O Plano de Ações Articuladas (PAR): perspectivas e desafios na melhoria da qualidade do ensino

Auteurs-es

  • Lucia de Fatima Valente Universidade Federal de Uberlândia
  • Maria Simone Ferraz Pereira Moreira Costa Universidade Federal de Uberlândia

DOI :

https://doi.org/10.21680/1981-1802.2014v50n36ID7084

Mots-clés :

Plano de Ações Articuladas. Prática pedagógica. Avaliação.

Résumé

O presente artigo apresenta os resultados de uma pesquisa que teve como objetivo compreender e analisar o Plano de Ações Articuladas (PAR) apresentado pelo Ministério da Educação como um instrumento eficaz de avaliação e implementação de políticas de melhoria da qualidade da educação básica. Teve como objeto de análise o PAR de um município mineiro e focalizou as práticas pedagógicas e a avaliação em duas unidades escolares. Para tal, realizou pesquisa bibliográfica, análise documental, entrevista semiestruturada e observação em sala de aula. Constatou-se que as práticas pedagógicas e a avaliação da aprendizagem estão centradas no resultado das avaliações sistêmicas, tendo esse parâmetro como principal indicador de qualidade.

Téléchargements

Les données relatives au téléchargement ne sont pas encore disponibles.

Bibliographies de l'auteur-e

Lucia de Fatima Valente, Universidade Federal de Uberlândia

Profa. Dra. Lucia de Fatima Valente

Universidade Federal de Uberlândia

Faculdade de Ciências Integradas do Pontal

Grupo de Pesquisa Observatório da Educação | Plano de Ações Articuladas

E-mail | lucia@pontal.ufu.br

Maria Simone Ferraz Pereira Moreira Costa, Universidade Federal de Uberlândia

Profa. Dra. Maria Simone Ferraz Pereira Moreira Costa

Universidade Federal de Uberlândia

Faculdade de Ciências Integradas do Pontal

Grupo de Pesquisa Observatório da Educação | Plano de Ações Articuladas

E-mail | msimonefp@pontal.ufu.br

Publié-e

15-12-2014

Comment citer

Valente, L. de F., & Costa, M. S. F. P. M. (2014). O Plano de Ações Articuladas (PAR): perspectivas e desafios na melhoria da qualidade do ensino. Revista Educação Em Questão, 50(36), 183–210. https://doi.org/10.21680/1981-1802.2014v50n36ID7084