Germinal, a Educação Física e o mito do progresso

  • Renato Pereira de Figueiredo Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
Palavras-chave: Educação Física. Germinal. Mito do progresso. Complexidade.

Resumo

A rudeza da vida dos mineiros de carvão e suas lutas por melhores condições de vida, na França de 1860, descritas em Germinal, romance de Émile Zola, publicado em 1881, permanece atual no Brasil. Nas situações vividas pelos personagens Georges Demeny e Etienne Lantier, descritos em Soares (1998) e em Zola (1979) respectivamente, procura-se, intercambiando ficção com realidade e passado com presente, revelar outras semelhanças. Crenças que, em determinadas condições, parecem ainda alimentar pesquisadores da nossa Educação Física: aquilo que Edgar Morin chamou de mito do progresso. Diante das incertezas descobertas pela ciência moderna coloca em xeque esse mito. Sem a pretensão de apresentar saídas ou caminhos a seguir, o artigo sugere a compreensão do caráter relativo da verdade científica através de um conhecimento articulador: o pensamento complexo.

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Biografia do Autor

Renato Pereira de Figueiredo, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
Prof. Renato Pereira de Figueiredo
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
Departamento de Ciências Naturais
Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRN
Pesquisador do Grupo de Estudos da Complexidade (GRECOM)
E-mail | renatofigueiredo2005@yahoo.com.br
Publicado
15-12-2006
Como Citar
Figueiredo, R. P. de. (2006). Germinal, a Educação Física e o mito do progresso. Revista Educação Em Questão, 27(13). Recuperado de https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/view/4495
Seção
Artigos