La violación del principio de igualdad en ausencia de un marco legal para la subcontratación
DOI:
https://doi.org/10.21680/1982-310X.2012v5n01ID22928Palabras clave:
Trabajo, Subcontratación, Principio de igualdadResumen
El propósito de este artículo es demostrar que la subcontratación, tal como se practica actualmente, contribuye a la violación del principio de igualdad. En primer lugar, se busca mostrar que la ausencia de una legislación específica ha permitido la proliferación de empresas subcontratadas que, en un contexto más amplio de reducción de costos, potencian los mecanismos de trabajo precario. Se demuestra que los trabajadores subcontratados reciben salarios más bajos que sus homólogos contratados directamente, ya que la empresa subcontratada recibe una menor proporción del valor que la empresa contratante invertiría en mantener a sus empleados contratados directamente, un modelo que sigue la lógica de la reestructuración productiva. Finalmente, los conflictos de intereses entre la empresa subcontratada y el receptor del servicio dan lugar al fenómeno de la subordinación múltiple. En este sentido, el trabajador debe gestionar intereses contrapuestos, convirtiéndose en un blanco fácil para diversas formas de acoso y presión, un factor que resulta en una contaminación significativa del ambiente laboral.
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