O acesso justo e equitativo à biodiversidade brasileira como direito fundamental à saúde
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2011v4n01ID4350Palavras-chave:
Biodiversidade , Regulamentação, Saúde, Direitos fundamentais, MedicamentosResumo
O presente trabalho visa analisar o conceito de direito à saúde para compreender a importância da elaboração de normas claras e efetivas que garantam o acesso a medicamentos oriundos da biodiversidade. Por conseguinte, procurou-se compreender o terceiro objetivo da Convenção da biodiversidade como instrumento garantidor do direito fundamental à saúde, através do acesso à biodiversidade de forma justa e equitativa. Conclui-se que a proteção da biodiversidade brasileira, por meio do cumprimento de normas que pugnem pela repartição de benefícios, é condição relevante para se garantir o direito fundamental à saúde.
Downloads
Referências
AUBERTIN, C. e BOISVERT, V. Les droits de la propriété intellectuelle au service de la biodiversité. Une mise un œuvre bien conflictuelle. Natures Sciences Sociétés, 1998, p. 1-16.
AUBERTIN, C. e VIVIEN, F.-D. Les enjeux de la Biodiversité. Paris: Economica, 1998.
CALIXTO, João, B. Biodiversidade como fonte de medicamentos. Ciência e Cultura, vol.55, nº 3, São Paulo, July/Sept. 2003. Disponível em: http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-7252003000300022. Acesso em: 17 ago. 2010.
COMO a perda de biodiversidade afeta a mim e as outras pessoas? WWF. Disponível em: http://www.wwf.org.br/informacoes/especiais/biodiversidade/consequencias_perda_biodiversidade. Acesso em: 08 set. de 2010.
CURY, Ieda Tatiana. Direito Fundamental à saúde: evolução, normatização e efetividade. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2005.
DAIBERT, A. (org.). Direito Ambiental Comparado. Belo Horizonte: Forum, 2008, 412p.
DE SADELEER, N. De la protection à la sauvegarde de la biodiversité. Ecologie Politique. 1994, n. 9, p. 25-48.
DUTIFIELD G. Intellectual property rights, trade and biodiversity. London: EarthScan and IUCN, 2000.
GADELHA, Carlos Augusto Grabois; QUENTAL, Cristiane; FIALHO, Beatriz de Castro Fialho. Saúde e inovação: uma abordagem sistêmica das indústrias da saúde. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, vol. 19, n. 1, jan./feb. 2003. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-311X2003000100006&script=sci_abstract&tlng=pt>. Acesso em: 17 ago. 2010.
HUFTY, M. La biodiversité dans les relations Nord/Sud : coopération ou conflit ? Revue international et stratégique, n. 60, hiver 2005-2006, p. 149-158.
KATE, K. T. e LAIRD, S. A. The Commercial Use of Biodiversity: Access to Genetic Resources and Benefit- Sharing. Londres: Earthscan, 2000.
MALJEAN-DUBOIS, S. Biodiversité, biotechnologies, biodiversité: le droit international désarticulé. Journal du Droit International, n. 4, 2000, p. 949-996.
MOREIRA, E. A tutela jurídica dos recursos genéticos brasileiros e a proteção ao conhecimento tradicional. 1999. Dissertação (Mestrado em Direito): Pontifica Universidade Católica de São Paulo, 1999.
NOIVILLE, C. Ressources Génétiques et droit. Essai sur les régimes juridiques des ressources génétiques marines. Paris: Pédone, 1997.
PLATIAU, A. F. e VARELLA, M. D. (Org.). Diversidade biológica e conhecimentos tradicionais. Belo Horizonte: Editora Del Rey, 2004.
SARLET, Ingo Wolfgang. Dignidade da pessoa humana e direitos fundamentais na Constituição Federal de 1988. 2. ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2002.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2014 Revista Constituição e Garantia de Direitos

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Autores mantêm os direitos autorais pelo seu artigo. Entretanto, repassam direitos de primeira publicação à revista. Em contrapartida, a revista pode transferir os direitos autorais, permitindo uso do artigo para fins não- comerciais, incluindo direito de enviar o trabalho para outras bases de dados ou meios de publicação.















