ARTE Y EDUCACIÓN GEOGRÁFICA
DOI:
https://doi.org/10.21680/1984-3879.2026v26n2ID44740Palabras clave:
experimentações; geógrafos; artistas.Resumen
La geografía y el arte evidencian potencialidades en sus aproximaciones, a partir de los tres horizontes aquí abordados: Arte y ciencia como narrativas inacabadas del mundo, y no jerárquicas; Diálogos entre geografía y arte: entre lo inteligible y lo sensible; y horizontes geográfico-artísticos venideros. El artículo tiene como objetivo demostrar que el arte actualmente producido en distintos contextos espaciales puede complementar el conocimiento geográfico y revelar saberes espaciales, especialmente en los entornos urbanos. La sensibilidad, el conocimiento y los modos de vida de los artistas en las ciudades, con sus creaciones, miradas e intervenciones originales, pueden ser una rica contribución para comprender mejor e intervenir en los espacios públicos. Las manifestaciones artísticas en las ciudades actúan como herramientas geográficas que permiten comprender los movimientos de construcción del carácter público de los espacios. Finalmente, realizamos la invitación para que asumamos, cada vez más, una actitud de geógrafos(as) del arte, en los diversos contextos espaciales de producción artística.
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