as tendências entre Brasil e China
DOI:
https://doi.org/10.21680/2176-9036.2026v18n1ID38231Palavras-chave:
Esg, Governança Corporativa, Estrutura de Capital, trade-off, pecking orderResumo
Objetivo: Este estudo tem como objetivo analisar, de forma comparativa, se a adoção de práticas de Governança Ambiental, Social e Corporativa (ESG) por empresas brasileiras e chinesas influencia a escolha de uma estrutura de capital em conformidade com os preceitos da Teoria da Pecking Order.
Metodologia: Pesquisa de natureza descritiva com abordagem quantitativa, utilizando dados coletados do banco de dados Refinitiv de 210 empresas entre 2018 e 2022. Foram realizadas análises descritivas e aplicação de modelos de dados em painel balanceado para obter os resultados.
Resultados: O estudo revelou que, entre as empresas analisadas com dados completos de ESG e que foram segmentadas conforme seus níveis de pontuação, tanto aquelas com práticas robustas quanto aquelas com pontuações menores apresentaram comportamentos alinhados à Teoria do Pecking Order, sugerindo uma preferência geral pelo financiamento interno. Além disso, não foram identificadas diferenças significativas nas abordagens de estrutura de capital entre empresas brasileiras e chinesas, o que indica um impacto uniforme das práticas de ESG.
Contribuições do Estudo: O estudo contribui para a compreensão das finanças sustentáveis ao demonstrar o efeito das práticas ESG nas decisões de estrutura de capital em mercados emergentes. Revela a centralidade da sustentabilidade nas estratégias de financiamento, sendo relevante para acadêmicos, gestores, investidores e formuladores de políticas corporativas. A pesquisa destaca a importância de integrar fatores sustentáveis nas decisões financeiras ao comparar empresas com diferentes índices ESG.
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