Silencio constitucional

La insuficiencia de la teoría del silencio elocuente para interpretar la Constitución Federal de 1988

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.21680/1982-310X.2020v13n1ID20056

Palabras clave:

Sistema constitucional, Hermenéutica constitucional, El silencio elocuente

Resumen

Este estudio examina el Silencio Constitucional. La investigación reveló que definir el Silencio Constitucional como una institución de la Hermenéutica Constitucional es un requisito previo para la racionalidad jurídica de las decisiones judiciales que garantizan los Derechos Fundamentales. Para asegurar que el Silencio Constitucional se convierta en una vía para el desarrollo del Estado de Derecho Democrático, este trabajo propone un estudio de su categorización según la Teoría del Silencio Elocuente en la doctrina nacional y en la jurisprudencia del Tribunal Supremo Federal (TSF), especialmente para determinar si esta teoría es adecuada para interpretar la Constitución Federal de 1988. La investigación se realizó desde una perspectiva dogmática jurídica, utilizando predominantemente el método deductivo. El método inductivo se empleó en la parte del trabajo donde fue necesario el análisis de casos concretos de la jurisprudencia del TSF. Las conclusiones centrales de este trabajo son el riesgo para el Estado de Derecho Democrático que supone la falta de uniformidad metodológica y de categorías hermenéuticas en la interpretación del Silencio Constitucional, y la incertidumbre jurídica causada por la falta de control sobre la racionalidad de las decisiones judiciales mediante criterios objetivos. Partiendo del paradigma construido a partir de la Constitución Federal de 1988, este trabajo concluye que la Teoría del Silencio Elocuente es inadecuada, tanto en su sistematización por la doctrina nacional como en su aplicación por la Corte Suprema Federal.

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Biografía del autor/a

Arilson Garcia Gil, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Doutorando e Mestre em Direito pela PUC-SP e pela UCLM - Espanha. Especialista em Direito Constitucional e Eleitoral pela USP e em Direito Tributário pela PUC-SP. Bacharel em Direito pela UNESP. Professor e Coordenador Auxiliar do Curso de Direito da UNIP. Procurador do Estado de São Paulo. Membro da Coordenadoria de Defesa dos Direitos Humanos - CDDH da PGE-SP. Integrante da Comissão Editorial do Centro de Estudos da PGE-SP. Representante no Brasil da Red DiscapAmérica - Derecho Transversal de las Personas con Discapacidad - UCLM - Espanha. 

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Publicado

04-08-2020

Cómo citar

GIL, Arilson Garcia. Silencio constitucional: La insuficiencia de la teoría del silencio elocuente para interpretar la Constitución Federal de 1988. Revista Digital Constitución y Garantía de Derechos , [S. l.], v. 13, n. 1, p. 249–274, 2020. DOI: 10.21680/1982-310X.2020v13n1ID20056. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/constituicaoegarantiadedireitos/article/view/20056. Acesso em: 27 jun. 2026.

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