Política de Ética e Equidade
Política de Ética
A revista cumpri as boas práticas no que diz respeito à conduta moral condizente com a editoração cientifica de periódicos. Os autores que enviam artigos para a revista garantem que o trabalho não foi publicado e que não está em processo de revisão/avaliação em nenhum outro periódico.
A HistELA adota as diretrizes da Committee on Publication Ethics (COPE) e é signatária da Declaração de São Francisco sobre Avaliação de Pesquisa (DORA).
No ato da submissão anexar como documento suplementar:
Declaração sobre potencial conflito de interesses: Declaro não haver nenhuma circunstância caracterizando situação de potencial conflito de interesse ou que possa ser percebida como impeditiva para um parecer isento. Comprometo-me a manter sob sigilo todas as informações constantes deste processo, em particular, a minha condição de assessor e o teor deste parecer.
Declaração de responsabilidade e contribuição: Declaração sobre o papel desempenhado na pesquisa. Todos os autores do artigo devem apresentar, no manuscrito, sua participação nas possíveis etapas da pesquisa: delineamento do estudo; coleta, análise e interpretação dos dados; redação do manuscrito; decisão de submeter o manuscrito para publicação.
Política de Equidade
A HistELA recomenda que autoras(es) observem, desde o planejamento da pesquisa até a elaboração do manuscrito, princípios relacionados à Diversidade, Equidade, Inclusão e Acessibilidade (DEIA) e, quando aplicáveis, as Diretrizes SAGER (Sex and Gender Equity in Research).
Essas recomendações visam fortalecer a qualidade metodológica, a transparência científica e a produção de conhecimento comprometida com a diversidade de sujeitos, contextos e perspectivas que caracterizam o campo da História da Educação.
A HistELA recomenda que as(os) autoras(es):
- considerem, quando pertinente, aspectos relacionados à diversidade geográfica, institucional, regional, racial, étnica, de gênero, geracional e sociocultural na condução da pesquisa e na análise dos resultados;
- valorizem a pluralidade de perspectivas teóricas, metodológicas e epistemológicas;
- adotem linguagem respeitosa, inclusiva e não discriminatória ao longo do manuscrito;
- elaborem figuras, tabelas, quadros, mapas e demais materiais gráficos com recursos que favoreçam a acessibilidade, incluindo legendas claras e descrições adequadas sempre que possível;
- observem princípios de acessibilidade na organização dos materiais suplementares disponibilizados juntamente ao artigo.
Nas pesquisas empíricas em que as categorias sexo e gênero sejam relevantes para o problema investigado, recomenda-se que as(os) autoras(es):
- explicitem de que forma essas variáveis foram consideradas no delineamento metodológico da pesquisa;
- informem, quando pertinente, os critérios de seleção dos participantes e a forma como sexo e gênero foram considerados na análise e interpretação dos resultados;
- apresentem os dados desagregados por sexo e/ou gênero quando essa informação contribuir para a compreensão dos resultados;
- distingam, sempre que pertinente, os conceitos de sexo (dimensão biológica) e gênero (dimensão sociocultural).
A adoção dessas recomendações contribui para ampliar a qualidade, a transparência e a responsabilidade social da pesquisa em História da Educação, em consonância com as boas práticas internacionais de comunicação científica e com os princípios da Ciência Aberta.
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