JACQUES RANCIÈRE E A DEMOCRACIA EM LITERATURA

Autores

  • Nadier Pereira dos Santos Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Resumo

Através da interpretação de Jacques Rancière, o presente texto tem por objetivo mostrar a maneira como a partir do realismo romanesco a literatura passou a ser desenvolvida em um espaço de escrita no qual uma série de pressupostos normativos são quebrados e no qual qualquer assunto ou qualquer pessoa, isto é, pertencente a qualquer condição social, podem vir a ser objeto literário sério, o que pode ser encarado enquanto a democracia em literatura. Rancière vai associar esse fato à denúncia da igualdade sensível de qualquer pessoa, associando-o à universalidade do juízo estético kantiano e à proposta de Schiller no que diz respeito a uma educação estética da humanidade que retirava dessa igualdade sensível o princípio de uma nova liberdade.

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Biografia do Autor

Nadier Pereira dos Santos, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Graduado em Administração e em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Mestre em Literatura Comparada pelo Programa de Pós-graduação em Estudos da Linguagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

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Publicado

31-01-2015

Como Citar

SANTOS, N. P. dos. JACQUES RANCIÈRE E A DEMOCRACIA EM LITERATURA. Saberes: Revista interdisciplinar de Filosofia e Educação, [S. l.], v. 1, n. esp, 2015. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/saberes/article/view/6424. Acesso em: 3 dez. 2022.