Governo da língua e o ensino de língua portuguesa em Timor-Leste: uma perspectiva histórico-discursiva
DOI:
https://doi.org/10.21680/1517-7874.2026v28n1ID39916Resumen
Este estudo reflete sobre as influências coloniais no ensino de língua em Timor Leste no que tange às escolhas que desenham o “governo da língua” após sua independência em 2002 expressando relações discursivas de apagamento da diversidade linguística constitutiva do país, mesmo depois da colonização por Portugal (a partir do século XVI) e da ocupação Indonésia, o que não desconsidera o impacto significativo no uso e na relevância do português na atualidade. Hoje, como um país democrático situado no sudeste asiático, Timor tem o português como língua oficial, juntamente com a língua tétum. A partir das noções de “dispositivo colonial” e “governo da língua”, o presente trabalho tem o objetivo geral de analisar esse contexto linguístico em uma perspectiva discursiva, de forma a apontar o ensino da língua portuguesa, na contemporaneidade, como reflexo das relações de poder que tecem as estruturas de hierarquização entre as diversas línguas usadas em Timor-Leste. Para isso, destacamos materialidades do livro didático usado nas escolas, bem como práticas educacionais relacionadas ao ensino e aprendizado da língua portuguesa, ratificadas pelas vivências de um dos autores enquanto professor de língua no país.
Descargas
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista do GELNE

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.

Este trabalho foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - NãoComercial - CompartilhaIgual 3.0 Não Adaptada.
Português (Brasil)
English
Español (España)








.jpg)



