DESOBEDIÊNCIA EPISTÊMICA, FILOSOFIA DO SUL E A CRÍTICA DECOLONIAL À RACIONALIDADE MODERNA

O PAPEL DA CIÊNCIA E DOS DIREITOS HUMANOS NA LEGITIMAÇÃO DA COLONIALIDADE

Resumo


O presente trabalho busca contribuir para a realização de uma reflexão sobre o que é compreendido como conhecimento válido na modernidade, bem como sobre a relação entre modernidade, colonialidade e o papel desempenhado pela filosofia e pelos direitos humanos no encobrimento da violência colonial. A partir desse diagnóstico, defende a necessidade e a possibilidade da consolidação do projeto decolonial de uma filosofia do Sul, que possibilita a realização de um diálogo simétrico entre o Sul e o Norte global. No mesmo sentido, apresenta a proposta de uma postura de desobediência epistêmica como o ferramental capaz de contribuir para o alargamento da compreensão do que é conhecimento.

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Biografia do Autor

Rayann Kettuly Massahud de Carvalho, UFMG

Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Lavras (UFLA). Mestre em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Membro do Núcleo de Estudos Direito Modernidade e Capitalismo (UFMG) e do Grupo de Pesquisa Trabalho e Capital (UFMG). Coordenou as atividades do Núcleo de Estudos Direito Modernidade e Capitalismo no ano de 2018 e do Núcleo de Estudos Interpretar e Transformar o Brasil (UFMG) no ano de 2019. Desenvolve estudos em Direito Constitucional, Teoria da Constituição, Teoria do Direito, Direitos Humanos, Direito Administrativo e Direito do Trabalho sempre à luz da Teoria Social.

Publicado
30-12-2020
Como Citar
KETTULY MASSAHUD DE CARVALHO, R. DESOBEDIÊNCIA EPISTÊMICA, FILOSOFIA DO SUL E A CRÍTICA DECOLONIAL À RACIONALIDADE MODERNA. Revista Inter-Legere, v. 3, n. 29, p. c21306, 30 dez. 2020.
Seção
DOSSIÊ CRÍTICA DA RAZÃO CIENTÍFICA: SOCIOLOGIAS DO (DES)CONHECIMENTO