O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA E A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR: TENSÕES E DIVERGÊNCIAS

  • Danilo Fernandes Sampaio de Souza UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO
  • Felipe Barreto Baptista

Resumo

Por mais que tenham, largamente, ocorridos os ciclos de debates para a elaboração das versões da Base Nacional Curricular Comum, doravante BNCC, há, ainda, demasiadas ressalvas à adoção de um Currículo Nacional Comum. Portanto, ressaltamos, aqui, que o conteúdo dessas ressalvas – seja as que faremos, seja as de outros enunciadores – merece ser difundida, pois qualquer que seja a posição contrária tem propósito apresentar as fragilidades desta proposta curricular. Com nossa pesquisa, de cunho qualitativo, buscamos problematizar questões depreciativas ligadas a BNCC. Nosso mote inicial é analisar, à luz do pensamento crítico, o discurso defensor da Base, e, também caracterizar a “emergencial necessidade” ventilada pelo Ministério da Educação – MEC – de se estabelecer uma BNCC para a Educação brasileira.

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Biografia do Autor

Felipe Barreto Baptista

Graduado em Letras-Espanhol (2016) e mestrando em Educação na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Publicado
09-02-2018
Como Citar
SOUZA, D. F. S. DE; BAPTISTA, F. B. O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA E A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR: TENSÕES E DIVERGÊNCIAS. Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educação, n. 17, 9 fev. 2018.
Seção
Fundamentos da Educação e Ensino