La influencia política en la gestión del patrimonio cultural en el Brasil republicano desde 1889 hasta 1988
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2020v13n2ID21487Palabras clave:
Patrimonio cultural, República oligárquica, República democráticaResumen
Esta investigación aborda la gestión del patrimonio cultural en Brasil desde la caída de la Monarquía con la proclamación de la República en 1889, durante toda la República y hasta el florecimiento de la República Democrática con la publicación de la Constitución Federal de 1988 (CF/88), partiendo de la premisa de que el tema goza de una importancia fundamental para la memoria colectiva, ya que alimenta las dinámicas culturales que perduran hasta nuestros días. El análisis gira en torno al desafío de construir el imaginario popular de la República, utilizando elementos republicanos nacionales que se materializaron a través de las artes, el simbolismo y las acciones culturales de un gobierno dirigido a un grupo selecto. En cuanto a los aspectos metodológicos, se desarrolló una investigación descriptivo-analítica, bibliográfica, pura y cualitativa. Se concluye que, en el periodo analizado (1889-1988), el Estado, como proveedor de políticas culturales, las implementa mediante modelos que le convienen, imponiendo directrices que le resultan ventajosas y relegando al olvido o a escasa atención aquellas que no le son de interés.
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